Quem Gosta de Ouvir Nao quer Falar
"Quando você é amado por Deus, não há fronteiras, problemas, contravençãos do inimigo. Que faça você quere desistir
ou se afasta da presença dele."
Há tratamentos árduos!
Não precisa diretamente expôr o pior, basta conduzir para o melhor e deixar a análise acontecer.
Não tem pára-brisas com sensor de chuva,
nem tão pouco volante com regulagem de altura.
Os faróis não ascende automático
e o retrovisor, tem que esticar o braço.
Não tem chave inteligente
e também não tem ar quente.
Não tem sensor de ré
e GPS ... nem sabe o que é.
Não tem central multimídia
e o som é um radinho de pilha.
Mas tem nela um grande coração
e leva consigo alegria e satisfação!
Hábito de não escutar!! Qdo uma pessoa perdeu o hábito, a disciplina de não escutar: Ela antecipa seus julgamentos. Afasta da verdade, do entendimento, perde a amplitudade da visão. Julga o desconhecido. Sofre pelo não ocorrido. Chora pelo imaginário. Se fecha na insensatez, perde o equilibrio. Com isso, invade a tristeza, o mal estar, a dificuldade de entendimento nas relaçoes inter - pessoais , se torna prepotente, e passa a não se tolerar. A bagagem vai se tornando pesada demais diante da vida. !! Simone Vercosa.
IN CANTOS
Canto nu, uirapuru
Canto lá , sabiá
Canto não, azulão
Canto, embaraço, sanhaço
Canto sim, papa capim
Canto mal, ó cardeal
Galo da campina
Minas, esquinas
Passarinho em sua sina
Canto só, sem voar mocó
Sai do peito, Assum preto
Canto otário, me salva o canário
Belga ou da terra
Do céu e das nuvens
Bel canto em esperanto
Canto nu, urubu
Versos emplumados
D’alma inquieta
Espinha não ereta
Que jaz em uma cama
Um quarto
Assobio sem sucesso
O espólio do das penas
Pena.
Luciano Calazans. Serrinha, Bahia. 22/12/2017
"O inferno não é o lugar de arrependimento, mas o destino daqueles que não se arrependeram no tempo devido"
Não se iluda, muitos elogios, amigos e/ou seguidores nas redes sociais NÃO são provas de que você esta agindo corretamente, analise-se e observe-se VOCÊ mesmo e assim conclua qual o seu atual estado.
CASO VOCÊ NÃO SAIBA.
Não! Não ouvirei o sussurro da sanha
De temer a luta — e não ser temido
De temer o luto — sem ao menos lutar!
De temer sanhas, façanhas e artimanhas
De uma vez por todas, daqueles que tentam amiúde fazer o auriverde, pendão auriverde, brado auriverde sangrar.
Não sou Aquiles tampouco Heitor
E Não serei o fígado de Prometeu...
Quero Atena atenuando a quase calefação do meu sangue, vermelho sangue, suado sangue — enquanto párias jogam xadrez
Macabras aritméticas
Tenebrosas equações
Quinhentos e treze é morte, é monturo e azar
Malfadado português falado por quem desconhece os verbos, incluindo o SER!
Preferem à revelia de milhões,
E em milhões o verbo Ter...
Poder? O que é poder?
Onde começa? Onde termina
Poder é não querer e poder não sucumbir à besta e suas quinhentas e treze cabeças
Línguas bifurcadas, perdidas, enroladas, perdidas e ensimesmadas.
Poder?
Prefiro não discorrer sobre tal verbo
Tão procurado da mais vil forma subsidiado pelo mais vil metal.
Quero o sonho, o pão e a arte
Quero a vida comungada em qualquer parte
Quero a lucidez da comunhão
Quero a loucura do sim e do não
Quero abrigo para os meninos
Quero abrigo para as meninas
Quero água do sertão
E a brisa beira-mar
Quero o rio doce em minha língua
Quero minha pátria
Tabaréus, cafuzos, mamelucos, mulatos – nação vira-lata!
Sim! Vira-lata!
Prestem atenção! A besta jamais dirá sim
Sem algo em troca.
Quinhentos e treze cabeças
Bilhões de Aves Marias
Amém .
Luciano Calazans. Salvador, Bahia.
-
Quando a simples existência de alguém faz com que outra pessoa se sinta ameaçada, o problema não é do existir, mas do sentir.
ANÓDINAS
O que sou?
Sou um cão
Um grão
Um não
Um tudo
Um nada
Nada é talvez
Tudo é talvez
Mal-passado
Passado o mau
Peço anódinas
Quentes, frias, mal-passadas
Mas que cheguem depressa
Pois a depressão inútil e controversa
Está aqui, latente
Dentro de mim ou em forma de gente
Cercando minha casa de palha
Meu jardim de plumas
Meu viver de sonhos.
O que sou?
Um fruto de um ventre
Um soprar de um vento leste
Uma ponta de icebergue
Uma semibreve
Preliminar de uma vida seca
Linha torta desenhada pelo tempo
Que caleja e que ensina
Que somos o que não querem
Que fomos o que queriam
Seremos uma pergunta [sempre]
Quem sou?
A tépida face que gargalha
A funesta sílaba de uma fala
A sábia águia a voar
Na vastidão de mil tormentos
Em segundos, meses, momentos
Que voam em uníssono
Em diferentes cores e firmamentos
O grão germina
É da sua natureza
Quem enxergar tal grandeza
Há de ser sempre a tal águia
A grandeza de um grão está em sua morte
A grandeza do sim é suportar
Um simples não
Com ou sem anódinas
Passado mau
Leite derramado
Mal-passado.
Quem é você?
O que é você?
Outra luz a acender...
Racismo não é chamar alguém de negro - isso é uma cor - e sim da FORMA, INTENÇÃO e SITUAÇÃO em que isso é dito.
Um sonho quando é de alma ele não pode ser interrompido, talvez tú ser humano não entenda quando perde tal coisa ou te é tirado algo, só depois ao baixar dos ânimos, do sangue e da poeira vem a compreender que o que é propósito teu, será teu no tempo certo e caíra naturalmente nas tuas mãos para que seja usufruído.
Atenção com os sapatos. Não é exagero afirmar que a apresentação de um orador pode começar pelos pés.
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