Que meus Pes me Levem
Que o limpo se limpe ainda mais ! que o sujo se suje mais...
Que os pés descalços não se suje caminhando nos bairros nobres...os sujos compram assas é não são ANJOS , voam sem saber voar ... acham que saíram do fundo do poço ... os pés descalços voam certo em direção a o alto , são levados por anjos de DEUS .
Sobre ter filhos...
Eduque-os para a vida, e não para viverem a seus pés, são seres humanos e não seu bichinho de estimação...
Deixe q vivam sem o peso do seu domínio, pois, isso não é amor, é EGOCENTRISMO!
Reflexão diária 09/09
Andar com os pés no barro não significa que fará tijolos, portanto não crie expectativas não realistas.
Nenhum evento ou solenidade deveria ser mais urgente do que a nossa necessidade de estar aos pés do Todo poderoso que nos chama humildemente a ir ao encontro dele.
Encanto
Presenciar tal beleza me arrepia dos pés à cabeça
Um olhar que parece me chamar para atravessar oceanos
Um sorriso turbulento
Ao mesmo tempo meigo, claro e lento
E esses cabelos enrolados que o vento conduz para a pista de dança
Sem se preocupar com o tempo
Nunca avistei nada igual
E encontrei no acaso aquele que fará da minha vida
Um eterno carnaval.
"Não esconda o coração que pulsa sem ter culpa, lute como briga, entenda a disputa. Com os pés na realidade, os mesmos que te seguem eterno aprendiz, corrige os erros e segue."
Viver com os pés descalços, passeando pelas areias da praia e com pensamentos esvoaçantes, com a cabeça na Lua, podem não te levar à riqueza, mas, tenho certeza, farão de você uma pessoa muito mais feliz!
Pedro Marcos
a noite cai sob seus pés,
ao longe ser que desdem
as sombras lhe desejam...
meu beijos são apenas
mortalhas que se desfaz com tempo...
seja tudo o passado profundo
entre outras fases o luar
te banha com uma beleza singular...
pensamentos tardes
sob o amor...
semelhante voz do além
madrugada...
aos lugares longes
pesares no passado
a luz que vaguei no meu desejo...
Nem sempre ser capaz de olhar o mundo de cima é uma vantagem.... Se não for possível manter os pés no chão, mantenha pelo menos a consciência e a humanidade, e terá tudo o que necessita para ultrapassar os desafios da vida.
"Se você se gaba por ter várias pessoas aos seus pés, não se iluda. Quantidade nunca foi sinônimo de qualidade. Aquele que possui uma pessoa de confiança ao seu lado é mais feliz do que aquele que possui dez que lhe abandonariam no primeiro obstáculo."
Abrindo os olhos, com lentidão além do normal, andava pelas ruas, os pés descalços deixavam leves marcas pelo caminho que passava.
Ela estava molhada, não se sabia de onde tanta água surgia pois ela nunca parava de fluir.
A sua volta, um lugar vazio, nada a vista. Não existia cores por onde ela passava, não existia um alma a sua volta. Não existia nem mesmo uma briza.
Nada a tocava, nada ela sentia, nem mesmo a abalava. Era um mundo a sua volta, carros, pessoas falando em cada parte daquele mundo vazio, algo do qual ela parecia imune.
O caminho não se findava, seus pé já estavam cansados, já era hora, ela precisava descansar.
Foi então que ela viu, o fim da estrada ela havia alcançado, parecia que o mundo havia chegado ao seu fim e tudo o que ela precisava fazer era pular.
Então ela pulou, no inicio era só o vazio, novamente nada a tocava, nada mexia consigo além daquela sensação quase prazerosa da queda.
Finalmente ela pararia de não sentir nada, seria o momento perfeito que ela finalmente sentia alfo dentro de si. Algo incomodo, porém já era algo. Algo que a fazia se sentir calmamente bem.
O aguardo não durou muito, o impacto trouxe ela de volta ao mundo que sempre havia visto, o mundo que conhecia tão bem. As imagens passeavam a sua volta como em um filme pobre e deprimente de cores gastas, mas eram as imagens que a traziam para o momento perfeito. Um afago, o abraço, o colo e o cheiro! Enfim um beijo, um calor, um frio e um vazio. Letras a rodeavam, notas chegavam em seus ouvidos, melodias que ela não se lembrava quando, nem onde, mas sabia que já havia ouvido. Ah... ela conhecia bem aquele mundo, era lá onde ela guardava tudo o que programava para si, mas não expunha ao mundo.
Ali, diante de tudo ela voltou a cair, o chão se abria para ela e novamente ela se deixava levar pela sensação da queda. Porém agora a sensação se esvaia, como a água que sai das mãos de alguém em um ato desesperador para matar uma longa sede. Então, acordando mais uma vez ela viu-se novamente do lugar que nem parecia ter saído. Todos a olhavam como se esperassem algo a ser dito, ela sabia daquilo, estava acostumada. Era fácil enganá-los. Com um gesto robótico, ela sorriu, suas bochechas se elevaram levemente, seus olhos se tornaram tão pequenos que mal parecia que ela enxergava algo. Ela sabia que só assim eles parariam de olhar para ela daquela forma... e quando lhe perguntava a tipica pergunta que a perturbava a cada letra dita, ela simplesmente respondia:
I'M FINE
