Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia
O melhor abraço não julga, ele aproxima.
O melhor abraço não esquenta, ele irradia calor.
O melhor abraço não falta, ele é sempre presente.
O melhor abraço não faz sorrir sempre, mas enxuga tuas lágrimas,
O melhor abraço não te deixa em dúvida, ele te deixa seguro.
O melhor abraço não te apoia, ele te sustenta,
O melhor abraço não te aperta, ele te completa.
O melhor abraço não se limita, ele é eterno!
O melhor abraço não te abandona, ele morre por você.
Meu bem, não se cobre tanto...
Não deixe os outros te tirar do sério.
Se nem a vida faz isso com você, por que deixar nela aquelas pessoas que só te deixam sem fé?
Eu aprendi que não devo deixar que me cobrem aquilo que eu mesmo não me cobro.
Se eu não quero uma família agora, ponto.
Se eu prefiro ficar sozinho até me sentir completo... Quem são os que devem ir contra?
A vida é pra ser levada á sério, mas é pra ser levada... levada e leve são palavras tão parecidas não acham?
Comece a cortar pela raiz esse tipo de comentário:
Tão bonito(a) e sozinho(a), tem que parar de escolher tanto...
Por que tu não faz um concurso?
Por que tu gosta dessa música?
Tu deveria usar esse tipo de roupa e não aquele...
CHEGA! Pare de dar explicações!
A vida é nossa, temos que nos explicar pra nós mesmos, apenas.
Se você não se incomoda, não deixa te incomodarem.
Tem gente que é tão insatisfeita com a própria vida que tem que ficar metendo pitaco na vida dos outros. Esse tipo de gente não agrega.
Pessoas foram feitas pra somar e não pra diminuir.
Sabe eu não quero ser mimado por alguém que me ame ou transformado num deus mitológico e ser adorado... mas eu queria ser precisado.
Queria ser precisado por alguém que não precisa de complemento, mas que de companhia.
Queria ser precisado por alguém que não depende de nenhum dos meus recursos ou talentos, mas que sentisse falta dos meus sorrisos e bobagens, quiçá, meus beijos.
Vida e Morte
Ter vida não é viver!
Ter vida é poder morrer!
Viver é sair e poder se divertir!
Viver é amar e também se decepcionar!
Viver é ser livre e aproveitar oque existe!
Mais a morrer também é bom, pois acaba com a solidão!
Morrer é o fim, de tudo que é ruim!
Morrer é ler esse poema e ler com tanta pena!
Do cara que escreveu, mais que também muito viveu !
A força de um sábio não está nos seus punhos e sim na habilidade de conhecer e superar seus limites e dificuldades !
A vida é movimento constante.
Creio que aí está toda a graça em vivê-la:
No não saber o que será amanhã;
no desconhecer que laços se romperão
e quais elos irão se formar.
No inexorável movimento da vida
está o mistério dos encontros
e dos desencontros.
Cika Parolin
A velhice não é sinal de que as coisas estão ficando ruins , é sinal de que já passou por muitas coisas !
"Não basta repetir o que Jesus disse na bíblia para se parecer com Ele, tem que praticar o que se aprende com o que Ele disse, para que Ele apareça através de nós".
"Todo aquele que não reconhecer no Senhorio de Jesus Cristo uma trajetória onde se pode chegar em um lugar a qual se acha a salvação, não reconhecerá de jeito algum o caminho verdadeiro que o leva a isso, porque sem o senhorio de Jesus, todos ficam como cegos, e assim se perdem, não reconhecendo, e não encontrando o verdadeiro caminho, que é Ele, Jesus Cristo"
“Liderar não é apenas contabilizar números de seguidores ou troféus pelas conquistas ao longo da caminhada, mas é sim, estar satisfeito por deixar pessoas treinadas para prosseguirem e continuarem aquilo que se idealizou”.
"Não Podemos Culpar os Outros Pelo nossos erros, mas Também não podemos nos sentir culpados se eles não acreditam em nosso arrependimento"
Mateus 18:21-22.
(Pr. Cpl. Moacir J Laurentino)
*VAMOS FALAR DO ATENTADO NA SOMÁLIA?*
CORPOS PRETOS NÃO COMOVEM!
Somália é um país africano.
(Não. A África não é um país! É um continente com uma diversidade de países.)
Porque eu estou falando da Somália? Bom se você depende apenas da grande mídia para se informar, talvez você não saiba que no último sábado (14), houve um ataque duplo a bomba no país, que já contabiliza mais de 300 mortos.
O MAIOR ATAQUE TERRORISTA DESDE O 11 DE SETEMBRO.
