Que não Sinta Vergonha
Machucar alguém e ainda ser tratado com carinho não é sorte, é vergonha. É a prova de que o outro venceu por caráter, e você perdeu por escolha.
“Quando a liberdade é ameaçada, ser preso por permanecer fiel à verdade não é vergonha; é testemunho, como aconteceu com José, Daniel, Paulo e Silas, que mostraram que a fidelidade a Deus vale mais do que qualquer cadeia humana.”
Não deixe a vergonha destruir a sua honra....
Não permita que o medo lhe impeça de atingir seu alvo....
Não adote a covardia em dias de provação....
Não desvie o olhar quando enxergar a injustiça, manifeste-se com sabedoria....
Não eleve o teu coração apenas por que chegou no lugar mais alto, mas se abaixe para erguer outros...
Não desonre a si mesmo para agradar outros....
Não deboche de ninguém mas se puder, apoie os que sonham...
Não menospreze quem está tentando mas, motive eles....
Não tenho vergonha das cicatrizes que não se veem na pele. Essas marcas quietas, gravadas na alma, não me envergonham, elas gritam a verdade de quem eu sou. As feridas do corpo cicatrizam com tempo e pomada, mas as da alma? Essas sangram em silêncio, teimam em doer nas noites frias, mas é delas que eu me orgulho. Porque cada racha no peito, cada sombra que o medo deixou, prova o quanto eu sou maior. Maior que as quedas que me jogaram no chão, maior que as palavras que tentaram me apagar, maior que os vendavais que arrancaram pedaços de mim. Elas não me definem pela dor, mas pela dança que fiz depois: levantei, costurei o que restou com fios de coragem, e floresci onde antes só havia terra seca. Essas cicatrizes invisíveis são minhas medalhas. Mostram as batalhas que venci sozinho, os abismos que cruzei sem mapa. Quem me olhou de fora viu fraqueza? Enganou-se. Elas revelam a força bruta de quem sobreviveu e cresceu. Sou o carvalho que o raio fez uma fenda, mas não derrubou; a onda que o rochedo partiu, mas seguiu correndo para o mar.
Leiam sempre o dicionário, e verifique a palavra certa no Google, para não passar vergonha na Internet.
Muitas vezes sentimos vergonha de pertencer à humanidade. Não porque somos perfeitos, mas porque enxergamos o abismo entre o potencial humano e a realidade que construímos. Somos uma espécie que fala de amor enquanto pratica a indiferença. Que pede paz enquanto alimenta conflitos. Que sonha com um mundo melhor, mas frequentemente espera que outra pessoa faça o trabalho necessário para transformá-lo.
Mas existe algo que merece uma reflexão ainda mais profunda.
Quando dizemos que o ser humano só pensa em violência, talvez estejamos olhando apenas para o barulho. A violência faz manchetes. O ódio viraliza. A crueldade chama atenção. Mas quantas pessoas silenciosamente ajudam alguém todos os dias? Quantos resgatam animais? Quantos dividem o pouco que têm? Quantos choram ao ver o sofrimento de um desconhecido?
Qualquer pessoa tem o direito de dizer o oposto do que disse antes. Não é vergonha mudar de posições, não é feio se arrepender.
O menino Ney deve estar com vergonha! Não serve nem para mito! Messi, com 39 anos, é artilheiro da Copa! Lenda do futebol!
Não restou vergonha nem compaixão em corações que se acostumaram a destruir, matar e celebrar a desgraça alheia como se a vida não tivesse mais nenhum valor.
Não deve existir vergonha ao falar da Palavra de Deus; ela é a coragem, alegria e intrepidez dos cristãos.
"Duas coisas que não acabam na terra são elas: semente de carrapicho e de gente sem vergonha, nascem em qualquer lugar do mundo sem ninguém plantar."
O voto deve ser rigorosamente secreto. Só assim, afinal, o eleitor não terá vergonha de votar no seu candidato
A Coragem da Saudade
Dizer sinto saudades não deveria ser um motivo de vergonha ou uma demonstração de orgulho ferido, mas sim uma celebração do laço que nos une ao outro. Falar da saudade é reconhecer, em voz alta, que o tempo longe não apagou a importância daquela presença em nossa caminhada. É um grito de coragem que quebra o gelo da ausência e abre as portas para o reencontro. Quando temos a audácia de simplesmente falar que o outro nos faz falta, desarmamos as defesas do mundo e lembramos que a vida só ganha sentido real quando compartilhada.
A vergonha não começa quando descobrem. Ela começa no momento em que a alma passa a interpretar um fato, uma queda, uma ferida, um impulso, uma memória ou um pecado como prova de desvalor pessoal diante de Deus, de si mesma e dos outros.
— O Segredo Entre Mim, Deus e o Diabo
Isso não é sobre vergonha. É sobre compreender que o passado não é uma sentença sobre o futuro. Como já dizia um filósofo há algumas décadas, os resultados de ontem podem explicar o que fomos, mas jamais determinam aquilo que ainda podemos ser.
Há desejos que não encontram voz.
Não por vergonha,
mas porque algumas vontades
são grandes demais
para caberem em qualquer palavra.
É estranho como a ausência
é capaz de aproximar.
Quanto mais distante você está,
mais perto mora dos meus pensamentos.
Talvez o mais perigoso
não seja imaginar um encontro,
mas perceber que, antes mesmo dele acontecer,
você já mudou a forma
como o meu coração aprende a sentir.
E sigo assim:
entre a coragem de confessar
e o silêncio de guardar.
Porque existem desejos
que não precisam ser vividos
para deixarem marcas.
Sinto vergonha, não vou mentir… depois de ver com quem me trocaste, ficou difícil assumir que já fomos algo. Da próxima, capricha!
