Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
E no fundo de minh'alma eu queria mudar algo
E minha mente vaga por algum lugar, tentando entender
Por que as coisas são assim e por que o mundo é ruim
E por que as pessoas que eu amo tem de sofrer.
Eu senti as mãos calejadas de minha mãe a me dar carinho... Vi seu sorriso ao ver todos os seus ao seu redor, com aquela expressão facial de satisfação e alegria.
Vi mulheres com olhares doces e penetrantes, esbanjarem amor da forma mais intensa que pode existir, com força suficiente para encarar leões sem medo, equilíbrio de sobra pra distribuir a toda humanidade, humanidade imensa para doar a um mundo que machuca os seus...
Meus olhos puderam ver a sensibilidade e delicadeza vencendo sentimentos ruins, um caldeirão de possibilidades e individualidades únicas, ímpares e encantadoras.
Vi a força das rochas, a pureza das águas, o fogo dos vulcões, os ventos a distribuir lições...
Vi mães, mulheres, irmãs, amantes, guerreiras.
Como que num lindo jardim multicor, cada uma com sua beleza impar, a encher de vida tudo que há ao seu redor!
Por que todo dia é dia Internacional da Mulher!
Eu queria poder saber se alguma vez te doeu quando eu ia embora. Se sentia minha falta quando eu sumia.
Eu queria poder entender o que realmente houve entre nós. Eu sei que algo além da minha compreensão nos envolveu, e ainda não me deixou.
Eu fiz da minha dor melodia e cantei pra quem quisesse ouvir. Fiz poemas das angustias, bebi lágrimas e vomitei desespero, depois dormi querendo não acordar e quando acordei, quis viver para sempre, como se nunca mais fosse sofrer, chorar.
Na primeira vez que eu a vi, tudo em minha cabeça ficou quieto. Todos os tiques, as imagens que se atualizavam constantemente, apenas sumiram. Quando você tem transtorno obsessivo compulsivo (TOC), você realmente não consegue momentos de quietude. Até quando estou na cama eu fico pensando se tranquei a porta, se apaguei as luzes… Sim. Mas quando eu a vi, a única coisa que eu pensava, eram as curvas dos seus lábios, ou o cílio na bochecha dela. Eu sabia que tinha que falar com ela. E foi por isso que eu a convidei para sair umas seis vezes em trinta segundos. Ela disse sim depois da terceira vez, mas nenhuma me pareceu certa, então eu tinha de continuar. No nosso primeiro encontro eu passei mais tempo organizando minha comida por cor, do que comendo ou falando com ela… Mas ela amou. Ela amou eu ter que dar a ela um beijo de boa noite dezesseis vezes - ou vinte e quatro, se fosse uma quarta-feira. Ela amou eu ter demorado uma eternidade para chegar em casa por causa das rachaduras na calçada. Quando fomos morar juntos, ela disse que sentia segura, como se ninguém fosse nos roubar, porque eu com certeza tranquei a porta dezoito vezes. Eu sempre olhava para a boca dela quando ela falava. Quando ela dizia que me amava, sua boca se curvava nos cantos. À noite, ela deitava na cama e me assistia ligar e desligar, ligar e desligar, ligar e desligar, ligar e desligar, ligar e desligar, ligar e desligar todas as luzes. Ela fechava os olhos e imaginava que dias e noites passavam a sua frente. Em algumas manhãs eu começava a dar beijos de tchau, mas ela ia embora, porque eu estava a atrasando pro trabalho. Quando eu parava de frente a uma rachadura na calçada, ela só continuava andando. Quando ela dizia que me amava, a boca dela era uma linha reta. Ela me disse que eu estava tomando muito do tempo dela. E semana passada ela começou a dormir na casa da mãe. Me disse que não deveria ter deixado eu me aproximar dela, que tudo isso foi um erro… Mas como pode ser um erro, se eu não tenho que lavar as mãos depois de tocá-la? Amor não é um erro! E está me matando ela conseguir correr disso e eu não. Eu não consigo sair de casa e achar alguém novo, porque eu sempre penso nela. Normalmente, quando eu me obceco por coisas, eu vejo germes entrando pela minha pele, me vejo sendo esmagado por uma sucessão sem fim de carros. E ela foi a primeira coisa bonita que eu fiquei preso. Quero acordar todas as manhãs pensando na maneira que ela segura o volante, em como ela abre o registro do chuveiro como se estivesse abrindo um cofre, em como ela apaga as velas. Agora, eu só penso em quem está beijando-a… E não consigo respirar porque ele só a beija uma vez. Ele não se importa se é perfeito. Eu a quero tanto, mas tanto de volta, que eu deixo a porta destrancada. Eu deixo as luzes acessas.
Não é que eu seja metida, mala coisa e tal é que eu fico na minha só converso com quem conversa comigo..!!''
Se minha mãe soubesse o que os jovens da minha idade fazem, ela agradeceria por ter um filho como eu
Só espero que um dia eu me perdoe de ter te abandonado
E que um dia minha conciencia volte a deitar-se no berço da PAZ
Onde quer que eu vá levo você comigo, nos meus pensamentos, no meu coração e na minha alma.
Val Francis.
Minha sorte está lançada
Eu sou, eu sou estrada
Eu sou, eu sou levada
Eu sou, eu sou partida
Contra o grande nada - lá vou eu!
Ao romper da madrugada
O sol no pensamento
E o tempo contra o vento
E a minha voz alçada
Contra o grande nada - lá vou eu!
"Quem vem lá?" Pergunta a solidão
"Sou eu!"
Sou eu que vou porque o meu tempo nasceu
Entre os ecos do infinito
Eu grito, eu mato a solidão
Eu sou meu tempo, eu vou
A ferro e fogo, eu corro
Eu vou, eu canto e grito: amor!
