Quem Ja Passou por essa Vida e Nao Viveu
Vocês já tiveram raiva de livro.
Sempre gostei de ler, ou seja, não importava se fosse aventura, terror, romance ou espirita. Meu tempo era gasto folheando paginas com cheiros maravilhosos. Afinal, quem nunca cheiro um livro que acabou de comprar.
Hoje meu dia foi tranquilo passei o dia todo lendo o livro '' QUEM É VOCÊ ALASCA?'' até finalmente acabar. E quando já estava deitada, ELA me perguntou:
-Gostaria de ler meu livro?
O livro que outra apaixonada lhe deu querendo chamar sua atenção. Por que Raios eu gostaria? Pois então. Este livro passou ser a última opção.
QUEM DIRIA UMA AMANTE PELA LEITURA TER COMO ÚLTIMA OPÇÃO UM LIVRO.
Já não suporto
já não suporto mais fitar no seu rosto
com estampada e fria diferença
Queixas de mim a marca do desgosto
e me tortura na cruel descrença.
Lírios dos Vales,e cultivei com afeto
Regando-te com lágrimas do meu pranto;
são gotas frias de orvalho
enfeitando na madrugada,sobre a relva verde.
mas fracasei,pois sei que não queres
assim o meu destino prescreveu.
E na solidão amarga e cruciante
vou caminhando ao fim dos meus dias.
E pelas circunstâncias do destino
Vereis meu nome no rol dos "Aqui jaz"
não passo ao longe frio e
jogue uma flor a quem te amou demais.
"Te admirei tanto,tanto
Desde o dia em que te vi
mas descobri que te amava
só depois que te perdi"
A fórmula da minha felicidade: um sim, um não, uma linha reta, um objetivo.
Acredito que cada um ja tenha tentado encontrar algo onde nao existia. Nunca devemos perder a esperança.
Serenidade,Alternativas, Coragem, Vontade,Humildade,Carisma, Honestidade, Companheirismo, Determinaçao, Com tais palavras sempre acreditamos que ao colocadas em pratica.
Tudo sempre dara Certo em nossas vidas.
Sim mas sempre teremos que contar com nossa força de batalha pois sempre surgirar o poder que luta contra nossos Objetivos, Fe em DEUS ele sempre no CONTROLE. nao existe força que pode nos segurar
De verdade um pessoa deve respeito a outra,
mas não somente , a partir de um namoro, mais quando já está acontecendo algo entre ambas as partes!
AMOR NO CATIVEIRO
Ja nao consigo mais viver assim
nesse sofrimento sem fim
Ja nao suporto mais coracao
viver nesse mundo de traicao
Sei dizer que quem ama sofre
mas s for demas ninguem cumpre
Tu me trais,tu me rolas
depois vem dizer que me adoras
Tu me cativas,me imploras
e vens me dizer que me choras
EU NAO SEI AMOR
eu nao sei amor
SE AINDA DEVO TI AMAR
se ainda devo ti amar
Feito por,: Americo Orlando Sando
Meu Tempo
O que posso falar de nós?
é difícil falar de algo que já nasceu existindo,que não precisou de um preparo,nem sei onde fica a ponta ou as pontas do fio que entrelaçou nossas vidas.Porém hoje não tenho medo, desconfianças ou inseguranças,pois sou seduzida pelo desconhecido,e nesse delicado abismo de desordem que não tem um processo sequencial,desloco meu olhar como quem busca o histórico de um maravilhoso vinho que tomo,embora não chegue a lugar nenhum me divirto, e tenho a coragem de não querer chegar a lugar nenhum que já não seja o agora ao seu lado,isso tudo me desloca de tal maneira dos meus conceitos pré formados,que deixo de ser especial pra mim pra me especializar em você,pois pra mim o amor não se terceiriza nem se consolida com o tempo,aliás o tempo
nem existe,o que existe é o hoje,o ontem não serve mais é passado,o amanhã talvez nem chegue,então não posso esperar,por isso é que a felicidade que ofereço só vendo à vista.
Por que eu não posso viver me perguntando,quando será o meu tempo?
RIVAL
O papai sempre gostava de dizer que “doido não tem juízo.” Eu, já digo que tem sim: apenas, em muitos momentos, “lhes faltam alguns parafusos.”
Há muitas histórias envolvendo esses personagens, com sofrimento mental; nas cidades grandes e pequenas, nesse mundão sem fim. Muitas delas, tristes; outras, engraçadas... Outras, nem tanto.
Em Campos Belos, conheci Rival; forte, de estatura mediana, usava cabelos longos, que nunca viam água. Ainda não totalmente brancos, afinal de contas ele só tinha cinqüenta anos; com uma pequena margem de erro, para mais ou para menos. E, uma imensa barba fechada.
