Que Saudade dos meus 15 anos
Respostas
Por que escrevo, se fervo
por dentro? Seria para saciar
esta alma, calar meus desejos?
Então ponho sonhos no papel:
como quem desabafa tal dor
relatando a seu interior, textos
indigestos qual profecia desta
mulher sedutora e mais feliz!
Que tem esperança e vive seu
grande amor por ser simples
em cada sonho, indo por noite,
tal qual poesia correndo suave
na alma por esta vida inteira!
E desta solto meus desejos,
falo do amor que nunca vivi!
Canto o amor que desejo ter
Talvez falo de cada saudade,
de dores que eu tive e tenho!
faço um verso inverso dentro
do universo que estou imerso!
Não tenho regras para escrever,
deixo me levar, sei ser sensação!
Crio romances vivo todas paixões
fictícias! E assim é a minha alma!
Na maioria das vezes, sinto este
silêncio parvo falando por mim!
Portanto, sou quem tem deste
sentimento, toda certeza de que
só quem ama pode sentir a vida!
Autora:Simone Lelis
Meu pensamento fica viajando até você. Meus sonhos que parecem perecer, estão apenas amadurecendo... estou crescendo e apredendo com você do meu lado...
Hoje me peguei pensando em nós
Sobre os lençóis, nos tornamos um
Desembolava meus caracóis
E os nossos nós, não sobrou nenhum
Como eu queria voltar no tempo para concertar meus erros, dizer palavras que não foram ditas, aproveitar cada segundo novamente, ou pelo menos voltar para o último abraço e falar para mim mesmo " Aproveita, abraça forte pois não haverá mais!".
Sempre
Reviro meus pensamentos e você sempre esta neles ,sabemos que nossos mundos
estão despedaçados ,e você se sente assim
como eu ainda querendo por que o sono não vem pois meus pensamentos lhes estão
sempre .
Minhas mãos são pesadas demais para os meus braços, e minha tristeza ultrapassar meu peito. Como dói ser eu em alguns instantes.
Quando fecho os olhos, mais encontro o brilho do luar e vejo que meus dias se tornam noite longe de você.
Nunca vai faltar em mim
esse carinho, pra te envolver
nos meus braços, essa cumplicidade
que nos une, esse amor infinito,
que nos transforma em um só...
-Diogo Gallvão-
avanço sem medo dos encantos. meus pés no chão. meus olhos desvendando e desvendados. aos corações de pedra, o meu sorriso britadeira. ao meu alcance, tudo o que acolho em esperança. abraço sem medo do espetáculo. meu nome é intensidade de sobrenome amor. e a tudo o que amo, espelho. mas não espero nada além daquilo que seja o reflexo da verdade.
Quando criança, imaginei a casa dos meus sonhos. Uma mansão fantasiosa com um toboágua e uma sorveteria caseira. Mas esses sonhos desaparecem quando você está correndo na roda corporativa de hamsters. Estou pronta para um lugar onde eu possa dar as ordens. Como diz o ditado: “Pule, e a rede aparecerá.” Bem, estou pulando.
Meus amigos
Meus amigos são loucos ou santos.
Eles tomam banho de chuva e amam caminhar nela.
Não estão nem aí com o cabelo ou roupa.
Gostam da bem-aventurança da Natureza. E agradecem!
Meus amigos não ligam para que eu não beba com eles.
Mas bebem comigo e ouvem música.
Catam desafinado e riem da sua desafinação.
Cantam em “Inglês”, “Francês”, “Árabe”, “Hebraico” e Português,
erram a letra, erram os fonemas. Mas quem se importa com isso?
Meus amigos vão a minha casa e cada um leva o seu prato.
Sabem que eu sou aquoólatra e que gosto mesmo é de água com gás.
Sabem que eu rio antes da piada terminar e riem disso.
Sabem que eu não dou conta de contar uma piada porque eu rio do que estou contando e ninguém entende o que eu estou falando.
Meus amigos sabem que eu amo conversar.
E que eu amo ouvir.
Mas se me chamarem para dançar eu vou me esbaldar!
Que eu só vou em lugares que gosto das pessoas; se não; viro invisível.
Que sempre me afasto de quem me maltrata ou me desrespeita.
Meus amigos sabem que eu sou incontrolável:
Pelas aparências.
Pelo dinheiro.
Pela posição social.
Mas totalmente controlada pelo carinho e amor.
Meus amigos falam o que pensam.
E geralmente não pensam muito pra falar. Porque são uma constante filosofia.
Meus amigos tem um sorriso no rosto.
Cozinham comigo.
Sentam na calçada. E não estão nem aí para que os outros vão pensar.
Mas o melhor de tudo é que eles são o que são.
Uns mais calmos.
Outros mais bravos.
Uns mais reprimidos.
Outros mais extrovertidos.
Ninguém num “altar” de arrogância julgando o outro.
Meus amigos são loucos e santos.
Ou loucos...
Ou santos...
O comum em todos eles é: _Que eu amo meus amigos!
Justamente porque são loucos ou santos.
_Se é que isto não é a mesma coisa?
1 Coríntios
10Nós somos loucos por causa de Cristo, todavia vós sois os sábios em Cristo! Nós somos os fracos por causa de Cristo, mas vós sois fortes! Vós sois respeitados, contudo, nós somos desprezados! 11
"Vejo a Lua que ilumina o seu caminhar, em meus sonhos vivo a sonhar, pois sua ausência por frações de segundos é como uma eternidade, pois eu te amo de verdade."
Pela primeira vez na minha vida
Quero vê-la colorida
Ficar na ponta dos pés
Esperar meus mil contos de reis
Navegar pelo oceano
Por todo ano, apenas para vê-la nadando
Oh! Minha vida não deixais de seguir pela via
Continue a caminhar pelas ruelas
Quem sabe elas poderão te acompanhar...
Por muito tempo vivia sem tempo
Por muitos segundos vivia como secundário
Por muitas listas vivia sem ser protagonista
Quero ficar na ponta dos pés
Chegar perto da sua mão
E dar-te-ei meu coração
Quero passar pelos passos
Viver no espaço e me abandonar no meu próprio abraço
Bato em sua porta
Espero por outra hora
Para dizer-te, olha a hora
Quero correr pela chuva
Me molhar nos cachos de uvas
Rodopiar nos postes
Criar novos recortes
Ah...
Quero passar o inverno contigo
Sabendo que já estou no meu abrigo
Quero caminhar de mãos dadas
Sabendo que meu coração só há de ter asas
Quero entrar na roda-gigante
Falar, eu te amo com mil alto-falantes
Apenas para não perder-te a cada instante...
Ah...
Os mais jovens sabem o que sentem
Por mais incrível que pareça eles já viram uma estrela-cadente
Os desesperados escrevem poemas
Os apaixonados escrevem livros
Os bêbados escrevem panfletos
Os escritores escrevem sobre si mesmos
Ah...
Os lunáticos escrevem por você
Sem saber se em algum universo irão te ter...
Já eu?
Não posso sonhar sem me deliciar com as palavras
Não posso beber sem me lembrar de você
Não posso ver, mas sinto o sentimento sentido pelo porquê
Oh céus!
Talvez mergulhe no mar das ilusões
Esperando o soar dos belos acordeões
Esse de "s"
"S" de Sofia
Sofia de Paulo
Paulo de Sofia
E lá ela ia...
Já eu?
Por enquanto sofria
Me conhece mais do que eu mesmo
Num olhar decifra meus segredos
Num abraço acaba com os meus medos
Não tem mais medo, pai
Sei que já virou clichê
Mas eu te amo demais
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