Quase Morto

Cerca de 10427 frases e pensamentos: Quase Morto

⁠"Amar, às vezes só acontece uma vez, mas sorrir acontece quase todo dia, SORRIA..."

⁠"O homem tem domínio em quase tudo que existe debaixo do sol, menos no próprio coração"

Inserida por FurtadoBrunno

⁠A MORTE, quase ninguém quer, mas é uma realidade que ninguém pode fugir. Tudo se renova, por isso se morre, quando já não mais somos útil a sociedade. O novo continuará a obra inacabada que um dia para ele terá fim. Assim caminha a humanidade. Nascemos, vivemos e morremos. Não podemos contrariar a natureza.

Inserida por Ademar_de_Borba

Quase Nós

Éramos dois rios que queriam o mar,
mas corriam por margens opostas.
Dois tempos que nunca se encontram,
duas almas quase dispostas.

Nos olhos, havia promessa.
Nos gestos, carinho e abrigo.
Mas o mundo — cruel em seus mapas —
não traçou o mesmo caminho.

Faltou tempo, sobrou sentimento.
Faltou coragem, restou lembrança.
Vivemos no eterno “e se...?”,
no espaço entre o medo e a esperança.

Não foi falta de amor, eu juro.
Foi excesso de mundo, talvez.
Fomos poesia sem rima no fim,
história que o destino desfez.

E mesmo longe, ainda sinto
teu nome sussurrar no ar.
Fomos quase. Quase tudo.
Mas o quase não sabe ficar.

Inserida por NandaaGoncalves

Dias de Chuva

E a chuva continua a cair . Chove fria e mansamente , chove quase que ininterruptamente . Assim passam-se os dias , assim passam -se as horas ...assim vai-se o mês de agosto ! Muita chuva , muita terra molhada , muita reclusão em casa
A chuva não dá tréguas. Seu ressoar é como uma cantiga suave num compasso firme e lento.
Dias de chuva nos trazem nostalgia... Chuva é Deus lavando a casa do coração
Que recaia sobre cada um de nós, tão suavemente como a chuva , as bênçãos de Deus que aos poucos vai -nos lavando a alma e inebriando o coração .

edite lima , Agosto/2017

Inserida por editelima

⁠⁠⁠Amar sem ser amado,É estar no meio do nada edançar ao som vento, soprado pelo quase nada.

Inserida por NicoPinto

"Salto envolto da fantasmal dançarina.
Explode e calha sem quase tirar os pés do chão ou sacar os seus ditados da vanguarda.
Sem cores, sem dores. Assim como a visão do observador.
Já passou como o vento ou como o tempo."

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠As pessoas se dividem em grupos, quase
que em classes, como uma espécie de cardume comportamental.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Por muitas gerações os homens ensinaram os meninos a serem homens vazios, quase sociopatas. Isso não é discutido?

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Nós somos tão sortudos, temos tanta natureza e quase todos os céus do mundo.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Sou um professor há quase 2, 3 ou 4 anos, mas a quem acha que não tenho experiências suficientes para enfrentar os desafios da minha carreira, isto porque, a escola onde trabalho não tem meios suficientes para demonstrar as minhas habilidades. O que você espera duma escola sem sala de informática, sem Wi-Fi, sem laboratório, sem sala dos professores e nem uma régua para esboçar os gráficos, onde os gestores matam as habilidades dos alunos.
Daniel Perato Furucuto

Inserida por Furucuto

⁠Moçambique hoje vive os seus piores momentos após a guerra civil que durou quase 16 anos entre o Governo da FRELIMO e da RENAMO. E muitos não compreendem que o sistema democrático Moçambicano foi mal pensado em todas as suas vertentes. Hoje exige-se algo que devia ser exigido no momento da assinatura do acordo geral de paz, a desigualdade social, política e econômica que hoje se vive em Moçambique é fruto de uma Democracia mal estruturada e mal pensada. Furucuto, 2024

Inserida por Furucuto

Plantas
⁠
São minha terapia
Trazem epifania
Quase magia.

Poetrix

Inserida por TATISISA

Nem tudo está predestinado

Nem tudo é destino, já que temos um arbítrio.
Quase tudo é transitório e passageiro, exceto as promessas de Deus.

Inserida por sueliaaraujo

Quase tudo é incerto, exceto a eternidade

Inserida por sueliaaraujo

DICOTOMIA



Autor: Marco Arawak


Há uma fronteira quase invisível entre aquilo que desejamos e aquilo que somos capazes de suportar. É ali que o amor começa a nos dividir.


De longe, parece simples. Gostar, querer, aproximar-se, sentir falta. Uma pequena gramática de presenças e ausências. Mas basta atravessar a superfície para descobrir que, por baixo do gesto mais banal, existe quase sempre uma pergunta que não sabemos responder.


Queremos companhia, mas também espaço. Queremos atenção, mas tememos a vigilância. Pedimos sinceridade e, quando ela chega sem delicadeza, desejamos que certas verdades permanecessem intocadas.


Queremos ser procurados, mas nem sempre queremos ser encontrados.


É assim que o contraditório se instala, primeiro nas pequenas coisas, depois em tudo.


