Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia
A razão, para uma pessoa desprovida de imaginação, é similar a um adorno refinado abandonado numa cova vulgar.
Lembremos sempre: é preferível ter um perfil xucro que ter uma latrina no lugar da cabeça; antes o xucrismo puro que sermos uma alma de geleia sebosa.
É necessário desmimizar o país. É urgente que desmimizemo-nos para podermos robustecer nosso caráter e fortalecer a nossa personalidade para, desse modo, nos colocarmos à altura dos desafios que nos são apresentados pelo triste desenrolar de nossa história recente.
A imbecilidade é um “dom” universal multifacetado. Mudam-se os povos, passam-se os anos e lá está ela com outra cara, com um novo cheiro, mas com a mesma substância imbecilizante.
Um dos maiores sintomas da estupidez moderna é encarar a multiplicidade de tradições religiosas como se essa fosse algo similar a um cardápio. Não se lida com as questões do espírito da mesma forma que tratamos as necessidades de nosso estômago.
Às vezes é preciso ser "complexo" para poder conseguir enxergar e ser capaz de dar valor às coisas mais simples...
Empoderamento é só uma palavra mal utilizada para justificar atitudes enervantes e, em muitos casos, pra lá de mal intencionadas.
Se o sujeito se preocupa muito, muitíssimo, em ter “fortes” argumentos para defender suas crenças e convicções é porque elas são demasiadamente superficiais. Tudo que carece, que necessita da confirmação, da concordância advinda de terceiros para poder ter ares de verdade não passa duma ilusão que apenas conquista a adesão de almas sem consistência.
Perceber a realidade tal qual ela se apresenta aos nossos sentidos e procurar compreendê-la a partir de suas razões seria tão só e simplesmente o tal do realismo. Agora, quanto sentimos e reagimos a tudo a partir de imagens que nos são sugeridas por palavras extremamente carregadas de emoções epidérmicas estamos diante do dito cujo do histerismo que, no Brasil contemporâneo, é celebrado como consciência crítica. E põe crítica nisso.
O hedonismo reinante em nossa sociedade, que impregna em todas as esferas da vida contemporânea, sorrateiramente leva os indivíduos a reduzirem a sua percepção e compreensão de toda a realidade a pequenez de sua ânsia por prazeres que, inevitavelmente, acaba subvertendo toda a hierarquia dos valores e desfibrando toda a sociedade.
Poucas coisas são tão toscas quanto termos de testemunhar pessoas sem a menor experiência da vida sendo instigadas por criaturas maliciosas a julgarem as realidades que permeiam a vida da experiência e, consequentemente, serem levadas a crer [criticamente] que os “seus” juízos seriam mais sapientes do que tudo o que até então fora vivido por aqueles que tem alguma vivência dessas realidades.
SENTIMENTOS
Durante a vida temos a chance de observar, questionar e entender o sentido das coisas. Mas, nem sempre estamos prontos. Para captar os sinais que se apresentam de diversas formas, um sorriso, um toque no olhar, uma situação ou mesmo um problema, precisamos refletir.
Quantas vezes nos questionamos sobre momentos difíceis, e a razão pela qual estamos vivendo, se realmente merecemos ou qual a nossa responsabilidade. Normalmente ficamos sem resposta. Hoje estou buscando entendimento para muitas questões. Sei que em um breve tempo terei as respostas, por enquanto, vou tentando entender. Acredito que estou fazendo a minha parte como pessoa. Por enquanto, me basta ser feliz.
Quando mais se apazígua um canalha, mais acanalhado ele fica e, de quebra, acaba acanalhando junto com ele aqueles que tolamente dedicam suas vidas na vã esperança de dignifica-los.
Outro grande legado da era do direito dos manos é a injuriante cultura da impunidade da canalhada que, cedo ou tarde, acabará culminando numa multidão de cidadãos comuns agindo como justiceiros num ato extremo para defender os seus. E é claro que quando isso ocorrer poderemos contar com a presença certa e indefectível das carpideiras dos manos, cheias de bom-mocismo, pra defender a integridade dos manos e, de quebra, pra taxar os cidadãos comuns de monstros desalmados, e doutras lindezas do gênero, por eles terem ousado defender o fruto do suor de seu trabalho e por tentar proteger aqueles que eles amam.
O grande legado da era do direito dos manos é a ampliação irrestrita e descarada da ousadia dos criminosos e o total desrespeito pelo trabalho dos policiais.
Uma das palavras mais celebradas na sociedade contemporânea é a tal da tolerância e, como toda palavra que é utilizada como uma carta-coringa, ela acaba no final das contas significando coisa nenhuma pra poder dissimular que diz algo.
Senão, vejamos: primeiramente não podemos esquecer que há coisas toleráveis e outras tantas intoleráveis. Se perdemos essa distinção elementar, inevitavelmente, a vida torna-se gradativamente intolerável por tolerarmos toda e qualquer coisa.
Outra coisa: não se deve confundir tolerância com apatia moral da mesma forma que ela, a tal da tolerância, não é de modo algum sinônimo de complacência com o que é evidentemente errado e ruim.
E tem mais uma: não existe nada mais intolerante, e mesmo totalitário, do que um grupo ideologicamente deformado exigir no grito e na marra que todo mundo seja “tolerante” com isso ou aquilo ao mesmo tempo que considera como algo intolerável que alguém tenha a audácia de divergir deles.
Enfim, esse tipo de confusão é uma entre muitas que o politicamente correto, o multiculturalismo e o marxismo cultural sorrateiramente semeiam nas almas tão bem intencionadas quanto desavisadas que acabam sendo instrumentalizadas na realização de um projeto totalitário de poder que elas ignoram por completo.
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