Quem Ama Nao Erra
O seu pior dia ainda é o sonho de alguém. Pra quem é cego, enxergar por um dia seria o maior milagre da vida. Pra quem é tetraplégico, dar um passo seria o sonho de uma vida inteira.A gente reclama do que tem, enquanto outros imploram pra ter o que a gente chama de pouco. Então, antes de pedir mais, agradeça.
Pra quem é cego, enxergar por um dia seria o maior milagre da vida. Pra quem é tetraplégico, dar um passo seria o sonho de uma vida inteira.
A constância na fé é o que separa os curiosos dos convictos. Quem crê quando é fácil, admira. Quem crê quando dói, conhece.
Quem enxerga além do comum acaba vivendo aquém de qualquer lugar. Porque onde todo mundo só passa, quem vê demais permanece e por isso não pertence.
Quem vê demais aprende cedo que nenhum lugar é grande o bastante para quem carrega mundos dentro dos olhos.
Nicodemos sabia quem Jesus era,
mas entender a verdade nunca foi a parte mais difícil. Porque às vezes o problema não é reconhecer a voz de Deus. É aceitar tudo o que precisa mudar depois de ouvi-La. E às vezes somos nós, pedindo direção enquanto tentamos negociar aquilo que já sabemos que precisa ser deixado para trás.
Cheguei numa fase da vida em que política virou só barulho distante. Quem entra ou sai do poder não muda minha riqueza, meu estilo de vida nem a paz que construí.
A poesia tem utilidade? quem sabe que a linguagem é um antídoto para a mente... sabe que já se encontrou em muitos poemas vida afora... e já tá medicado pelo ser humano que cura-se no muito de si — que é o outro: que não precisa de um medicamento, mas falar coisas que se encontram sem frases... e essas substâncias sem frases; não incomodadas pelo encontro com o justo — era isso que eu sabia, sentia, pensava; mas não tinha palavras para olhar o eu, o seu ser que encontra-se em tratamento — de pensar — que o quê ainda não foi poetizado: leva o alto custo da sociedade com fármacos — agora com o susto que me dar a frase, que encontro no meu silêncio... essas palavras são pílulas de razão para o quê do outro... na cirurgia de um poema,
no corte preciso que palavras poetizadas fazem para o humano que se pega na frase do outro...
já sente melhoras do que antes não ter palavras. Assim: essas palavras —
poema de doze em doze horas e escutar o humano que não foge a regra.
Leonardo Mesquita
“Descobrir o propósito da sua existência é uma das forças mais transformadoras da vida. Quem reconhece sua missão deixa de caminhar ao sabor do acaso e passa a trilhar uma jornada feita de direção, coragem e significado. A consciência do porquê é, em última análise, o que verdadeiramente nos liberta.”
"OTIMISTA SEMPRE"
A forma como você vê a vida é quem vai definir como vai ser o hoje, amanhã e sempre. Tudo passa, coisas boas ficam. Coisas ruins servem de lição. A vida é assim. Quando se ganha, ganhou! Quando se perde, ganhou também (aprendizado). Enfim, sempre ganhamos alguma coisa!!!
Quem simula intolerância ao sistema corrupto, geralmente só quer garantir a permanência do seu monopólio.
Hoje a gente bebe pra ver se o álcool apaga essa mania besta de esperar por quem já esqueceu o meu número.
Para quem está acompanhado, é só mais uma data no calendário; para quem ficou sozinho na calçada, é um campo minado.
JÓIAS DEVOLVIDAS.
Do livro: Quem Tem Medo da Morte?
de Richard Simonetti.
“Jóias Devolvidas” é um dos contos mais conhecidos e emocionalmente penetrantes da literatura espírita contemporânea. A narrativa apresenta uma reflexão profunda sobre o apego humano, a transitoriedade da matéria e a verdadeira natureza dos vínculos afetivos sob a perspectiva da Doutrina Espírita.
