Quem Diria que Iria te Reencontrar
Poder construir boas lembranças é um privilégio, principalmente, ao lado de quem se ama, um momento simples e abençoado, sorrisos sinceros, corações gratos, um fôlego para a alma, uma vivência que não se perde com o caminhar do tempo, permanece guardada na mente e a cada volta do sol, vai ficando mais preciosa, permissão do amor divino, lindas memórias que torna a simplicidade incrível, que faz o viver valer a pena, apesar das lutas, das perdas e dos conflitos.
Triste quando somos cúmplices de quem nos maltrata com atitudes ou com palavras, juntos agindo em prol do nosso próprio desgaste que sufoca a nossa alma, o dissabor da irracionalidade, quando o amor próprio infelizmente se apaga.
Abençoada verdadeiramente, arte muito graciosa, essência resiliente com os olhos gentis de quem não desistiu da bondade, apesar de ser algumas vezes desafiada pela vida, inclusive, pela maldade que muitas vezes está disfarçada, então, obviamente, ela é uma grande bênção genuína, guardada pelo zelo amável do Senhor, o que faz a presença dela ser de fato bastante significativa
A tristeza fortalece o seu coração, a sua beleza expressiva é cada vez mais aprimorada pelo amor, resultando em uma gentileza amorosa que contraria a dor que já sentiu e sente a sua alma nos seus momentos de fraqueza, assim a cada batalha graças a Deus tem saído vitoriosa e mantido a frieza distante do seu comportamento, sendo um lindo raio de sol, um fogo constante de renascimento
Imperfeita, porém, tem suas qualidades, feita de sentimentos calorosos, uma boa companhia para se ter por perto com sua personalidade romântica, engraçada, autêntica, temente a Deus, que faz um bem inegável, agindo o máximo que consegue de uma maneira gentil que reflete no seu olhar esplêndido com um espírito juvenil, naturalmente, intenso, não é à toa que tal pessoa incrível aparece nos meus versos.
O amor próprio não é se conhecer, mas sim buscar o conhecimento externo de quem ainda não conhecemos.
Guarda cada palavra como quem coleciona recibos de um teatro mal ensaiado — um dia, a bilheteria vai fechar.
Boi de piranha…
A expressão "boi de piranha" tem sido pronunciada com a leveza de quem acredita tê-la compreendido por completo. Ela é evocada, muitas vezes, como um atalho linguístico para justificar decisões pragmáticas, friamente calculadas, em que um indivíduo ou elemento de menor "utilidade" é sacrificado em prol do avanço do coletivo. Porém, será que essa interpretação trivial esgota sua complexidade? E mais: será que a escolha do "boi" realmente denuncia sua suposta inutilidade ou, paradoxalmente, expõe a fraqueza daqueles que permanecem protegidos pela margem, à espera de um ato que os poupe da voracidade do mundo?
Imagine o cenário: um boi é conduzido ao rio infestado de piranhas, um animal que, na narrativa popular, é descartável, o elo mais frágil da corrente. Ele é jogado, destinado a ser devorado, enquanto os outros atravessam em segurança. Essa imagem inicial, aparentemente óbvia, esconde uma inversão que poucos ousam considerar: o verdadeiro sacrifício não é do boi, mas da própria dignidade dos que o escolhem. Pois, ao dependerem de um estratagema tão sórdido, esses sobreviventes revelam não uma força meritocrática, mas uma debilidade moral que os torna incapazes de enfrentar os próprios predadores.
E o boi? Esse, ao ser lançado à correnteza, não é apenas um peão descartável, mas o pilar que sustenta a travessia. Ele, na verdade, carrega o peso da incapacidade alheia, da covardia disfarçada de estratégia. Será que o boi é descartável? Ou será que ele é, em última análise, o único elemento da equação que realmente cumpre sua função de maneira plena? O sacrifício do boi não denuncia sua inutilidade — pelo contrário, é justamente sua utilidade que o torna sacrificável. Afinal, a escolha recai sobre aquele que, de alguma forma, ainda tem algo a oferecer, mesmo que seja sua carne. E quem resta na margem, a salvo, o que oferece?
Agora, observemos o outro lado da questão: e se o sacrifício do boi não for mais do que um artifício para mascarar a mediocridade coletiva? Se o "boi de piranha" é necessário para que o grupo avance, isso não implica que o grupo, em si, é incapaz de avançar sem ele? O gesto de apontar um para o sacrifício não seria, então, o reconhecimento tácito da própria insuficiência? No fundo, quem são os verdadeiros inúteis? Os que atravessam, carregados pela ausência de mérito, ou aquele que, mesmo ao ser condenado, cumpre seu papel com a dignidade de quem sustenta o avanço dos outros?
Há, portanto, uma ironia subjacente na metáfora do boi de piranha. Ela não apenas questiona a relação de valor entre o indivíduo e o coletivo, mas também expõe uma verdade incômoda: muitas vezes, o sacrifício de um não é a evidência de sua menor importância, mas a demonstração de que o restante não tem outro meio de prosseguir sem recorrer a esse ato. O boi, em sua morte, é mais útil do que a soma dos que vivem às suas custas. E o que isso diz sobre nós, enquanto seres sociais, quando dependemos de uma perda para justificar nossa continuidade?
Ao fim, resta a dúvida que inquieta a mente: o sacrifício é mesmo uma questão de utilidade ou inutilidade? Ou é apenas a prova de que nossas estruturas, por mais que pareçam lógicas e funcionais, muitas vezes se sustentam sobre a fragilidade de um gesto desesperado? Talvez, o boi de piranha não seja quem perde a vida, mas quem, no conforto da travessia, acredita tê-la preservado.
Inicie o dia como quem empunha a determinação de moldar o destino, ciente de que a excelência é fruto do labor incansável, e que somente aqueles que semeiam com afinco colhem os louros da realização.
“Não é presunção ! Não é snobismo ... mas quem é criativo raramente tem tempo de apreciar a criatividade dos outros. Quem for criativo não se pode distrair ... está em jogo a sua própria criatividade"
" Na escrita e quem for escritor deve ter em mente o seguinte :Não é o assunto que é importante, importante é como se trata o assunto. Não é importante dizer que o mar é azul, mas sim dizer que o mar não poderia existir se não fose pelo azul "
Bem tolo é quem acredita na frase feita "Deus acima de tudo"... é que, para ser verdade, a palavra Deus tem que ser substituída pela palavra carteira.
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