Quem Finge Odiar Só pode Amar
Na separação, o amor se transforma em memórias que aquecem o coração, enquanto o ódio se torna o frio silêncio que preenche o vazio deixado pela partida.
Na dança das emoções, um triste giro,
Transformei amor em ódio, suspiro.
Cruel destino, caminho incerto,
Enterrar o afeto, num túmulo deserto.
No coração, flores murchas de um passado,
O amor que vivia, agora sepultado.
Despertei o ódio para libertar,
A dor que sufocava, era hora de acabar.
Cortar os laços, desfazer a trama,
Doce amor agora na lama.
Sepultei sonhos, enterrei o querer,
Para renascer, preciso esquecer.
No solo do adeus, planto a saudade,
Memórias desfeitas, na escuridão da verdade.
Ódio, um veneno que liberta a prisão,
Do amor que se foi, na última estação.
O mundo necessita de poetas
Poetas esses
Que entende o amor
O ódio
O desejo
A tristeza
Para trazer assim
O conhecimento aos não poetas.
Reação inconcebível do ser, quando se encontram ódio e amor, vencerá o mais forte em resistir o mal intrínseco ao seu interior.
O amor construiu o universo, mas o ódio dos humanos faz de tudo para destruir a criação do amor. Por ele e para ele, Jesus Cristo nosso Senhor.
Ódio!!!!! diga não !!!!!
Cultivar o ódio traz pessimismo , desavença e lágrimas
Plante o amor na sua vida que você irá colher a luz no seu jardim da vida !!! Passe a ver as coisas de outra maneira . Semei a concordia e a paz !!!
Trigo e joio
Deus é amor, é a pura verdade,
O diabo, do ódio, é a crueldade.
O homem se perde, busca o luar,
Mas sem plantar, como irá colher o pomar?
Semeamos mentiras, colhemos espinhos,
Trilhamos caminhos tão mesquinhos.
Frustrados, vazios, sem saber amar,
Mal amados, seguimos a tropeçar.
O bem luta, vence, é luz que clareia,
Enquanto o mal, na sombra, se enleia.
Engana quem finge, quem se deixa iludir,
Mas a conta da vida um dia há de vir.
Quem estás a servir? Deus ou o mal?
Na colheita da vida, és trigo ou o joio final?
Escolhe o amor, a verdade, o perdão,
Pois colhemos o que plantamos no coração.
Porque compartilhar o amor é mais difícil do que expressar o ódio. Enquanto o ser humano não se achar digno de amor próprio, ele odiará.
