Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Minha Heroína


Quando o vento sopra e eleva meu pensamento como uma folha seca ao vento,
pego-me recordando de um momento em que a luz do olhar dela me fazia transbordar em sentimento.
Como eu me sentia ébrio, saudoso de ser alfinetado e acolhido ao mesmo tempo.
Espero que minha heroína consiga vencer a batalha que a assola.
Pois a última coisa que “quero” ver em minha vida é o seu sofrimento.
Ansioso, espero apenas saber que minha heroína encontrou novamente o seu alento.


💜🕯🌙🏹

“A manipulação perfeita acontece quando você chama de “minha opinião” uma ideia que nunca examinou.”

Minha filosofia começa onde o conforto termina: desconfio de toda verdade que não suporta perguntas, de todo amor que não forma caráter, de toda educação que poupa a consciência e de toda sociedade que prefere a aprovação à responsabilidade.

Minha filosofia nasce da inquietação diante de uma humanidade que evoluiu em tecnologia, mas regrediu em consciência: questiono o conforto que adormece, o senso comum que aprisiona, a educação que enfraquece, a fé sem transformação e o pensamento que repete sem pensar; porque acredito que o verdadeiro ser humano não é aquele que apenas existe no mundo, mas aquele que tem coragem de confrontar a si mesmo, romper ilusões e assumir a responsabilidade de se tornar aquilo que poderia ser.

FILOSOFIA BALCARSE (PARTE) — A DÚVIDA COMO DESPERTAR

Minha filosofia não pretende ensinar você a pensar como eu.

Pretende provocar algo mais incômodo:

Fazer você duvidar daquilo que pensa quando acredita que já pensou o suficiente.

Porque pensar não é repetir pensamentos. Pensar é investigar quem está pensando dentro de nós.

Quantas das nossas certezas são realmente nossas?

Quantas são heranças, hábitos, medos, convenções e repetições que, de tão repetidas, passaram a receber o nome de verdade?

O senso comum comumente mente.
A mente mente.
E aquilo que não questionamos pode terminar nos governando.

Talvez liberdade não seja fazer tudo aquilo que queremos.

Talvez seja descobrir por que queremos aquilo que queremos.

Passamos a vida procurando respostas, quando algumas respostas são justamente aquilo que nos impede de continuar perguntando.

Por isso digo:

“Para PENSAR não basta PENSAR, é necessário DUVIDAR do que PENSAMOS…”

Veja a própria vida.

Literalmente vendemos nosso tempo para ganhar dinheiro para sobreviver.

Trabalhamos para ganhar a vida enquanto entregamos, em horas, pedaços da própria vida.

Precisamos do dinheiro.

Mas existe um paradoxo que não deveria passar despercebido:

Vendemos tempo para ganhar dinheiro, embora nem todo dinheiro do mundo possa comprar de volta o tempo vendido.

Talvez por isso eu diga que tempo é vida.

Dinheiro perdido pode ser recuperado.

Tempo perdido só pode ser compreendido.

E quase sempre o compreendemos depois que passou.

Vivemos dizendo que estamos “ganhando”.

Ganhando dinheiro.
Ganhando experiência.
Ganhando espaço.
Ganhando reconhecimento.

Mas toda vez que ganhamos alguma coisa, deveríamos perguntar:

Quanto de mim custou aquilo que ganhei?

Há ganhos que nos acrescentam.

Há ganhos que nos subtraem.

E há pessoas que passam a vida inteira ganhando sem perceber o quanto estão perdendo.

É por isso que não acredito em pensamento sem discernimento.

Informação pode ocupar a mente sem ampliar a consciência.

Conhecer não significa compreender.

Olhar não significa enxergar.

Existir não significa necessariamente viver.

E ter certeza não significa estar certo.

Talvez o maior perigo não seja a ignorância.

É uma ignorância tão convencida de si mesma que já se apresenta como conhecimento.

Minha filosofia nasce desse desconforto.

Não quero destruir certezas por prazer.

Quero interrogá-las por necessidade.

Não quero oferecer pensamentos prontos.

Quero provocar pensamentos próprios.

Não quero que você concorde comigo.

Quero que minha pergunta continue dentro de você depois que minha resposta terminar.

Porque uma frase verdadeiramente reflexiva não termina no ponto-final.

Ela começa nele.

A Filosofia Balcarse, se precisar ser resumida, talvez caiba justamente nesta provocação:

Não pense como eu penso; pense no seu próprio pensamento.

