Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia

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Hoje eu sentí medo
Medo de não tentar,
O medo do medo que tenho
De sorrir pra não chorar.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Tens o Deus Altíssimo como vosso
soberano, mas não diminua as criaturas que ele engrandeceu.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Não abaixe a cabeça, não desanime!
Assim como chega a noite ocultando
a luz do dia, amanhã uma nova luz
lhe trará novas esperanças, e você terá
a chance de provar para si que é capaz
de surpreender aqueles que acreditavam
no seu fracasso.

Inserida por JoaquimGomesAlves

⁠o maior professor de todos nós e o mundo, pós ele ensina a viver, ser o mundo não bater ele ensina.

Inserida por Neilton

⁠Não pense no passado, ele só tem uma função. Atrasar o futuro.

Inserida por Neilton

⁠Deus criou vidas, e não raças. 🙍🏼‍♂️🙍🏻‍♂️🙍🏽‍♂️🙍🏾‍♂️🙍🏿‍♂️

Inserida por Neilton

Linguagens

Notei que o vôo negro da hipálage
não tinha o mel dos lábios da metáfora,
e mais notara, se não fora a enálage,
e mais voara, se não fosse a anáfora.

Chorei dois oceanos de hipérbole,
duas velas cortaram a metonímia.
O pé da catacrese já marchava
no compasso toante dessa rima.

Verteu prantos a anímica floresta,
mas entramos dentro do pleonasmo,
‘stamos em pleno oceano da aférese...

Vai-se um expletivo, outro e outro mais...
Os poetas somos muito silépticos;
os poemas, elípticos demais.

Ao ver o não que sai da dor
O som da voz já vai no sim
No tom do céu não vi mais luz
Do que no sol que há em mim...

Não me dê o fim!…

Quero entrelaçar o infinito
No nosso gozo
Quente, fulgurante de chamas.
Quero me ausentar,
Presentear
Quando preciso.

...

Não bata os olhos,
E não me dê o fim!...

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

- Ele morde?
- Não, ele apenas cria fake news e distorce notícias!

A voz do presidente não é a do povo. Muito menos de Deus!

No país que se diz democrático você é condenado, até pelo seu direito de não votar!

Quando eu saiu de casa, observo os erros dos outros e enxergo os meus próprios erros. Não somos perfeitos!

Gozação poética

Papel em branco
Dia poético,
Palavra medida.
Eu que não penso
Que figura de linguagem
Eu vou usar.
Deixe o poema
Fluir de forma natural,
Que cada um interprete
Da sua forma.
- Eu não tenho nada a explicar!
Se eu escrever sobre paz - você ver amor
Se eu escrever sobre paixão - você ver guerra
Se eu escrever sobre natureza - você ver sexo
Se eu escrever sobre vida - você ver...
Você ver no poema o que você
Quiser, o poema agora é seu!

O eu lírico? Não sou eu!
Faz de conta
Que as palavras veio de longe...

- Eu psicografei!

(...)
Começo quase sem fim…
Porque em um certo dia,
Não cheguei a ver nem os teus pés.
(...)

Parte da poesia "Onde está o teu corpo".

(...) como jornalista, a maior parte de minha carreira foi trabalhando com artistas. Você não tem ideia de como o que você chama de "glamour e fama" destrói um ser humano. É arrasador. Devastador. Isso não é dar certo, glamour e fama são pura escravidão em seu mais alto grau, pois condena o famoso a viver cercado de uma maioria de gente falsa e vampira de almas. O famoso nunca tem certeza das boas intenções dos que chegam perto dele: sempre desconfia que a maioria quer roubar bens e emoções. E em 99% dos casos é isso mesmo: vampirismo. Fama e glamour são maldições.

⁠Há um ditado popular que diz "se conselho fosse bom seria vendido", a questão é que não é fácil encontrar um bom conselho, na verdade bom conselho é uma joia rara que poucos sabem aceitar e lapidar, caso contrário perde o valor.

⁠Siga o seu coração

Não quero ficar por baixo
E nem ficar por cima
Só quero mostrar-lhe
Que dentre esse seu ser excessivo
O excesso não a levará a nada
A não ser ao pior
A desgraça não vem só para o pobre,
Mas também para o rico
Do seu ser sem amor
Não há proveito.
Mudarei os meus passos
Que fazem tempestades, redemoinhos,
Furacões...
Para um novo caminho
Que faça o branco
Se transformar em cores
Fantásticas.

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

⁠Amor eterno

Como assim?
Não sei...
Pra que lado
E direção...
Posso te laçar!

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

⁠⁠Não me dê o fim!...

Quero entrelaçar o infinito
No nosso gozo
Quente, fulgurante de chamas.
Quero me ausentar,
Presentear
Quando preciso.
...
Não bata os olhos,
E não me dê o fim!...