Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Seja notório o raiar do dia, assim como é notório a cada rosto refletido no espelho o seu reflexo.
Seja a alegria espontânea, como é espontâneo é o sorriso de uma criança;
Que as colinas nos cerquem, como as paredes de nosso lar a nos proteger do que fora está.
Que não nos falte lágrimas em cada emoção forte sentida, seja de felicidade...seja de tristeza.
Que o Sol que nos ilumina, não nos falte nos dias turbulentos.
Seja merecido o descanso àquele que labutou, deixando nesta labuta, a sua semente do dia.
Que consigamos enxergar a beleza de um dia, bem-vindo, através de todo esplendor da natureza.
Que seja notório aos olhos e adentre a mente, sem bater à porta, o universo das cores que abrilhanta tantas façanhas no dia - a - dia, deixando-nos boquiabertos perante uma selva - de - pedra.
Ah! se as flores falassem! Com certeza nos diriam que estamos estupefados. Pois elas têm, desde sua raiz, pré - determinado, o mais natural de cada cor em seu crescimento. Ora, juntássemos então todas as flores e teríamos não apenas um
arco-íris, mas sim vários. Quão notório seria nossa empolgação a tamanha beleza.
“Pelas lembranças de minha mãe e pelas mães que não tiveram tempo de conviver com seus filhos “desaparecidos” nas sombras de um tempo de medo”...
( Glaucio Teixeira Brandão)
Outubro de 2018
Há muito tempo de pouco tempo sem assistir à tantos gritos de intolerância, ódio e indiferenças banhando o oceano de nossas existências ...
Com a alma assustada pelas lembranças congeladas trazidas pela maré que se abate sobre nós ...
Ressurgiu em mim seus doces temerosos olhos azuis marejados de lágrimas incontidas, ao descrever as cenas daquele 31 de março de 64, quando você professora primária viera de Ourânia para tomar posse no Caio Martins .
Hoje eu entendo sem compreender mãe! Não
Era uma lembrança colorida ..O filme passa em preto e branco na velocidade das teclas que insistem velozmente em noticiar o caos e a espalhar o vírus da diferença entre iguais.
Que frio de alma! Me dá sua mão...Que bom que o apagador que outrora usaste lhe poupa hoje de ter consciência dessa irracionalidade insana.
Agora estou eu aqui em tempos de tristezas e incertezas embebidas em décadas de lágrimas, sombras e resistência.
Sinto o seu medo agora!
Mas em pouco tempo de segundos recorro à arma mais importante que herdei de você e de meu pai ....
Uma educação libertadora que me faz ter uma coragem inabalável para lutar por um país livre.. E não nos deixar calar a voz!!
E de frente
Bati com a solidão
do abraço forte
Ousado
Me fez perder a razão
Mas o tempo
Que tudo cura
Tirou-me da loucura
Trazendo-me minha identidade
Não sei como ocorreu
Nem sei mesmo como puder
Hoje minha Solidão
Eu a chamo por Solitude.
Autor: Douglas Almeida Vergilio
Minha paz
Observar o horizonte no fim de tarde, do alto de uma montanha. Olhar para a Lua e as estrelas na calada da noite silenciosa e calma. Caminhar descalço, bem cedinho, olhando para o mar. Tudo isso me traz paz. Essa mesma sensação eu sinto quando estou com você.
Sobre dor
Em alguns dias dói.
Noutros dói mais do que doía.
A dor do presente é mais profunda do que a dor antiga.
Ó vento, cala-te um pouco.
Me deixas louco.
Preciso ficar aqui solitário.
O mar está se tornando cada vez mais cinza.
A felicidade é um bem retardatário.
E eu não sei mais o que fazer.
Pra daquele amor esquecer.
Ó mar salgado... minhas lágrimas te salgam mais...
Meu choro talvez fizesse minha amada voltar atrás.
É só daquele abraço que preciso.
A razão de meu amor...
Por que tardas em voltar?
Não voltarás.
Essa é a verdade.
Eu... eu que fique pura saudades.
Dor ingrata dor...
Segues comigo aonde eu for.
Escancaras tua crueza, tua dureza...
Tua indelével sutileza.
Não me deixas nem ao menos me enganar.
Minha amada não vai voltar.
Ó vento, acabe com esse tormento... pare de ventar.
Ó mar... pare de marear.
Dor, ó dor... pare!
Eu só desejo me enganar.
Cada janela uma vista do céu e da sua divina imensidão,
Cada janela vidas partilhadas em sinergia, comunhão,
Cada janela existem sonhos desejados ou já alcançados,
Cada janela existe amores novos, velhos ou simplesmente amados,
Cada janela com suas perspectivas únicas
Cada janela com suas melodias e suas músicas,
Assim é minha cidade, assim é minha São Paulo.
Sei que as pessoas estão pulando na jugular umas das outras. Sei que viver está cada vez mais dificultoso.
Mas talvez por isto mesmo ou, talvez, devido a esse maio azulzinho, a esse outono fora e dentro de mim, o fato é que o tema da delicadeza começou a se infiltrar, digamos, delicadamente nessa crônica, varando os tiroteios, os sequestros, as palavras ásperas e os gestos grosseiros que ocorreram nas esquinas da televisão e do cinema com a vida.
Sei o que vão dizer: a burocracia, o trânsito, os salários, a polícia, as injustiças, a corrupção e o governo não nos deixam ser delicados.
– E eu não sei?
Mas de novo vos digo: sejamos delicados. E, se necessário for, cruelmente delicados.
Às vezes é tudo muito mais do que consigo aguentar. Muito mais caótico. Muito mais difícil e muito mais exigente. Parece que o nível sobe sempre. Parece que o desafio é sempre maior. E parece que nunca vou ser capaz. E depois paro e olho bem para dentro. Olho para o que sou e dou o meu melhor. E acima de tudo entrego-me à vida com intensidade e esperança. Sabendo que lá na frente tudo fará sentido. Nos momentos em que doí, nem sempre consigo agradecer a experiência, mas depois respiro fundo e avanço com uma coisa de cada vez.
E sei, que sempre, tudo se refaz.
"Mundo, mundo, vasto mundo!
Sociedade tão injusta!
Tem gente nadando em riqueza
Tem gente se afogando em pobreza.
Minha gente, até quando?
Até quando, minha gente?
Está na hora de mudar:
É urgente!"
Prometo ser correto,
meu caminho é incerto.
Meu falar é sempre reto,
meu olhar que é incorreto.
Tenho jeitão de mala,
minha mente me acalma,
quem me conhece, não entende nada.
Será que é isso que te abala ?
Penso demais,
escrevo de menos,
falo sem pensar,
e não me arrepende de nada.
Será que é isso que te abala ?
esse meu jeitão de mala.
O pensamento de número 300 é esse
Com apenas um click , pronto
Já publiquei , agora está na rede
Mas sabe? De autor para leitor:
É apenas eu mesmo que vejo minhas palavras , como havia dito não busco reconhecimento mas sim ser o melhor que posso ser , mas farei algo diferente , pelo menos uma vez quero mostrar minha arte para alguém avaliar e com outros concorrer .
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