Eu vou, eu vou, eu canto e grito: amor!
Um dia, me disseram que eu não iria conseguir; Então prosseguir mostrei que minha fé era maior do que qualquer opinião, e disse: O que DEUS nos propõe e nos dar, ninguém pode tirar...
I
Eu nunca guardei rebanhos,
Mas é como se os guardasse.
Minha alma é como um pastor,
Conhece o vento e o sol
E anda pela mão das Estacões
A seguir e a olhar.
Toda a paz da Natureza sem gente
Vem sentar-se a meu lado.
Mas eu fico triste como um pôr do Sol
Para a nossa imaginação,
Quando esfria no fundo da planície
E se sente a noite entrada
Como uma borboleta pela janela.
Mas a minha tristeza é sossego
Porque é natural e justa
E é o que deve estar na alma
Quando já pensa que existe
E as mãos colhem flores sem ela dar por isso.
Com um ruído de chocalhos
Para além da curva da estrada,
Os meus pensamentos são contentes.
Só tenho pena de saber que eles são contentes,
Porque, se o não soubesse,
Em vez de serem contentes e tristes,
Seriam alegres e contentes.
Pensar incomoda como andar à chuva
Quando o vento cresce e parece que chove mais.
Não tenho ambições nem desejos.
Ser poeta não é uma ambição minha.
É a minha maneira de estar sozinho.
E se desejo às vezes,
Por imaginar, ser cordeirinho
(Ou ser o rebanho todo
Para andar espalhado por toda a encosta
A ser muita coisa feliz ao mesmo tempo),
É só porque sinto o que escrevo ao pôr do Sol
Ou quando uma nuvem passa a mão por cima da luz
E corre um silêncio pela erva fora.
Quando me sento a escrever versos
Ou, passeando pelos caminhos ou pelos atalhos,
Escrevo versos num papel que está no meu pensamento,
Sinto um cajado nas mãos
E vejo um recorte de mim
No cimo dum outeiro,
Olhando para o meu rebanho e vendo as minhas ideias,
Ou olhando para as minhas ideias e vendo o meu rebanho,
E sorrindo vagamente como quem não compreende o que se diz
E quer fingir que compreende.
Saúdo todos os que me lerem,
Tirando-lhes o chapéu largo
Quando me vêem à minha porta
Mal a diligência levanta no cimo do outeiro.
Saúdo-os e desejo-lhes sol
E chuva, quando a chuva é precisa,
E que as suas casas tenham
Ao pé duma janela aberta
Uma cadeira predilecta
Onde se sentem, lendo os meus versos.
E ao lerem os meus versos pensem
Que sou qualquer coisa natural —
Por exemplo, a árvore antiga
À sombra da qual quando crianças
Se sentavam com um baque, cansados de brincar,
E limpavam o suor da testa quente
Com a manga do bibe riscado.
Brasil, meu pais, minha nação, e eu entre muitos acredito fortemente na grandiosidade deste pais, que com um povo forte e feliz consegue aguentar qualquer dificuldade, que mesmo sabendo dos corruptos que tem, não teme ir as ruas protestas, não teme derrubar seu presidente nem mesmo o ofende-lo em coro, fazer piadas e rir da própria situação. Um povo de muitas liberdades, um povo que sabe o que é errado, e tem o direito de seguir qualquer um dos caminhos, um povo machistas e preconceituoso, mas que aceita todas as diferenças, pois sabe que também é diferente, com dezenas de sotaque, gírias e jargões, que acredita em Deus em diversas religiões, que ama o esporte e o churrasco, que amam amar, que odeia injustiças, mesmo querendo mudar ainda que continuar fazendo as mesmas coisa, um povo que quando precisa consegue abalar até as grandes nações do planeta, o povo que tem potencial para conquistar, mas que prefere viver o hoje sabendo que o amanhã e será apenas mais um dia. Este povo que comemora com festas cada conquista, deste pais sinto orgulho de ter nascido, de estar vivendo e que viverei, Brasil um pais de vastas terras verde, de povos coloridos, de grande riquezas, de população que levanta todos os dias para fazê-lo funcionar, com seu grandes lagos, rios, açudes e mar, com atletas que vencem a si mesmo e seus adversários, ó povo sem limites e que sabe aonde pisar, que conquista com orgulho e sabe como burlar o este sistema que tenta o controlar. Povo brasileiro não temam pois a ti foi concedido o poder da grandiosidade na paz.
"Sou completo na minha imperfeição. A minha incompletude é o que eu preciso hoje. Sou meu melhor amigo, exerço o meu poder e vivo a minha vida como uma graça!"
...Eu pensava que não iria aguentar as consequências da minha escolha, mas essas consequências me mostraram que não fiz essa escolha por alguém, mas sim por mim, eu precisava dela, assim como a planta precisa da luz do sol, precisava amadurecer, haver a vida com os meus olhos, ter os meus planos, querer ser feliz por simplesmente estar feliz e não ser feliz pela felicidade alheia, aprendi que ser forte não é negar o choro é chorar e ter a esperança que tudo passa... aprendi que ter coragem não é ser o mais destemido é na verdade ter medo, mas enfrentá-lo... aprendi que não conhecemos as pessoas que nos cercam, mas as pessoas que nos cercam nos conhecem e sabem quando precisamos de ajuda... aprendi que a melhor mão amiga é a da família, que o melhor consolo é o trabalho ele sim nos traz frutos e com ele nos tornamos dignos, aprendi que nada tem o tempo certo, a hora certa e nem dura pra sempre, mas que aconteceu no tempo certo, na hora certa e durou o tempo que tinha que durar... Aprendi que não se vive de passado, que não se lamenta pelo presente e que não se espera demais do futuro, apenas se vive...
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