Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Aquele livramento, eu sei, foi Tua mão
Aquela porta fechada, eu sei, foi o Teu não
Aquela noite que passei chorando
E de manhã eu acordei cantando
Tudo isso, eu sei, de mim estás cuidando.
Meu grande urso, pensou Dany. Eu sou sua rainha, mas serei sempre também sua cria, e ele sempre me protegerá. Fazia-a sentir-se segura, mas também triste. Desejou poder amá-lo mais do que amava.
Inescrupulosa. De coração frio e sem afetos. Insensível. Intransponível. É, talvez eu tenha me fechado mesmo. Talvez eu seja aquela garota que todo garoto quer fugir e tem medo. Talvez essa seja eu. Vagando num mundo de gelo. Atirando bolos de neve em todo e qualquer homem que ousar... Essa talvez seja eu. Mas eu não era assim, me tornei assim... Tranquei a porta desde então. Me desapeguei do castelo e das princesas com seus finais felizes. Não quero mais essa utopia. Quero apenas o que for verdadeiro. Apenas. E nada mais. Nada.
“Você não me quer, como eu quero você. Você não precisa de mim, como eu preciso de você. Você não pode me ver, como eu te vejo. Eu não posso ter você, como você me tem. Eu não posso te roubar, como você me roubou.”
"Pra você ver, não existe mocinho e bandido nesse enredo. Você errou, eu errei também. Mas vai ver a gente estava tentando ser feliz, e felicidade é um patamar complicado de alcançar."
—
Eu gosto, gosto mesmo de você. Mesmo tentando não gostar, tentando deixar pra lá, fazer de conta que não significa nada. Não é bem assim. Eu te gosto, eu te quero, eu te cuido. De pouquinho, e do meu jeito. Mas acho que você sabe. Que no fundo, você sente isso, o meu carinho, o meu cuidado por você, só por você.
Eu não sei se continuo, ainda hoje, gostando sempre de mim mesma. Mas o que eu aprendi a fazer há muitos anos foi a me perdoar. É muito importante para todos os seres humanos perdoarem a si mesmos, porque enquanto você viver, você vai cometer erros - é inevitável. Mas quando você o faz e vê o erro, então você perdoa a si mesmo e diz: "Bem, se eu soubesse melhor, eu teria feito melhor', isso é tudo.
Em todos os seus anos por aqui, você nunca conseguiria fazer o que eu fiz em um quinto do tempo. Porque você é um bom homem, Edward. Entende? A bondade é sua doença…
(Bartholomew Roberts)
num futuro bem próximo
poderei te abraçar
eu direi: eu te amo!
e você também dirá.
muitos poderão dizer
ele é um sonhador.
mas em breve eu terei;
a quem chamo de amor.
Não importa o que vão fazer
Não importa o que vão falar
você é a minha amada
por você eu vou lutar
Muitos olhão a sua beleza
eu olho seu interior
Amo seu jeito de ser
Não ao que mais dão valor
por que se eu amar a sua beleza
saiba que um dia ela pode acabar
e não havendo mais beleza
não iria mais te amar
mas o seu jeito de ser
o tempo não pode mudar;
digo isto com certeza
de que sempre vou te amar.
Eu gosto de gente simples, humilde! Que conversa com todo mundo como se olhasse no espelho, que ajuda qualquer um, conhecido, estranho, mendigo ou patrão... eu gosto de gente como a gente, que carrega consigo sentimento profundo dentro do coração. Eu admiro pessoas que são de bem com a vida e sorriem mesmo com a alma doída... pessoas que estão sempre prontas a praticar o perdão... eu amo esse jeito meigo, doce, sincero e ingênuo. Eu acredito em bondade e em piedade também... e que há possibilidade de vencer as marcas de crueldade na alma que vão muito além.
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Com quem você estiver, não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
por um momento pensar que você pensa em mim...
Onde você estiver não se esqueça de mim..
Mesmo que exista outro amor que te faça feliz
Se resta em sua lembrança, um pouco do muito que eu te quis
Onde você estiver, não se esqueça de mim.
Cometi erros irreversíveis
Eu tinha a necessidade neurótica de mudar quem amo, tinha a melhor resposta para tudo, tinha tudo ao meu tempo, era do tipo “bateu-levou”, decepcionei muita gente com quem convivi, gritava enquanto o outro se calava, fiquei desorientada demais em cima do meu eu.
As experiências negativas me marcaram profundamente, afastei de mim pessoas excelentes, perdi apoio, abafei os beijos, os elogios, o encorajamento. Comecei a ter fobia de relacionamentos, pânico de sofrer, raiva de casais felizes, rejeitava o fato de estar sozinha por consequência das minhas atitudes.
Discriminava casais que não combinavam no meu soberbo julgamento, debochei de quem vivia de aparências, fui agressiva com quem me deu amor, ofendi publicamente quem estava ao meu lado, humilhei sem medidas, traí, precisava ser forte e grosseira para abafar meu complexo de inferioridade.
Não conseguia entender a falsidade que rodeava os relacionamentos, as crises que fazem perder a sobriedade, a pessoas que se afastam da família e dos amigos e nem parecem as mesmas pessoas, a falta de generosidade ou a generosidade em excesso.
Os amigos de infância que partiram para nunca mais voltar, ué, será que eu estava certa e o mundo inteiro errado? O processo de autoanálise é complexo, eu tinha um quê de superioridade que dificultava tudo.
Eu precisava aprender a amar de verdade, eu precisava que alguém me chamasse para uma conversa franca, apontando os traumas que me fizeram desse jeito, eu estava cheia de relacionamentos saturados de atritos, mas eu não fazia o menor esforço em evitá-los.
O pior de tudo é que eu me sentia bem comigo mesma, era radical, mas precisava falar e agir como penso, excluía pessoas da minha vida segundo meus julgamentos, não me esforçava para agradar, acolhia com alegria quem eu admirava, apostava em quem só me fazia mal e não respeitava minha intuição.
Cobrei e exigi de pessoas que não estavam preparadas, nem tinham nada a me oferecer, eu com a minha mania de achar que as coisas insignificantes iam se transformar em extraordinárias.
Tinha ideias fixas por controle, não superei os traumas das rejeições e traições, não acreditava em segundas intenções, eu sempre me doei totalmente sem perceber os riscos, estava presa emocionalmente, tinha medo de perder quem eu nunca tive de fato, um sentimento de culpa que me invadia e me dava à certeza de ter feito tudo errado outra vez.
Eu era responsável por fazer os outros felizes, mas por viver em crises profundas, uma necessidade em estar certa, uma educação desequilibrada, eu não tinha nenhuma vantagem em ser assim.
Fui insegura, ansiosa e eu não entendia nada de mim mesma até que descobri a força da palavra: Equilíbrio.
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