Questione inclusive aquilo que acabou de ler.

Questione a mim.

Questione você.

Porque consciência não é possuir todas as respostas.

É não permitir que uma resposta se torne tão confortável a ponto de proibir novas perguntas.

No final, talvez pensar seja exatamente isso:

Desconfiar da mente para não passar a vida inteira acreditando em tudo aquilo que ela nos fez acreditar.

Carlos Eduardo Balcarse
02 de setembro de 2026

“Nem todo pensamento que passa pela minha mente precisa passar a fazer parte de mim.”

“Ocupo minha mente com coisas producentes para não ficar demente.”

⁠Hoje sou só sossego pois o desassossego desmancha diretamente minha definição.

Que a chuva lave as dúvidas, que o espelho revele minha força e que nenhum caminho me faça esquecer de mim.

Minha crítica não é diretiva.
Minha escrita não é carapuça para ser vestida.
Minhas palavras são flechas
que atingem o alvo que se atira à frente.
Que culpa tenho se o que escrevo
é como um espelho que revela a nudez
de quem se coloca diante?
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j.

Estourei o cativeiro da possessividade e resgatei a minha alma sequestrada

Que passe o vento
sobre mim...
Peço apenas que não leve
minha alegria embora.

⁠Assim como o cheiro de um bom perfume imerso em nossas narinas,
sua imagem ficou em minha mente desde o primeiro contato.

Vivo desbastando as arestas imperfeitas de minha pedra bruta para um dia por fé, polir.

Resetar a nossa belíssima Constituição Federal é demais para a minha cabeça. Não quero de jeito nenhum pelas mãos de ninguém. Sempre fui defensora da Constituição, ela é incrível e só pede mais implementação.

Dono das minhas certezas
Vontade da minha vontade
Desejo do meu desejo
Querer do meu querer

Sempre estarei aspergindo a minha essência perfumada no teu caminho, Sou feminina, apaixonada e feita só de carinho.

Você não sabe
e tampouco viu,
A minha poesia
tem asas
capaz de voar
pelo Brasil
onde a noite caiu:

Por ousadia ser
a memória
de milhões de caídos,
A memória
dos desaparecidos,
E ser a voz dos
que não tem voz
na América Latina.

Caiu a noite aqui
em Santa Catarina,
Onde as estrelas
estão próximas,
A pressa é mais
do que urgente
e a Lua sempre
deslumbra
os campos do Sul.

É exatamente lá
no km 36, na BR-470,
em plena Gaspar,
Não preciso nome
e sobrenome
mencionar,
Todos conhecem
quem são muito bem:
Eles querem a todo
o Jequitibá-Rosa
e outras jóias raras
a todo custo derrubar.

⁠Mafra Poética

Mafra da minha História,
minha Mafra poética,
O balançar das araucárias
do meu destino falam
das minhas memórias
que um dia hei de contar,
Nunca deixei de te amar
nesta vida mesmo longe
de ti tendo que caminhar.

Poética Mafra poética,
por tudo o quê fostes,
és e para sempre serás,
Tudo de ti em mim
para sempre sobreviverás.

Mafra poética e amorosa,
quando fecho os olhos
ou vejo uma nectarina,
Recordo que há muita
História a ser contada
nesta Bela e Santa Catarina.

⁠Mafra da Minha História

Mafra nascida de dentro
da bela Rio Negro paranaense,
emancipada filha do nosso
Planalto Norte Catarinense.
Mafra que trago no meu
peito a História e a sua gente.

Mafra minha História de amor
atemporal que nas estrelas
foi pela mão de Deus escrita:
és amor para a minha vida
desta Santa e Bela Catarina.

Da Mafra da minha História
nunca na vida me esqueci,
Que ela nasceu da luta
da tropa que pediu abertura
de caminhos e que nem
o tempo apagou de mim
tal qual o aroma do jasmim
do jardim da memória.

Mafra batizada fostes com
o nome do filho do Major,
Mafra abatida e erguida
pela Guerra do Contestado,
Mafra amor da minha vida.

Minha Mafra fostes
colonizada por imigrantes
alemães, ucranianos,
poloneses, bucovinos e italianos,
Mafra amor para toda a vida
e sempre presente nos meus planos.

Minha Mafra sempre
relembrada com orgulho
por tudo o quê fostes, és e serás,
Mafra és amor para toda a vida
que canto para toda Santa Catarina.