Quem

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Para perceber que é essência pura você deve se permitir mais!

Observe quem rega com substância o seu jardim e a sua vida!

Perceba o que poderá te trazer alegria, sorriso, cumplicidade, companheirismo, fidelidade e, sobretudo, renúncia!... pois o amor é isso!

Depois dessa leve caminhada e se não encontrar muita coisa, ao menos, se ame sobretudo!

Não precisamos de ninguém para sermos felizes,
então, agora, é só se permitir ser amad(a)(o)!

O que é o amor?

É amar mesmo quando não se é amad(a)(o)!

Não podemos solicitar muito dos outros!

Aceitemos mais do que pretendermos ser aceitos e, assim, seremos acariciados pelos pequenos gestos!

Compreendamos o que nos importa como qualidade e desprezemos um pouco as quantidades que, apenas, subtraem.

Não é difícil sentirmos!

Sintamos o cântico do vento suavizando a nossa face!... é só sentir!

O amor é sutil!

Não queima e não exaspera!

Chega e se aconchega!... e nunca vai embora, mesmo quando alguém que amamos prefere seguir sem a gente!

O amor suplanta tudo isso e as carícias da noite repleta de lembranças e saudades tecem motivos inenarráveis para não nos sentirmos solitários de nós mesmos!

Inserida por BALSAMELO

Os eflúvios da alma são pertinentes para quem pensa.

Pensar é causar!

Acendo uma lâmpada nas manhãs de cada manhã e,
muitas vezes,
sinto a escuridão na minha alma em face aos tantos enredos que surgem revelando outras adversidades, tantas injustiças sociais e pelos repetidos julgamentos sobre os sentimentos que pinto na tela do sempre!

A penumbra surge pela insaciável sede de me encontrar pleno e sem algemas para o voo.

Reflito!... repiso este pensar e refletindo melhor, sinto que a despeito das asas prontas para singrar no infinito... permaneço preso nesta grande gaiola da indiferença, da insatisfação, da busca desconhecida da definição do que fazer,
de como me transformar em um indivíduo mais leve!...

Surpreendentemente, encontro-me e sinto os tantos ais que ciscam meus olhos e sangram minha alma.

Inserida por BALSAMELO

No abuso da autoconfiança reside o seu risco... também, quem vive com os carimbos da vida não pode temer esta singela observação.

Inserida por BALSAMELO

Não vivo de passado e, muito menos, de futuro. Tenho o meu agora para ir e vir... quem sabe, ele possa ser lembrado como um bom passado e, melhor, como uma visão moderna de futuro quando lá chegar.

Inserida por BALSAMELO

O resto pode não ser o resto para quem dele sobrevive.
Penso com pronfundidade para não ser tão trivial nas considerações da vida.
Amo e isto é o que pacifica a minha alma.

Inserida por BALSAMELO

Abra suas asas e
quem sabe, voando juntos, os nossos pesos serão suavizados!

Inserida por BALSAMELO

Não deixe as lágrimas incomodar os seus olhos....elas aliviam o pesadelo de quem as originou.

Inserida por BALSAMELO

Não são os elefantes que nos metem medo, pois eles são visíveis e quem não consegue percebê-los são cegos de olhos abertos.
Observemos as formiguinhas, pois são os detalhes que nos aniquilam.

Inserida por BALSAMELO

Ser é o fundamento sólido para quem quer ter a vida significativa nesta esfera que gira e nos declara, num simples gesto, seres passageiros usufruindo dos empréstimos do Criador.

Inserida por BALSAMELO

Ollhamos para quem nos olha.
Sorrimos para quem sorri e alegra as nossas almas.
Ouvimos quem nos concede a oportunidade da fala.
Falamos para quem consegue nos ouvir.
Amamos, muitas vezes, quem não consegue entender o amor dedicado e verdadeiro... mas, o amor, é a sutileza para a alma viver voando.

Inserida por BALSAMELO

Vou tentando entender o que não entendo,
quem sabe, para não inserir tantos pontos alinhados na definição das reticências.

Inserida por BALSAMELO

Quem sabe ou na certeza de sermos obra Dele...cruzamos as linhas do destino para sorrirmos enfim.
Arquiteto ímpar das nossas vidas...desenha as nossas asas para flanar novos ares e para velejarmos novos mares.
Nele coloco as minhas mais puras convicções de fé, de perseverança, pois sem a caridade não há obra edificada.

Inserida por BALSAMELO

Quem disse que a vida tem preço?
Quase todo mundo.
Vivem pagando e comprando quase tudo... Só não conseguem encomendar a alegria e o respeito do próximo.

Inserida por BALSAMELO

Olho somente para quem me olha,
mas olho para todos que os meus olhos alcançam.

Vejo o mundo e ele me vê.

Inserida por BALSAMELO

Verve em mim a súplica do sorriso, mesmo desleixado, depois do abraço.
E dói em minha têmpora, quem sabe alma, a falta dos seus braços para o abraço.
Fervilha as letras desunidas neste ajuntamento de ais que nascem da sua insensibilidade.
Morro o que me alimenta, mas hei de vencer este desencontro para me encontrar em uma alma feliz.

Inserida por BALSAMELO

Perde quem escolhe partir sem motivos e mentindo estar feliz quando a alma chora pelos olhos!⁠

Inserida por BALSAMELO

O amor flui para quem tem amor!
Sucesso caminha para onde existe o sucesso!
O dinheiro atraí quem produz o equilíbrio existencial de modo a não deixá-lo preso no seu castelo existencial!
Semelhante atraí seus iguais!

Inserida por BALSAMELO

A angústia de não saber quem somos é a chave para encontrarmos a resposta
Jordan das Chagas Pena
Idealismo Existencial (2026-2030)

#Ingenuidade

Vivo tranquilo...
A liberdade é quem me faz carinho...
A brisa, como tem tempo não tem pressa...

Flores, música, poesia...
O luar e o sol...
São minhas companhias...

Bastam minhas asas...
Escolho a ousadia...
Ilusão de cada dia...
Vivendo em maestria...

Não é da minha natureza esperar que me deem liberdade...
Não sinto medo...
Até quando não percebo...
Eu mesmo me concedo...
Serei eu ingênuo?

Sandro Paschoal Nogueira

#O. #CHAFARIZ

Quem sabe do menino que por ali passou?
Águas a fluir...
Ele contemplou...

No largo da matriz com o chafariz se encantou...
E a passado voltou...

Havia algumas flores em volta daquela fonte...
Pássaros cantando alegremente...
Sorrisos de trauseantes...
Gargalhadas de crianças brincado de pique esconde...

O sol nas águas formava um arco-íris...
Pura magia...
Lento, lento...
Sacudindo os sonhos...
E nossos desejos...

Eu só queria voltar um tempo atrás...
Subir nas árvores que hoje não existem mais...
Escutar as bandas de outrora...
Me despertando junto com a aurora...

Me lambuzar na maçã do amor...
Algodão doce comer com gosto...
Balançar na barquinha para tocar o céu...
Brincar no carrossel...

E quando eu avistava a nuvem escura...
Desenhava no chão o sol pra não vir chuva...

Sentia-me mais feliz noutro tempo...
No percurso do silêncio do chafariz...
Hoje, diante de sua muda memória...
Me sento...
E fico em paz...

Sandro Paschoal Nogueira