Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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O que tenho aprendido nesses longos anos através do Judô,é que nada sei,sinceramente nada sei.

Medo de Tudo


"Tenho visto tanta gente com medo
Medo de amar
Medo de se arriscar
Medo de dizer: te amo.
Medo de sair a rua
Medo de uma guerra nuclear
Medo de a água doce acabar
Medo de usar o orkut
Medo de perder o emprego
Tanto medo, que eu chego a pensar:

O que vale mais?Esquecer o medo e viver, ou se esconder de tudo e padecer, como se o mal que tanto temes, já tivesse lhe tirado, todo o prazer de viver?" (J.Ruy)

Tenho cautela, com pessoas que riem de tudo! Podem ser imunes a azia, porém em sua grande maioria, experts na hipocrisia!!

Barrow-on-Furness

I
Sou vil, sou reles, como toda a gente
Não tenho ideais, mas não os tem ninguém.
Quem diz que os tem é como eu, mas mente.
Quem diz que busca é porque não os tem.
É com a imaginação que eu amo o bem.
Meu baixo ser porém não mo consente.
Passo, fantasma do meu ser presente,
Ébrio, por intervalos, de um Além.

Como todos não creio no que creio.
Talvez possa morrer por esse ideal.
Mas, enquanto não morro, falo c leio.

Justificar-me? Sou quem todos são...
Modificar-me? Para meu igual?...
— Acaba lá com isso, ó coração!

II
Deuses, forças, almas de ciência ou fé,
Eh! Tanta explicação que nada explica!
Estou sentado no cais, numa barrica,
E não compreendo mais do que de pé.
Por que o havia de compreender?
Pois sim, mas também por que o não havia?
Águia do rio, correndo suja e fria,
Eu passo como tu, sem mais valer...

Ó universo, novelo emaranhado,
Que paciência de dedos de quem pensa
Em outras cousa te põe separado?

Deixa de ser novelo o que nos fica...
A que brincar? Ao amor?, à indif'rença?
Por mim, só me levanto da barrica.

III
Corre, raio de rio, e leva ao mar
A minha indiferença subjetiva!
Qual "leva ao mar"! Tua presença esquiva
Que tem comigo e com o meu pensar?
Lesma de sorte! Vivo a cavalgar
A sombra de um jumento. A vida viva
Vive a dar nomes ao que não se ativa,
Morre a pôr etiquetas ao grande ar...

Escancarado Furness, mais três dias
Te, aturarei, pobre engenheiro preso
A sucessibilíssimas vistorias...

Depois, ir-me-ei embora, eu e o desprezo
(E tu irás do mesmo modo que ias),
Qualquer, na gare, de cigarro aceso...

IV
Conclusão a sucata! ... Fiz o cálculo,
Saiu-me certo, fui elogiado...
Meu coração é um enorme estrado
Onde se expõe um pequeno animálculo
A microscópio de desilusões
Findei, prolixo nas minúcias fúteis...
Minhas conclusões Dráticas, inúteis...
Minhas conclusões teóricas, confusões...

Que teorias há para quem sente
o cérebro quebrar-se, como um dente
Dum pente de mendigo que emigrou?

Fecho o caderno dos apontamentos
E faço riscos moles e cinzentos
Nas costas do envelope do que sou ...

V
Há quanto tempo, Portugal, há quanto
Vivemos separados! Ah, mas a alma,
Esta alma incerta, nunca forte ou calma,
Não se distrai de ti, nem bem nem tanto.
Sonho, histérico oculto, um vão recanto...
O rio Furness, que é o que aqui banha,
Só ironicamente me acompanha,
Que estou parado e ele correndo tanto ...

Tanto? Sim, tanto relativamente...
Arre, acabemos com as distinções,
As subtilezas, o interstício, o entre,
A metafísica das sensações —

Acabemos com isto e tudo mais ...
Ah, que ânsia humana de ser rio ou cais!

Não tenho medo do futuro, tenho medo de nós não estarmos nele.

Sonhadora, inconstante, emotiva, sensível, intuitiva e teimosamente realista. Tenho uma doce calma que convive com a minha eterna raiva.

Não tenho fé suficiente para ser ateu!

Tenho receio de quem só vive na superfície das coisas.

"Não tenho tempo para odiar quem me odeia, não tenho tempo para brigar com
quem não me entende, não tenho tempo para me preocupar com quem não se
importa comigo, sabes porque? Porque estou ocupada a amar quem me ama,
falar com quem me entende e lutar por aqueles que ainda se importam
comigo! A vida é demasiado curta para dar importância a quem não merece.

Tenho tantos assuntos pra falar que fica até difícil escolher um. Poderia contar o quanto me sinto bem em alguns lugares, de como a noite é encantadora e até mesmo das inúmeras lembranças que carrego comigo. Mas não importa sobre o que eu fale, pense ou escreva, sempre tem um detalhe que me leva a você. Por menor que seja, por mais que eu tente disfarçar, eu sei que sempre terá um pouco de você em mim.

Tenho tesouros guardados aqui comigo a sete chaves...
Meus anjos de grandeza e luminosidade sem igual...
Meus eternos amores pelos quais daria minha vida sem pestanejar...
Amo incondicionalmente.
São flores que abrilhantam ainda mais o jardim da minha vida,me tiram o sono mas quando durmo ma proporcionam os melhores sonhos...
Ahhh como eu os amo!!!
Meus filhos,amor verdadeiro entrega sem interesses,carinho sem igual.
Meus filhos,amor natural!!!

Com relação a todas as coisas do universo; tenho medo de saber demais.

Quando menos se espera, tenho inspiração. E não é em um determinado horário... É dificil explicar, me sinto 'possuido'. É automático, flui.

Tenho tanto medo de me apaixonar, que me bloqueio.
Tenho medo do que as dores deste sentimento podem me causar.
Tenho medo porque já me apaixonei, já me desiludi, já sofri, já acreditei.
Tenho medo do meu medo de me entregar a alguém...

Escrevo porque tenho medo de dizer o que sinto a alguém e não ser correspondido. Então o lápis e a caneta acabam se tornando os meus melhores amigos.

Sou politicamente incorreto, não vivo de tradições para fazer outros felizes, primeiro tenho que me sentir feliz, aí sim, estando feliz, poderei fazer alguém feliz!

Muitas mulheres procuram um homem que não existe, baseados em filmes, seriados ou novelas, tenho minhas qualidades, como também tenho os meus defeitos, todos temos, a diferença é que poucos aceitam nós como realmente somos, as vezes por não nos mostrarmos realmente como somos ou as vezes porque sempre esperam mais do que merecem, existem POUCOS homens decentes, e ALGUMAS mulheres de verdade, por isso relações são tão raras!

Tenho sentido tanta coisa, tanta coisa que nenhuma bateria de escola de samba jamais sentiu prestes a entrar na Avenida.

Tenho visto com meus próprios olhos jovens perdendo suas identidades morais, pela busca incessante das ilusões do mundo.

Todas as vezes que chorar ou sentir medo terei algum motivo de continuar caminhando. Tenho medo de que meus choros possam ir para os ventos, que possam minhas lagrimas ser algo especial pra mim e para todas aquelas criaturas que sentem medo de simplesmente estar pensando pois o pensar é dificil. Para aqueles que negligenciar a minha estetica possam ser livres no mundinho que os pertencem.