Andava calmamente pelas ruas da cidade, sempre mastigando alguma coisa que a gente não sabia o que era. Andava e parava, ao longo de qualquer percurso que viesse a fazer.
Nessas paradas que fazia, geralmente eram para observar algo que lhes chamava à atenção; e sempre tinha uma coisa ou outra. Olhava os mínimos detalhes de tudo, com muito critério. - Como se tivesse mesmo fazendo uma vistoria minuciosa. E, em muitos casos, parecia discordar de algumas irregularidades que via: ao coçar, e balançar a cabeça negativamente, quando o objeto da observação não atendesse suas expectativas.
Morava num quartinho isolado na residência de um parente de primeiro grau, na Rua Sete de Setembro, próximo do açougue do Juá.
No final dos anos setenta e início dos anos oitenta, houve uma exploração de Aroeira muito intensa na região. Tempos depois, eu soube que a aroeira fora extinta no Nordeste goiano.
Paulo (in memoriam), o genro do Seu Farina (o italiano do Restaurante), trabalhava no transporte e comercialização dessa nobre madeira; e geralmente o fazia no Sul do Estado de Goiás; Minas Gerais e São Paulo. Em forma de mourões e laxas, muito usados em currais e cercas; pela sua potencial resistência em se decompor, na natureza.
Um belo dia...
Como de costume, Rival, subiu a Rua BH Foreman, atravessou a Av. Desembargador Rivadávia, e chegou ao calçadão em frente à Prefeitura Municipal.
Parou, e colocou a mão direita atrás da orelha, em forma de concha, para ouvir melhor o sino repicando a sua frente, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.
Era o sacristão chamando os fiéis, para a “encomendação de um corpo.”
O curioso é que, naquele dia, ele não atendeu o apelo religioso, apesar de nunca ter perdido um enterro na cidade (tinha essa boa fama); mas, aproximou-se da Paróquia, e tomou a benção ao Seu Vigário, que estava posicionado à frente do Templo, recebendo o povo, para a cerimônia fúnebre.
Riscou o dedo polegar direito na testa, três vezes, e inclinou-se levemente para frente, em sinal de respeito ao Pároco, ao Santuário e ao falecido. Beijou um enorme crucifixo metálico, preso num cordão feito de argolas, de lacres de latinhas de alumínio; confeccionados artesanalmente, pelos presos da cadeia púbica local;
Olhava ao longe, o esquife num ataúde com a Bandeira do Brasil sobre ele, próximo ao altar; era um filho ilustre que havia “partido antes do combinado.”
Rogou a Deus por ele em silêncio, estendendo as mãos unidas,uma a outra, e levantadas verticalmente, rumo ao céus.
Deu as costas ao Reverendo, sem se despedir, e desceu a Rua do Comércio, enxugando com a manga da camisa, algumas lágrimas que insistiam em descer, lentamente dos seus olhos castanhos, se escondendo no emaranhado de sua barba; resultante do impacto da perda irreparável. – O Pároco lhe dissera o nome do falecido anteriormente.
Teve fome...
Já era meio dia e ele ainda não havia forrado o estomago.
Entrou na padaria de Zé Padeiro. Pediu um lanche, sem dinheiro. – “Não preciso de dinheiro: tudo o que vocês vêem, são meus...” deixava isso bem claro nas poucas conversas que tinha com as pessoas,digamos,normais.
A atendente lhe deu um pão dormido, sem manteiga mesmo - como sempre o fazia, e um café num copo descartável.
- “Capricha senhora!... É para dois tomar.” A moça colocou mais um pouquinho.
E ficou sem entender: pois não o viu acompanhado de mais ninguém!...
Ao retornar a sua casa, pelas mesmas pisadas, parou diante do caminhão em que Paulo trabalhava; que estava encostado junto ao meio fio, logo à frente; e conversava seriamente com ele. Sim! Com o caminhão.
Que estava cheio de laxas de Aroeira. Com uma ponta de eixo quebrado. Na porta do Armazém de Seu Natã.
O proprietário do caminhão, já havia pedido ao papai que desse uma olhada no mesmo; pois, teria que se deslocar até a Capital Federal, para comprar a referida peça. Pois não a encontrava na região, para repô-la.
Ainda que as faculdades mentais de Rival não funcionasse cem por cento; ele tinha um coração piedoso. Com certeza, aquilo era um Reflexo da criação que recebera de seus pais. Que por sua vez, eram pessoas muito religiosas e bondosas.
O sol estava a pino e não havia uma nuvem sequer, nos céus, para atenuar a sua intensidade.
