Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia
Cuide bem do seu presente pra que ele vire um passado bem resolvido desses que não voltam la na frente e atrapalham o nosso futuro.
Devemos fazer o que é certo simplesmente por ser certo e mesmo quando não alcançamos o objetivo desejado, a certeza de termos agido corretamente deve ser a base de sustentação na ausência de resultados.
A máscara não é para enganar, nem tampouco para se proteger. É algo que colocam no seu rosto para fazer você semelhante a eles e te encaixar nos próprios traços.
Os sentimentos são como vento,
Você não os vê,nem os toca,
Mas sente a presença devastadora
e constante deles.
É sempre clichê falar de amor,
Talvez porque ele não é um único
sentimento, é um vasto de emoções.
O amor é mais do que lindo,
Ele é arrogante, um vazio transbordante,
É alucinado,
Amar é machucar, ser amado é ser
machucado.
Amor é uma cotrovérsia,
É ridículo como amar dói, dói fisicamente,
Dói poeticamente, nos faz viciados
em algo que nem podemos tocar.
Precisamos do toque de quem amamos
quase tanto quanto de ar para viver.
Um toque corrosivo, que machuca,
corta e rasga em umaúnica carícia.
Alguns podem até nascer com o coração
blindado,
Mas aos seres com alma de amante,
Só resta se viciar na dor de um abraço,
No corte de um beijo.
Só resta amar.
Só eu e o tempo
É só silêncio ao redor, um vazio sem fim,
O mundo caminha, mas não me leva a mim.
Sinto a distância entre mim e o lugar,
Como se não houvesse onde repousar.
Família é palavra que soa distante,
Um laço invisível, mas nunca constante.
Olho ao redor, não encontro ninguém,
Sou sombra de mim, perdida em alguém.
Os rostos que passam não sabem quem sou,
Vago entre os dias, sem porto, sem flor.
A casa não é casa, o chão não é meu,
E o que eu procuro? Nunca apareceu.
No fundo, eu sei, é só eu e eu,
Sem laços que prendam, sem mão que acolheu.
A vida é um ciclo que segue, sem par,
E no fim das contas, sou eu a cuidar.
É a angústia de ser sem nunca pertencer,
De existir no espaço e, ao mesmo tempo, perder.
Mas há uma certeza que aprendi a aceitar:
No final da estrada, sou só eu a me abraçar.
Eu me avisei, mas não me ouvi.
Quanto à seus defeitos gritantes. Seus desvios de caráter, sua deslealdade.
Sua falta de empatia, de sensibilidade, de honra.
Seu desamor, dissabor, descontentamento.
Sua falta de personalidade, de sabedoria, de discernimento.
Sua falta de verdade!
A carência me cegou, a dependência me fragilizou, o coração me traiu.
A dor me acordou, me sacudiu, me fez voltar a ver.
Tudo fez sentido, meu corpo se rebelou. Minhas células gritaram, se revelaram, saí da inércia e voltei a vida. Consigo enxergar novamente.
É libertador, posso voar...sinto uma paz que outrora não sentia.
Sim, voltei a ser eu, sou de verdade, sou única.
Nesse momento posso dizer que minha verdade, o que carrego no peito e meu caráter, apesar de toda amargura sentida, toda dor silenciada e toda lágrima contida, estão intactos.
É muito gratificante se redescobrir.
Mas foi preciso andar descalço, entre lâminas e cacos de vidro, para entender que ainda estou viva.
Não há dúvidas que eu preciso de Deus, isso é incontestável, o Criador me devolveu o fôlego de vida. Saber que não estou sozinha me conforta, me dá um novo gás.
Mas também... preciso de mim, me encontrar, me sentir.
Abandonei quem realmente sou por muito tempo. Necessito sentir minha essência, alcançar meu espírito, minha consciência.
Acreditar em mim e começar a me ouvir, foram as coisas mais corajosas que fiz.
Não permita que ninguém silencie a sua alma. Não importa o quanto "especial" essa pessoa possa parecer. Grite se for necessário. Apenas grite.
A mídia não enche a barriga, mas enche a cuca. O consumo excessivo de conteúdos midiáticos pode até saciar a mente por um momento, mas não preenche as necessidades mais profundas e essenciais do ser.
Será que a tua sombra não é da cor da minha? Você sabe, somos todos iguais. Filhos do mesmo Pai. Você sabe que a verdade não tem cor.
Ao raspar o cabelo
lhe veio a agonia
naquele dia perdeu
a idade
o fio de esperança
não segurava a lucidez
acabava de perder
o colorido da primavera
sentiu-se feito de cansaços,
definitivamente era o fim!
Ainda tinha uma noite
e seria a mais bela
tinha fé!
cambaleando acendeu
uma enorme vela
esboçou um lindo sorriso
antes do silêncio
― do adeus.
Grito e parece que
não sei onde grito
sinto o hálito distante
de uma boca infinita
e se me calo
ouço um murmúrio
lastimável entre as árvores
uma voz selvagem
baixinha
entre folhas caminha
o cheiro úmido
da terra ao lado
― petrichor ―
o temporal chegou
uma pandorga
desconhecida
some no infinito
― fico sem alma.
"O barulho das coisas que não importam, não são importantes pra merecerem ser os fins de nossas vidas."
Loucura de não poder demonstrar nossa felicidade. Uma palavra pobre, não é? Os outros têm esse direito e o exercem, não se privam dele. Isso os deixa ainda mais felizes, os enche de orgulho. Mas nós somos atrofiados, comprimidos, em nossa censura.
Ele diz que não aguenta mais ficar sozinho com esse sentimento. Que isso o machuca muito.
Aqueles que não se arriscaram, que não se entenderam harmoniosamente com sua natureza profunda, não são necessariamente medrosos. Talvez estejam perturbados, desorientados, perdidos como alguém se sente no meio de uma floresta muito vasta, muito densa ou muito escura.
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