- Que? Acha! Você tá exagerando! Se fosse tudo isso mesmo, estaria passando toda hora nos jornais, estaria havendo plantões, estaria..
Estaria! Se fossem brancos, se fosse na Europa ou na América.
- Ai vai começar o vitimismo, o radicalismo! Nem vou mais ler! Não tem essa! Todas as vidas importam! Que coisa feia ficar criando disputa entre tragédias!
Ok. Não vou te obrigar a ficar. Mas antes de ir só me responda algumas coisas:
Todas as vidas importam, mas cadê as hashtags de apoio pra esses pretos?
Todas as vidas importam, mas cadê a notícia em destaque estampando as capas dos grandes veículos de comunicação?
Cadê o plantão na globo?
Cadê a comoção entre as celebridades?
Quem está fazendo show beneficente para ajudar?
Quem são as pessoas que morreram? Cadê a humanização? Mostrando o rosto, nome, história e sonhos que se perderam?
Não tem.
Foi até difícil para eu achar uma imagem do ocorrido no GOOGLE! Pois ninguém se importa em registrar..
Corpos pretos não comovem, sangue preto não comove.
Enquanto isso seguimos lambendo nossas feridas, e vendo nossas tragédias se tornarem notas de rodapé...
Infelizmente, porque culturalmente naturalizamos o sofrimento de pobre, preto, muçulmano e africano. Mas ainda que houvesse forte resposta emocional a tamanha violência politicamente motivada, começaríamos a trilhar o caminho de evitar que ela se repetisse? Certamente, seria melhor do que a indiferença. Mas bastaria? Tendo a achar que precisamos de mais do que nossos corações; precisamos analisar, com a cabeça, como a violência sistêmica, objetiva e perene, se converte em banhos de sangue. Qual o efeito que cada modalidade de violência tem sobre nós e por quê.
A pouca manifestação solidária que houve seguiu um padrão de tentar formar uma corrente solidária pela via da exclusão. Como se, incapazes de sentir empatia genuína pelo sofrimento daquelas pessoas histórica e ideologicamente construídas como sub-humanas, tentássemos estabelecer, na repulsa pelo assassino, a ligação com a vítima. Nas declarações de condenação da comunidade internacional – que, via de regra, chegaram com dois dias atraso, como se a empatia também tirasse folga no fim de semana – abunda a palavra “bárbaro”.
Embora hoje, associemos o termo a violento, desumano e cruel, “bárbaro” tem uma etimologia reveladora: vem do grego bárbaros, que quer dizer “estrangeiro”. Ou seja, bárbaro é sempre o “outro”, nunca nós mesmos. Ao atribuir este adjetivo a um atentado ou seu perpetrador, inconscientemente (ou não), o colocamos fora da comunidade humana; ele incorpora a figura do “outro” que, como tal, não é digno de identificação e, logo, empatia. Ou seja, esta comoção opera em chave negativa: a solidariedade com a vítima brota da negação da humanidade do algoz.
Será que o algoz é “outro” de fato? Ou criar o outro é o recurso psicológico que temos para lidar com a violência absoluta e, assim, nos abstermos de procurá-la dentro de nós mesmos? Não estou evocando uma solidariedade cristã do tipo “ame seu inimigo” a quem perpetrou tão covarde ato de violência contra civis inocentes. Estou dizendo que precisamos buscar meios de solidariedade positiva com as vítimas. E talvez, por culpa de anos de desconstrução da humanidade dessas pessoas, ela não venha pela via emocional. Talvez precisemos construir caminhos intelectuais de desenvolvimento da empatia.
Este exercício depende de uma análise um pouco mais profunda das condições somalis – sabendo que não vamos conseguir, sequer minimamente, apreender a complexidade da colcha de retalhos de descaso, imperialismo, colonialismo, racismo, diplomacia falha, crueldade institucional, ganância e hipocrisia que compõe a história recente da Somália (e da África, de forma geral). Trata-se de tentar fazer a solidariedade ultrapassar a comoção inicial para buscar ressignificar intelectual e objetivamente o jogo geopolítico que nos trouxe ao ponto em que estamos agora. Até porque, são grandes as chances de percebermos que o “bárbaro” e sua violência são menos estrangeiros do que parecem.
Esse texto pode parecer, mas não é insensível. É um apelo pelo compromisso com o potencial revolucionário da sensibilidade. Não basta que encontremos a melhor hashtag para expressar nossa solidariedade às vítimas do horror que assola a Somália. Precisamos buscar as raízes da nossa falta de compromisso com o estancamento do sangue. É só a partir daí, que conseguiremos enfrentar objetiva e intelectualmente a barbárie que nos é inerente.
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