Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
A serpente
A chuva respinga a minha alma
Em gotas de sangue coagulantes
Sufocadas pelo ar que pressiona os pulmões
Os olhos de uma serpente esverdeada
Enlaça em meu olhar e transmuta em minhas veias
O veneno de uma sinceridade falida
Um nevoeiro anunciava por trás das frestas
E somente a luz ali pôde passar e avançar
Em cavalos de batalha, mostrando a cena
Um misto de tragédia anuncia o olhar
Gelo glacial nas pálpebras congela o batimento
Um instante de supressão, de cólera espasmódica
A serpente avança com dentes arreganhados e sorriso
Amarelado pela maldade congelante de uma página da história
O instante do tempo: o muro cai e a luz revela a cor do ambiente
Saltam sapos e o mal cheiro da lama azulada de negro
O vento suaviza a alma em choque, em transe....
A calma visão do absurdo, do desamor configurado em bailado
A presa de sangue gargalha no silêncio do anonimato
E figuras, cenas perdidas assombram o presente
De uma idealização, agora nebulosa e massacrada de negro
O homem presa do homem na selvageria da ignorância
Estraçalha as cortinas transparentes em fúria e fulgor eternos
Sorria..... a máscara do palhaço revela-se vampiro ratejante
E assombra os cordeiros desatentos: devorando-os
Vagarosamente e perpetuamente.
Exceto que no escuro, há o iluminar do amor infinito
Da brisa implícita da boa intenção que tudo revela e modela
Nos fantasmas deformados do que se diz humano.
Quando voce estiver pronta quero deitar ao seu lado e te chamar de minha mulher morder aos teus labios e te beijar da cabeça aos pes te abraçar bem forte e não soltar mais neste momento vou te fazer minha so minha
Lembro como se fosse hoje, você com suas mãos e sentimentos quentes ,fazendo derreter a minha "pedrinha de gelo" na qual todos chamam de coração.
"Sade" tocando na vitrola e sobre a minha escrivaninha ...Uma taça e vários papeis rabicados confidenciando a falta que você me faz .
Um misto de agonia, tristeza, saudade invadiu minha alma
Queria poder arrancar daqui de dentro do meu coração essa sensação...
Sensação que incomoda, dói
Dor que queima, lateja
Já tentei de tudo, já não sei mais o que fazer
Se me aproximo eu me machuco
Se me afasto eu sofro cada vez mais
Eu não posso ficar sempre ao seu lado
Mas também não consigo te deixar
Eu so queria entender,
O que é isso que eu sinto por você.
Lembro do dia em que era perfeita. Em que não haviam marcas de dor em mim, em que minha alma era intacta. Lembro de quando o sorriso era franco e os olhos mais vivos. Eu sequei e isso foi há algum tempo atrás. Primeiro tive que sofrer todas as dores, todas as perdas, toda vergonha e humilhação até entender que após isso eu não iria morrer. Eu que quis, que procurei a morte em sólidos "confetes" brancos, não a achei. Hoje estou aqui. Não tão seca quanto antes. O verde natural da planta que eu sou nessa natureza feroz que nos cerca volta aos poucos. Não. Eu não estou curada, mas estou melhor. Se vai cicatrizar eu não sei. Mas não sangra como antes.
Lagrima porque és tão impiedosa
A ponto de percorrer minha face
Cair em meu coração
E sem pestanejar afogar todo meu AMOR
Deixando apenas um vazio insubstituível
Sou o que sou e sempre serei o que presumo ser. Minha personalidade é mais fixa que a atmosfera; o vento vai e vem, ora fraco e ora forte, contudo jamais deixou de ser o que de natureza é: simplesmente vento.
Fiz de você o meu poema preferido
minha música favorita
meu primeiro pensamento
minha saudade mais sentida.
Fiz de você minha lembrança mais lembrada
minhas palavras não ditas, minha voz mais calada.
Fiz de você o que mais quis e o que não quis também
fiz de você meu sonho que me levou mais além.
Fiz tudo de mim ser de você
pra não ser de mais ninguém
mais não deu; além de mim
tem outro alguém !
"Enquanto meus ossos não virem adubo, e minha alma não sucumba no imenso desconhecido, te amarei até que meu fôlego final nos separe."
A minha transparência é a minha maior inimiga.
As pessoas não estão acostumadas com sinceridade, preferem verdades invetadas e pessoas que não existem.
MINHA TERRA NATAL
Autor: Antônio Ademir Fernandes
Conhecida como a porteira do Rio Grande
Assim é chamada Vacaria minha terra natal
Como mudou bastante minha terra bagual
Onde vivi parte da minha infância
Meu amor por ti não tem distância
Tanta coisa por aquelas bandas mudaram
Tantas saudades no coração ficaram
Como era bom aquele tempo de criança
Já faz quarenta anos distantes
Daquele lugar berço da minha existência
Empolgo-me falar dessa querência
Lembrar um pouquinho já é o bastante
Qualquer coisa parece interessante
Uma rua, um riacho já me encanta
De alegria a tristeza se espanta
Ao ver o sol nascer triunfante
Tantos amigos lá conquistei
O tempo parecia nem existir
Eu só queria brincar e sorrir
O inverno e a neve branca
Soprava o vento uma brisa mansa
A infância parecia uma eternidade
Que hoje se transformou numa saudade
Que para sempre vou sentir.
Um dia lá quero voltar
Matar as saudades de um passado
Deitar na rede e sonhar acordado
Tudo aquilo que lembro ter vivido
Junto com os meus pais queridos
Sentir a terra sob os pés descalço
Caminhar sem sentir cansaço
Andar a esmo com o olhar distraído
Percorrer seus vastos campos
Entrar na Catedral Nossa Senhora da Oliveira
Rezar e esquecer as coisas corriqueiras
Pedir a bênção de Jesus para que me dê vida
Para vencer os obstáculos de minha lida
Viver e ter muitas histórias para contar
Falar de tudo aquilo que conseguir lembrar
Da minha Vacaria terra querida.
Tamanha é a minha sorte...
Te encontrei num mundo virtual e agora
nossa amizade é linda! É mais que real.
IDENTIDADE
Sou RAINHA - Mas apenas em meu reino
Sou CALMA - Mas apenas na extensão de minha compreensão
Sou VERDADEIRA - Principalmente onde fui agredida com mentiras
Sou RÁPIDA - Mas apenas onde meu coração e braços podem alcançar
Sou ESFORÇADA - Mas apenas onde sinto-me motivada
Sou ENGRAÇADA - Mas até onde as feridas não me fazem chorar
Sou FELIZ - Mas até cansar de sorrir
Sou BONDOSA - Mas apenas até quando eu sentir que não estou sendo enganada
Sou GENEROSA - Mas apenas até onde o meu amor e compromisso com o próximo possam me levar
Sou AMIGA - Mas apenas até onde eu for compreendida e respeitada como tal
Sou CORAJOSA - Mas apenas até onde eu tenha o conhecimento e a ousadia para cada ação
Sou SOLIDÁRIA - Mas apenas até onde eu possa suavizar uma dor, na lágrima que busca um caminho; no som de cada silêncio
Sou SAUDOSA - Mas apenas até onde permito passar por mim a leveza de sua presença, a sua voz com sua implacável sentença e o impacto da consciência
Sou TRANSITÓRIA - Mas apenas até onde eu possa - num clima de amor profundo, no infinito da eternidade - passar pela vida com a sensação de liberdade.
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