Que meus Pes me Levem
DOCES DESEJOS
Pousa teu olhar sobre meus sonhos
Vê que em ti reside o prazer e a razão
De insanos desejos, ânsias que exponho
Entre ternos toques e o fogo da paixão
A mágica sensação que ora te proponho
Traz ao peito o fulgor cristal do coração
Acendendo da vida a chama, eu suponho
Em sermos nós, sol e mar de eterno verão
É beleza, é luz de um invólucro de ternura
Pois que da pele também brota a candura
Fascinante equilíbrio na sinfonia do amar
Que faz do meu corpo teu barco, teu mar
Eu, tua...Entregue aos meus doces desejos
Eu, tua...Perdida no sabor dos teus beijos
Rabisco os meus versos sem pressa,
e quase nunca tenho hora pra chegar...
um dia rimo, no outro, remo
o meu caiaque de ilusões,
é a minha sina nesse oceano navegar!
Meus sentimentos, às vezes, são tão intensos e avassaladores, que pesam no peito. Querem aflorar a qualquer custo, mesmo que eu tente esconder. É angustiante guerrear contra a gente mesmo! E, por mais que se lute, uma hora eles adquirem vida própria, escapam e fazem um enorme alvoroço.
Posso dizer a você, que por mais que meus escritos possam denunciar-me e levá-lo a uma leitura bastante dura a meio respeito. Jogue sempre com a possibilidade de ter uma pitada de exagero proposital, para levá-lo justamente a esse Veredicto. Será?
Se tiver que correr para realizar meus
Sonhos, que seja pra correr ao seu en-contro, nunca atras deles. Eles sao mais
Rapidos que EU.
Meus versos são minha prece. Uma maneira que encontrei de levar minha mente e meu coração pra tomar sol.
Decepções...
Meus monstros adormecidos...
sonhos furioso...
pesadelos perdidos...
sentimentos de beleza...
está vida de belezas...
me afogam em desespero...
angustia sem fim...
que é a beleza não ser o amor infinito,
beleza que se joga fora...
apenas pelo prazer...
profundo do belo o extasie...
fronteiras absurdas sem musica
numa ausência... somente frio...
uma pedra é linda porem é parte de um sonho,
vitima de drogas que alucinam a beleza...
tudo é beleza do corpo físico...
sempre vitima do consumismo...
de mundo projetado para ser perfeito,
para que tanta beleza num mundo obscuro...
no final tudo futilidade...
despreparo físico e mental...
indignos de serem reais.
Na solidão dos meus pensamentos reato meus sonhos,
abandono qualquer sentimento diante tua voz
que se cala na escuridão,
tenho vontade de gritar com tanto ódio,
o mundo não merece minhas palavras jogadas ao vento...
grito diante meus demônios que nunca se calaram...
dilacero minha carne em busca um consolo...
aonde a um vazio enorme... tento não sentir medo
mas apenas é o fascino diante o obscuro sentido...
seu sangue me da prazer
os seus desejos são meus
a cada mordida sugo sua vida
sintas as delicias da escuridão,
a carne tem deliciosos prazeres,
a vida na escuridão sempre é melhor
sinta o tamanho do meu prazer,
se delicie nessa cama...
me alimento da tua vida,
isso me da prazer.
"Então em meus olhos você irá perceber a melancólica incerteza que habita minha alma. Verá que são inconstantes - fiéis aos meus sentimentos profundos - e portadores da mensagem que carrego feita em nó na garganta, mas que insisto em calar. Neles, encontrará o caminho para conhecer o âmago do corpo que habito, em suas emoções tolas. E se quiser chegar a invadi-los, tome cuidado: Talvez sua escuridão não permita que retorne ao lugar vindouro."
Eu prefiro ser feliz todos os dias ,
encarar meus desafios ,
chorar se for preciso .
Mas nunca...nunca ... nunca desisto
do que realmente quero.
E se o preço for alto
simplesmente faço valer apena !
Islene Souza Leite
quando a luz de meus olhos se esvai com o passar do tempo
um sorriso de menina esta retido em minha mente
o meu reflexo em um olhar azul
como um anjo
suas palavras e sorrisos tatuados em minha alma
as folhas que juntamos em outonos passados
estão guardadas no livro velho com cheiro de madeira
nossas tardes desenhando nas nuvens , o algodão doce
com a cor dos seus olhos
mesmo passadas tantas estações
tudo continua aqui
posso sentir o sabor dos seus doces lábios avermelhados
eu queria ter um espelho e nele poder mergulhar
sem hora pra voltar , e dançar com você mais uma vez
com os pés descalços na chuva
poder mais uma vez ouvi-la cantar ao som do meu velho violão
as cartas e bilhetes , os lírios e o milho verde
nossas individualidades
o chocolate e a pipoca
nunca mais provei
o violão com cordas enferrujadas
no canto da sala
mesmo em silencio
ouço o canto da saudade
hoje meu nome se confunde
com o vazio que a
sei o que o girassol
sente em dias de chuva
meus olhos cinzas
não deferem o azul do amarelo
a vida se tornou
um rabisco abstrato incompleto e sem forma alguma
as letras aos poucos me abandonam..
a musica , o desenho no vidro , o chinelo velho
marcas em uma memoria cinza
de outonos passados
melodias tristes, sons e cores
tatuadas em um céu descolorido
tudo mudou com o passar dos tempos
e as dores ainda permanecem latentes
aos poucos a vivacidade abandona o castanho olhar
a fumaça substitui o respirar
a luz dos olhos dão lugar tenras a ilusões..
anestesia a dor que é retida na alma
o som do piano já não é mais tão belo..
nem o amarelo vivido de um girassol
o cheiro do milho cozido
o algodão doce azul
o sorriso espontâneo
tudo se foi..
no fim você já não sabe diferenciar os sons
as cores.. O mais grave do agudo
os sentimentos
apenas trago em mim as lembranças de um amor
juvenil
PROMESSAS
Promessas você faz, sempre no auge da emoção.
Não vê que meus sentimentos são de vidro e
minha alma de cristal.
Como quero acreditar, se quero!
Agora deixei de acreditar que me ama,
minha alma e meus sentimentos quebraram,
agora estou leve, livre e sem ilusão...
