Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Primeiro eu honro a Deus em tudo… depois? A honra vem, porque quando Deus é prioridade, nada fica sem resposta.
Dengue
Sabe hoje? Eu tô me sentindo doente.
Mas não é de hoje. Já faz uns dias.
Um mundo mais pálido, a vista fechada,
A vontade de viver secando em mim.
Tipo... eu tô doente. Doente de verdade.
Eu não tenho fome e nem coragem de sair da cama.
Na verdade, tenho uma bola na garganta.
Não, não é uma bola. É um bicho vivo.
É um gato arranhando a carne por dentro,
Rasgando pra fora, num desespero contínuo.
Eu tento cuspir, eu tento expulsar,
Mas ele crava a unha e não sai.
E o pior? O pior é estar sozinha.
Eu não sou fraca. Mas hoje me encontro frágil.
Odeio a fragilidade me arrastando pro chão,
Nesse poço sensível onde me afundei.
Eu não consigo pensar. Eu não consigo agir.
Eu só consigo ficar deitada. E chorar.
Qualquer som lá de fora me faz desmoronar.
Como se a doença vazasse pelos meus olhos.
Como se eu precisasse rachar de uma vez,
Com um choro contido e engasgado,
Pra engolir a verdade que eu sempre recolho:
Eu não tenho ninguém. Ninguém pra chamar.
Ninguém que me chame sem segundas intenções, sem transações sociais.
Alguém que só queira saber como estou e venha ao meu socorro.
Isso me lembra algo.
Eu tive dengue quando era criança.
Família grande. Casa cheia e vazia ao mesmo tempo.
Tudo acontecendo, mas nada era dito.
Eu ficava doente, encolhida no canto...
Pequena. Insignificante. Engolindo o grito.
Ninguém cuidava de mim. Ninguém me via.
E isso bate na ferida que nunca fechou.
A carne viva rasgada que não cicatriza.
É a minha maior ferida.
Talvez seja o abandono me fazendo doente.
Ou talvez seja dengue, que me paralisa.
Eu não sei. Eu só quero chorar.
Esperar que alguém me salve. Que alguém venha.
Mas ninguém nunca vem. Ninguém liga. Ninguém.
E eu choro mais forte, engasgada na dor
Desse gato maldito arranhando a garganta.
A vergonha sufoca. O vazio me esmaga.
Eu olho pro lado. O silêncio decreta.
Não tem ninguém.
Nunca teve ninguém além de mim mesma.
A força sobrenatural que eu acredito ser Deus, não é aquela que precisa de lamentações públicas ou forçadas, mas é aquela que me orientou desde o ventre da minha mãe até o meu último dia.
Fiz um acordo com o espelho:
o mundo pode até me esquecer,
mas eu me levo pela mão
até o fim da estrada.
Desistir de mim nunca foi uma opção.
Poesia sobre maternidade
Dentre tantos sonhos que podemos sonhar
O mais lindo eu pude realizar
Mãe eu me tornar
E descobri que a cada dia que passar
Meu coração se põe e dilatar
E o maior amor a me transformar.
Não tem graça sem você
Rick Henry
Boa noite, sei que não quer falar comigo
Eu não fiz nada que abala-se nossa relação...
Não me ignore pois acredite que em meus olhos
Só vejo você....
Trouxe um vinho pra tomarmos ouvindo aquela canção
Vem me abraça eu não trai a nossa relação...
Sabe que movo o mundo pra provar que meu amor
É só seu, é só seu...
Vem comigo...
Tomar um banho bem gostoso
Eu vou falar no seu ouvido...
Com você eu tenho muito mais motivo
De alegrar nossos corações
Deixe eu te acariciar e em meus braços
Vou te abrigar pois é contigo que quero
eternizar....
Me beija, te dou colo e pra você eu farei o que um homem deve fazer...
Labirinto de Espelhos
Traga-me amor e eu te mostrarei a ausência; traga-me ódio e eu te entregarei o desprezo. Mostre-me quem você acredita ser e eu te revelarei a infinidade de versões que posso assumir para te confundir. Enquanto você se ancora em definições estáticas, eu habito a variável. Eu me transmuto conforme a conveniência do nome pelo qual desejo ser invocado, um camaleão de intenções ocultas sob a superfície do óbvio.