O enredo gira em torno de uma mulher que perde prematuramente os filhos e mergulha numa dor devastadora. Revoltada contra Deus e incapaz de aceitar o sofrimento, ela procura um sábio homem espiritual em busca de explicações. Esperava consolo imediato, talvez alguma fórmula para anestesiar a própria angústia. Entretanto, recebe uma comparação inesperada.
O mentor lhe pergunta se ela possuía jóias valiosas guardadas em casa. A mulher responde que sim. Então ele questiona:
“Se alguém lhe emprestasse jóias preciosas durante alguns anos e depois viesse buscá-las, você acusaria essa pessoa de roubo?”
A mulher responde negativamente, afirmando que aquilo que é emprestado continua pertencendo ao verdadeiro dono.
É nesse instante que surge o núcleo filosófico do conto.
O sábio explica que os filhos não pertencem aos pais em sentido absoluto. São Espíritos imortais confiados temporariamente ao cuidado da família terrestre. Deus os concede por empréstimo sublime para que haja aprendizado, reencontro, reparação e amor. Quando regressam ao plano espiritual, as “jóias” são apenas devolvidas ao verdadeiro proprietário da Vida.
A alegoria é profundamente coerente com os princípios espíritas sobre reencarnação e sobrevivência da alma. Segundo O Evangelho segundo o Espiritismo, os laços familiares transcendem o túmulo, e a morte física não rompe os vínculos do afeto legítimo. O corpo perece, porém o Espírito continua sua jornada evolutiva.
O conto não banaliza a dor materna nem reduz o luto a um discurso frio de resignação. Pelo contrário. Richard Simonetti trabalha a dimensão psicológica da perda mostrando que o sofrimento nasce, muitas vezes, da ilusão de posse. O ser humano acostuma-se a dizer “meu filho”, “minha esposa”, “meu pai”, como se as almas fossem propriedades definitivas. O Espiritismo, entretanto, ensina que ninguém possui ninguém. Todos são companheiros temporários na travessia terrestre.
Há também um aspecto moral extremamente elevado na narrativa. A maternidade e a paternidade aparecem como missões espirituais e não como direitos absolutos. Os pais são administradores de consciências em formação, responsáveis por oferecer amor, orientação ética e amparo moral enquanto durar a experiência encarnatória.
Sob prisma psicológico, o conto toca numa das maiores angústias humanas: o medo da separação. A perda física parece insuportável porque a consciência materialista encara a morte como extinção. Já a visão espírita modifica radicalmente essa percepção. A ausência transforma-se em distância temporária. O túmulo deixa de representar destruição definitiva e passa a simbolizar apenas mudança de estado existencial.
A força do texto reside justamente na simplicidade simbólica da metáfora. As jóias representam aquilo que mais amamos. E quanto mais valiosas, menos realmente nos pertencem. O amor verdadeiro não aprisiona, não reivindica posse e não exige permanência eterna na matéria. Ama sabendo libertar.
O conto também dialoga profundamente com a questão 934 de O Livro dos Espíritos, quando se discute por que criaturas boas sofrem tanto na Terra. A resposta espírita demonstra que as provas dolorosas frequentemente possuem finalidade educativa, expiatória e evolutiva. Muitas vezes, reencontros familiares são breves porque certas almas necessitam apenas de pequeno contato regenerador antes de retornarem ao mundo espiritual.
Richard Simonetti consegue transformar uma reflexão doutrinária em experiência emocional. Não escreve apenas para instruir intelectualmente, mas para tocar regiões profundas da alma humana. Seu conto convida o leitor a substituir revolta por entendimento, desespero por esperança e posse por gratidão.
A verdadeira tragédia não é devolver as jóias ao Céu. A verdadeira tragédia seria jamais ter recebido seu brilho por um único instante sequer.
Fontes:
Quem Tem Medo da Morte?
O Livro dos Espíritos.
O Evangelho segundo o Espiritismo.
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Trocaria tudo o que tem?
Se esvairia pra acabar com alguém?
Por ter tirado quem te quer bem. Jose Sergio da Silva
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