Que Saudade dos meus 15 anos
Eu sorri, ele sorriu e lá se vão anos de uma vida inteira de sol no quintal...voce iluminou de vez a minha vida!!!!
Com o passar dos anos entendi que não nasci para ser jovem, já nasci velha e com uma alma bem velhinha, essa que me faz muito feliz.
Após mais de cinco décadas de observação de liderança em minha família e de muitos anos de desenvolvimento de meu potencial de liderança, cheguei a esta conclusão: liderança é influência. É isso aí. Nada mais, nada menos. Meu provérbio sobre liderança é este: aquele que acha que lidera, mas não tem ninguém que o siga, está apenas dando um passeio.
Daqui a 50 anos como estará o adulto que era criança hoje educando uma criança no presente deste futuro?
penso eu que todos um dia abraçara a morte, não sei se daqui 50 anos estarei vivo. O mundo está um caos. Acredito na profecia dos arcanjos lutarem com os anjos caídos. Apocalipse.
O melhor é viver bem
Do que muito tempo a viver
Poucos anos de muita alegria
É melhor que muitos a sofrer
Aqui se faz, aqui se paga! E mesmo depois de 5 anos, a conta não caduca não viu? Às vezes, até demora a chegar, mas quando chega, vem com inflação imbuída, juros e correção monetária. Aguarda, e depois me conta!
Como a polarização atual, monstros, por anos adormecidos, se despertam e levantam. Na verdade, dormiam com os olhos abertos.
A um Suicida -
Vai-se a esperança de um vão contentamento
quando a Alma tantos anos conservada,
numa hora heróica de coragem arrojada,
acredita resolver o que a perturba num momento!
E mata-se! Morre sujando as próprias mãos!
Malograda solidão que não quer ver ...
Um suicida não se mata porque sim ou porque não,
mata-se, porque afinal, não quer morrer!
Que doce desengano, estranha contradição,
ter coragem de matar o próprio corpo
só p'ra não viver a dor da ilusão!
Afinal, matar-se, é cobardia face à Vida
de gente tola que vive em solidão
alimentando um pensamento suicida ...
"A diferença entre o Brasil atual para o de alguns anos atrás é que grande parte da população passou a ter orgulho de mostrar o lado sombrio das almas."
Texto por Débora Ildêncio
Publicado no livro: 50 anos Escola Estadual Assis da Chagas| 2016 pg. 78
O ano de 1994 não foi o mesmo!
Lembro de minha ansiedade quando chegou o dia de conhecer a tão sonhada escola. Uma sensação inefável que misturava a expectativa e a curiosidade de conhecer aquele famoso lugar. A blusa nova repleta de quadradinhos simétricos e equidistantes de cor azul e branca e o sol impresso no bolso do lado esquerdo escrito. “E.E. Assis das Chagas”, mostrava que para conhecer aquele local precisávamos de uma roupa especial que era completada com uma bela saia azul-marinho bem engomada! O cabelo bem penteado, meia branca, tênis novo e a pasta maleta na mão completavam o traje necessário para adentrar por aquela porta imensa que me esperava.
Lembro de chegar naquele imenso espaço e ficar extasiada ao ver tantas salas, carteiras e o quadro “negro”, um sentimento de surpresa que era compartilhado com outras crianças da mesma idade. De repente ouvimos uma voz nos chamar para o pátio e após montarmos a fila era hora de ir para sala.
Uma moça de sorriso fácil e bastante empolgada nos conduziu até uma das salas e após perguntar o nome de cada um da turma, se apresentou dizendo alegremente: - Eu sou a Lilia, mas podem me chamar de Tia Lilia!
A partir daquele primeiro encontro, sabia que os meus dias nunca mais seriam iguais!
Com sua voz doce Tia Lilia nos embalava com suas canções, músicas que nos acalmava e outras que nos faziam dançar. Tudo era divertido e aos poucos íamos descobrindo o mundo. As folhas também começavam a fazer parte do aprendizado! Lembro-me dos pontilhados tão bem desenhados que vinham acompanhados do inesquecível cheiro do mimeografo. Naquelas folhas tudo tomava forma, e a cada traço do lápis uma nova imagem surgia, formando curvas e criando um caminho de uma estrada do conhecimento que jamais teria fim! Aos poucos as letras iam surgindo e formavam palavras que a cada momento faziam ainda mais sentido.
Algumas letras bem elaboradas como o “H” eram difíceis de escrever e pacientemente ela pegava em minha mão e fazia com que tudo parecesse fácil!
A aula era tão legal que não entendia qual a necessidade do descanso nos finais de semana! Incansavelmente minha mãe tentava explicar, mas não adiantava, pois, a vontade de aprender e de estar com a Tia Lilia, fazia que o sábado e o domingo parecessem uma eternidade. A cada dia uma nova descoberta e assim vieram os teatros, as apresentações, os poemas de Cecília Meireles e a cada dia aprendíamos mais!