Sou o ruído branco que preenche os vácuos da conversa. Você ouve o necessário, aquilo que sua mente consegue digerir, mas jamais decifra o que foi silenciado entre as sílabas. Minhas palavras são iscas, nunca o banquete.
Como um oceano que desconhece a paz, não ofereço margens seguras. Sou a inquietude das águas profundas, onde as ondas não obedecem ao vento, mas brotam e fornecem ao comando do meu próprio caos interno. Não há um lado certo para o impacto; a maré sobe onde eu decido que o solo deve ser submerso.
Sou o espelho que não reflete a imagem, mas a distorce até que você não reconheça o que projetou. Minha essência é o movimento perpétuo de quem aprendeu que ser qualquer coisa é a única forma de não ser ninguém. No final, você encontrará apenas o rastro da espuma na areia — o sinal de que estive lá, sem nunca ter se deixado capturar.
Silvio Jr.
Eu nunca fui pobre.
Já estive sem dinheiro, mas nunca sem visão.
Pobreza não começa na conta bancária,
começa na mente.
Estar sem recursos é uma fase.
Pensar pequeno é uma escolha.
Dinheiro é circunstância.
Mentalidade é destino.
Evans Araújo
Senhor, eis-me aqui presente, clamando por Ti.
Senhor, eu Te agradeço.
Que seja feita a Tua vontade.
Escuta o Teu filho.
Que o Espírito Santo nos preencha com o Seu amor.
Livra-nos do laço do passarinheiro, da peste perniciosa, dos homens cruéis, da língua enganosa e daqueles que nos perseguem.
Santo Deus, abençoa a nossa jornada e prepara-nos. Fortalece a nossa fé.
Escuta, ó Senhor, a nossa oração.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Ainda que os céus e a terra se abalem e mesmo que eu esteja nas profundezas do mar, só queria encontrar um amor.
Quem Sou
Quem eu sou de verdade, que será o verdadeiramente eu, quando todos os outros que eu acho que me julgam pelo que eu devo ser, tiverem desaparecido ?
Entre Delírios e Suavidades
Estrada de Chão Batido
Pedra quente de Assuntá
Como eu posso estar atrasado na vida
Se a vida é só minha
Não há atraso onde não há relógio, nem mapa pra chegar antes do vento
A vida é um rio que inventa seu curso, e eu, barco sem pressa, desenho meu tempo
Alguns correm na pista, outros voam sem asas
Planto sementes no chão da demora
O sol da pressa não queima minha pele, minha colheita é feita de agora
Não me digam que perdi passos, quando cada ausência foi um encontro
A estrada não é linha reta, é o desvio que trouxe meu canto
Se comparo meu ritmo ao dos outros, perco o compasso do meu próprio passo
Não há dívida no voo das andorinhas, nem calendário pro brotar dos mangues
Sou tarde e sou madrugada, o fruto que cai quando pesa
Minha vida não cabe nos ponteiros, ela dança onde o tempo não pressa
Não me medem por horas, mas por raízes e horizontes
Pois quem chega "tarde" demais
É
Quem traz as flores mais belas
Do seu andarilho lento
Que
Escreve versos no caminho
Hoje eu entendo… eu não nasci para o comum.🔥
Sou movimento.
Sou intensidade.
Sou transformação constante.
Carrego dentro de mim a energia de quem não aceita viver no automático. De quem questiona, sente, evolui e, acima de tudo… muda. Quantas vezes for preciso.
Se tentam me prender, eu expando.
Se tentam me limitar, eu me reinvento.
Meu caminho não é linear e nunca foi.
Ele é feito de experiências, aprendizados, desafios e recomeços que me constroem em cada fase.
Eu não temo a mudança…
Eu entendi que é nela que eu encontro quem eu realmente sou.
Minha segurança não está na estabilidade,
está na minha capacidade de me adaptar, de criar, de transformar qualquer cenário em crescimento.
Eu não observo a vida passar…
Eu vivo. Eu mergulho. Eu sinto. Eu evoluo.
E hoje, mais do que nunca, eu sigo guiada por algo maior:
minha consciência, minha intuição e a certeza de que meu destino é expansão.
Porque onde há liberdade…
há verdade.
E onde há verdade…
é exatamente onde eu devo estar. 🚀✨
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