Rival, por sua vez, continuava parado em frente ao caminhão, dando andamento na prosa...
Depois de ter observado por muito tempo aquela situação; de todos os ângulos possíveis. Continuava olhando, olhando,olhando... E, balançava a cabeça de um lado para o outro. Como quem não concordando com aquela situação.
E conversava baixinho, de maneira que só o caminhão ouvia:
- “Isso que estão fazendo com você é um absurdo, é uma desumanidade muito grande! Como é que pode tanto descaso, com um ser tão indefeso!”...
Falava com sigo mesmo:
- “Coitadinho!... quanta judiação!... Quanto tempo sem comer e sem beber; já cheirando mal, e cheio de poeira, com esse calor tremendo que está fazendo, não pôde até agora, tomar um banho para refrescar; como tem sofrido!”...
“Não tenho mais tempo a perder: tenho mesmo de fazer alguma coisa.” Pensava ele.
E, lhe sobreveio uma iluminura, procedente do seu coração grandioso: então, deu o seu lanche para o caminhão comer.
Antes de despedir-se, balbuciou quase imperceptivelmente, algumas palavras:
- “Tenha um bom apetite! Voltarei amanhã para ti ver.” E, foi-se embora balançando a cabeça, desaprovando aquele estado de coisas.
Repetiu o gesto de alimentá-lo, durante mais de quinze dias.
Todos os dias, sempre nos mesmos horários, ele deixava próximo à placa, um pão e um cafezinho, para o aquele pobre e faminto caminhão, alimentar-se; porque a “fome é negra”.
- 13.04.16
Quando câmara e senado não respeitam a Constituição de seu país é porque as leis ali contidas já nasceram mortas.
Você não apreende a mesma coisa ao ler o mesmo livro duas vezes, pois tu já não és mais a mesma pessoa de antes.
Salmo 2016.
A felicidade parece não existir, os amigos sumiram os familiares já desapareceram, momentos de dor e solidão, já não existe ninguém com quem possa contar, até a morte seria uma grande vitória neste momento, já não posso contar com ninguém, estou esquecido, porém, apenas Deus não me permite desistir, Senhor socorre-me, não deixe que minha essência se vá, pois em ti confiei não me deixe desamparado, muda a minha sorte, pelo nome que brilha em seu torno. Amém.
Jorge Mello
Voce me tocou... nao era simples recado... eu que nem era amado... e você me tocou já bem era obrigado.... seguia conformado e desconfiado.... ou era tudo ou nada, é você me alcancou
Bom dia
Cultivando corretamente
Já viu alguma coisa crescer de fora para dentro? Difícil não é? Lembre-se tudo para crescer perfeita e corretamente tem que vir de dentro para fora não existe outra saída, algum defeito aparecerá durante sua caminhada e estagnará seu crescimento é o mesmo que todos que procuram um melhor modo de vida estar seguindo uma direção e você estiver indo ao sentido contrário, vai ter que voltar todo o caminho que já fez de volta erradamente. Portanto mesmo que o processo seja lento e doloroso, melhor é colher uma grande quantidade de frutos sadios lentamente de um pé bem cultivado, há colher vários frutos podres de uma grande plantação.
Já não me servem as janelas
Se as portas se escancaram...
O rio já me é pequeno se o mar invade minha alma...
Ja não sou tão pequena, nem tão grande assim...
Não sou fraca...nem tão forte quanto pensam de mim...
Se alcanço a lua...Essa está muito perto...prefiro as estrelas...
Se o sol brilha forte pra mim...sou apenas um pequeno raio de luz...
Sou mulher...
Sou esposa...
Sou trabalhadora...
Sou guerreira...
Sou parte da vida de alguém...as pessoas são parte da minha vida aqui...
Já não me cabem vielas...quero as grandes cidades...
Já não passo por ruas, quero as estradas...
Quero o mundo...quero as conquistas...quero o inteiro ...já não me servem metades....
Sou completa e em busca do todo que me surpreenda...
Em busca do tudo que me penetre e me faça sempre um ser humano melhor...
Espero da vida apenas a vida...
A docilidade do amor...
O meigo carinho dos que me cercam...
E a companhia daqueles que realmente me admiram...
SOU assim...e quando já não me cabem as poucas e pequenas coisas vou em busca das grandes coisas que servem pra mim...
Não adianta nada tentar continuar com a parlapatice de ontem se já anteontem não passava mais de um pequeno pedaço estilhaçado de coisa senso comum. Coisa remendada nunca será fiel à sua construção. O que vale na vida é realmente o que tem importância e nos faz querer estar vivos para aproveitar até o último segundo. O resto sempre será o resto e ninguém vive disso.
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