Ao fim do ano estávamos prontos para a nossa primeira formatura! Isso mesmo! FORMATURA! Já sabíamos ler e assinávamos com total propriedade o nosso nome! Em nosso juramento dizemos em alto e bom som: - Prometo honrar meus pais e minha professora.... E dali em diante continuamos cada um a escrever sua própria história sem ter noção do quão importante seria essa professora em nossas vidas!
Todos os outros aprendizados que vieram depois só foram possíveis porque alguém nos alfabetizou. Não haveria uma formação se não houvesse sua dedicação!
As palavras que hoje faço canção, só foram possíveis pelo seu apoio e por segurar na minha mão quando precisei. Ela permitiu que os sinais deixassem de ser apenas desenhos e passassem a ser a forma de comunicação! Em qualquer palco que eu esteja ela sempre estará comigo! Obrigada Tia Lilia!
Logo eu que vivi fugindo do amor por anos, fui pega por uma cilada.
Pois é, Eu fugi em quanto pude, fugi por não querer passar por isso que estou passando agora. De ver a mente, e os traumas passados virem à tona, eu me defendia desse sentimento para evitar uma bagunça na minha cabeça. Eu sei que tudo isso vai passar! Só que não não passa antes de torturar e vc fica se perguntando o tempo todo se o problema é com vc. Eu fugia, para evitar me diminuir para caber no mundo do outro, fugia porque eu sabia meus limites, fugia porque sabia que eu sou importante de mais. No final eu sempre descubro que o problema não sou eu. Eu sou intensa, isso assusta na maioria das vezes.
Janayne Oliveira
29/10/2022
Eu sou uma cópia ruim de mim mesmo de cinco anos atrás desista, a solidão não tem vantagem sobre mim nem sequer me pertencia tudo o que eu sei é que tudo o que sinto é deixado de lado e ninguém olha para baixo a máscara está caindo.
Se uma pessoa de trinta anos compra uma casa de um milhão de dólares, e outra pessoa de setenta anos compra outra casa, também de um milhão de dólares, o preço que cada um pagou é muito diferente, em virtude de que cada um poderá desfrutar dessa sua casa de uma maneira completamente diferente. O jovem pagou menos, já que a utilizará e desfrutará da casa por mais tempo. Imagine que este jovem ainda viverá por mais 50 anos, ou seja, utilizará a casa por 50 anos, enquanto a pessoa de 70 anos viverá mais 30 anos, ou seja, utilizará a casa 20 anos a menos. Por isso, costumo afirmar, que o preço das coisas nunca é igual para as pessoas, já que o preço também está em função do tempo e da capacidade que cada um terá para usufruir aquilo que conquistou.
"Quão gigantes já foram os problemas de anos atrás, que vistos hoje, sob a ótica do presente, parecem tão pequenos? Assim também acontece com todas e quaisquer dificuldades que a vida venha lhe apresentando atualmente. Amanhã, e depois, e depois, elas serão cada vez menores. Portanto, apenas cuide de empregar o seu melhor e a dar-se por inteiro em cada parte do se exigir de ti, gradativamente as coisas vão se apascentando em bom lugar."
Romantizamos demais a dor, tanto que com o passar dos anos esquecemos que ela passa, e justamente por isso ela se instala em nossas vidas.
Minha maldição
Dois de cada coisa
Dois amores não correspondidos
Dois anos de sofrimento
Dois melhores amigos perdidos
Aposto que mais dois anos remoendo
Já morei em duas casas e um apartamento
Será que mudarei por causa desta maldição?
Dois minutos de paz neste momento
Enquanto escrevo uma poesia que nunca virará canção.
Duas horas chorando
Dois dias segurando o choro
Duas ideias ruins, eu fico pensando
Se vivo de dores ou se morro.
Posso passar anos admirando e sempre será como a primeira vez. Por ter a mesma visão da inestimável, grandiosa, única em toda a sua essência e detalhes. Que te diferenciam e faz com que seja admirada em todos os sentidos e dias vindouros de uma forma tão surpreendente; sempre demonstrando a mesma reação.
Você é lindíssima de linda...
Ricardo Baeta.
Eu, que não fumo, queria um cigarro
Eu que não amo você
Envelheci dez anos ou mais
Nesse último mês
- Relacionados
- Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
- Frases de Saudade
- Textos de Saudade
- Frases de saudades de quem morreu para manter viva a sua memória
- Aniversário de 18 anos
- 20 anos de casados: mensagens que celebram duas décadas de união
- Poemas de saudade que traduzem memórias em versos
