Queda
Não deixe a queda moldar sua personalidade, seu comportamento ou quem você é.
Aprenda que ela apenas faz você se curvar, dobrar e até cair as vezes; tudo para que você adquira mais experiências quando seus sonhos se realizarem e eles serem sólidos; não passageiros.
Apenas confia em Deus independente da queda e o ferimento que ela causou. Quando você entende que tudo o que passou, enfrentou mesmo não sendo o que esperava ou imaginou um dia ter que vivenciar não diminuirá quem você sempre foi aos olhos daqueles que sempre te viram grande mesmo quando estava juntando o que sobrou e buscando forças para se reerguer e começar mesmo sem forças rumo ao seu objetivo.
Não desista, não se faça menos nunca por algumas pessoas que tentaram lhe destruir de alguma maneira ou forma, por se acharem superior e até melhor que você, seja de que forma for enquanto Você tenta recomeçar; isso é normal, o que decepciona é sempre aquelas pessoas que se acham verdadeiras e melhor que você em tudo. Cuidado com este tipo de pessoas...
Ricardo Baeta.
Muitas vezes só enxergamos
A altura após a queda.
Nossa visão estar limitada e
E só enxergamos o que nos
Interessa.
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Senhor coveiro
Abracei a queda do despenhadeiro
Fiz isso pelo tom dramático
Mas não chore quando eu estiver gelado como o ártico
Pegue a sua velha pá
Abra um buraco no chão e nele deixe-me habitar
Pois assim como o meu vô e assim como a minha vó
Vivi em carne e fui embora como pó
Transforme minha história em um conto
Ou em um poema sem vírgula e sem ponto
Porém nunca esqueça de comover o leitor
Jamais esqueça de comover o leitor
Poesia é resiliência
Ato ou efeito
Luta ou queda
Derrota ou vitória
Mares ou ares
Enfim somos turbulências
Em essência da Viagem.
Aqueles que aspiram chegar no topo da montanha esquecem que depois do topo só tem a queda.
E também esquecem que é no fundo do poço que se encontra o ouro!
Independente da situação de cada queda de cada tropeço seja grato pois a gratidão deve sim ser dada pois a oportunidade surge pra agradecer mesmo que tenha sido muito Difícil.
Não tema a QUEDA, porque ela não fere ninguém. O que a física descreve como perigoso, é o impacto da desaceleração.
Meus olhos se inspiraram naquela queda d'água que
ao admirá-la se solidarizou deixando sair do meu íntimo tudo que me causava desconforto e sofrimento.
A cada lágrima escorrida levava consigo as tristezas, inseguranças, dúvidas, medos...
Ao mesmo tempo que contemplava, eu chorava e me curava.
Estou no alto de uma torre
Tão alta que uma longa queda seria fatal
Mas a lua esta tão bonita
Que ignoro tudo isso e fico ao seu lado
Dançando ao luar
E se eu cair
Você continuara dançando comigo?
Não foi facil pra mim manter aquilo como uma simples queda ao chegar em casa e meus pais me verem cheio de hematomas no corpo,tanto que eu nem fui capaz de contar a eles que o estava sofrendo, assim como nunca fui capaz de te dizer o que sentia
A queda do usurpador
Já quis que me chamassem de rei, mas temo ser amante da tirania
Temo ter o antagonismo impregnado em minha biologia
Pois sou culpado de viver em meio a explosões
Assim como a pólvora e o disparo dos canhões.
Nessa trama sou a principal figura antagônica
E a minha queda será cômica
Lembrarão de mim com ódio e não com amor
Vão cuspir em meu túmulo e me chamarão de usurpador.
Arrogante, fui tão pequeno como o menor inseto
E meu espírito sempre foi orgulhoso e inquieto
Somente a solidão, essa deve ser a minha punição
Pois é uma sentença justa para alguém que viveu como vilão.
Eu, escravo de mim
Vou entre o céu e o oceano, como estrela cadente, numa queda inevitável, aluindo no limbo entre os meus desejos e aquilo que os desejos dos outros fazem de mim.
Levanto-me do meu cadáver cuidando para não deixar no meu rosto as marcas do meu sorriso morto, indo em busca do sol, mas hoje tudo é noite...
A esperançosa luz não rompe a escuridão da neblina, o clarão do farol não alcança a nau de velas sujas e madeira fina.
A alma acorrentada no porão não ouve o choro dos meus vivos, aos quais as lágrimas não reconhecem o sal do pelago nem consolam meu corpo...
O destino, ahhh esse me esquecera ali...
O rugir do mar revolto revirando revoltas já tão reviradas aqui dentro de mim.
Eu vivi e morri sem entender afinal, qual o sentido de estar aqui.