Dizemos que queremos alguém que nos conheça profundamente, mas tememos ser conhecidos por inteiro. Desejamos transparência, embora preservemos dentro de nós regiões que nem sequer sabemos explicar. Procuramos segurança e, quando a encontramos, às vezes sentimos falta daquilo que nos fazia tremer.


O raso não é o oposto do profundo. É apenas aquilo que ainda não foi atravessado.


Por trás de um simples “fica” pode existir o medo de ser deixado. Por trás de um “preciso de espaço”, a necessidade de não desaparecer dentro de alguém. Por trás de um silêncio pode haver indiferença, medo, cansaço ou uma verdade que ainda não encontrou linguagem.


O amor promete encontro, mas devolve cada um à própria solidão.


Quanto mais nos aproximamos, mais percebemos a distância que permanece. Ninguém atravessa inteiramente o território de ninguém. Há sempre uma região inviolável, um lugar onde continuamos estrangeiros até para aqueles que mais amamos.


E talvez seja justamente isso que nos assuste.


Queremos ser compreendidos sem sermos completamente decifrados. Queremos pertencer sem deixar de existir por conta própria. Procuramos no outro uma morada, embora saibamos que nenhuma morada pode substituir aquilo que somos.


Queremos permanência, mas somos feitos de mudança.


Queremos certezas, mas muitas vezes é o imprevisível que nos desperta.


Queremos liberdade dentro do vínculo e vínculo dentro da liberdade.


Queremos que o outro permaneça, mas não queremos permanecer os mesmos.


E talvez nenhuma dessas contradições seja um erro.


Talvez sejam apenas sinais de que amar não é possuir uma resposta, mas sustentar perguntas que não cabem numa resposta.


Entregar-se é uma forma estranha de coragem. Não porque elimine o medo, mas porque decide não obedecer inteiramente a ele.


A razão calcula o risco.


O desejo ignora a conta.


E, entre os dois, existimos nós.


A razão não é inimiga do sentimento. É a consciência do preço. Sabe que toda entrega modifica quem entrega, que todo vínculo abre possibilidades de perda e que aquilo que nos transforma também pode nos desorganizar.


Ainda assim, avançamos.


Às vezes queremos alguém que nos liberte da solidão, mas tememos torná-lo indispensável. Queremos intensidade, mas recuamos diante do excesso. Pedimos profundidade e, quando ela finalmente nos alcança, descobrimos que ser visto é também perder alguns esconderijos.


Na superfície, queremos o abraço.


No fundo, queremos ser reconhecidos.


Na superfície, queremos companhia.


No fundo, queremos que alguém compreenda a nossa solidão sem tentar ocupá-la.


Na superfície, queremos alguém que fique.


No fundo, queremos continuar sendo nós mesmos enquanto esse alguém permanece.


É nessa passagem do raso ao profundo que a dicotomia deixa de ser contradição e se revela condição.


Não está entre o amor e o medo.


Está no próprio amor.


Porque amamos justamente aquilo que pode nos atingir. Abrimos a porta sabendo que o mesmo gesto que permite a entrada também torna possível a ferida.


Queremos o outro porque somos incompletos, mas precisamos permanecer inteiros para que o encontro não se transforme em desaparecimento.


Vivemos entre forças que não se anulam: permanecer e partir, aproximar-se e preservar-se, entregar-se e guardar-se, ser dois sem deixar de ser um.


Essa é a verdadeira dicotomia.


Não escolher entre extremos, mas descobrir que ambos podem ser verdadeiros ao mesmo tempo.


Toda escolha carrega aquilo que recusamos. Toda aproximação conserva alguma distância. Toda entrega guarda, em algum lugar, a possibilidade da retirada.


Talvez amadurecer seja abandonar a necessidade de resolver aquilo que a própria existência insiste em manter aberto.


Há conflitos que não pedem solução.


Pedem consciência.


O amor talvez seja isso: não abolir a distância, mas aprender a habitá-la. Não esperar que o outro nos complete, mas reconhecer que ninguém nos completa e, ainda assim, escolher compartilhar a incompletude.


Dois seres inteiros aproximando-se sem a pretensão de se tornarem um.


Duas solidões que se reconhecem.


Não para se possuir.


Não para se salvar.


Mas para testemunhar, ainda que por um instante, aquilo que existe de mais inacessível em cada um.


Porque intimidade não é atravessar completamente o outro.


É chegar suficientemente perto sem destruir o mistério.


Amar é permanecer diante desse mistério sem exigir que ele deixe de ser mistério.


É querer ficar e saber partir.


É entregar-se sem desaparecer.


É pertencer sem possuir.


É aproximar-se sem destruir a distância que torna possível o encontro.


Talvez essa seja a única eternidade possível entre seres finitos: não vencer o tempo, não impedir a perda, não garantir o amanhã, mas fazer com que duas existências se reconheçam profundamente sem jamais poderem possuir-se por inteiro.


E talvez seja aí que o amor deixe de ser promessa e se torne verdade.


Quando já não precisamos vencer a dicotomia para permanecer.


Quando compreendemos que a contradição não é a falha do amor.


É a sua forma mais humana de existir.


Porque somos assim também: rasos naquilo que dizemos, profundos naquilo que calamos; contraditórios no que desejamos, lúcidos apenas depois de sentir.


No fim, talvez amar não seja encontrar uma resposta.


Talvez seja ter coragem de permanecer inteiro diante da pergunta: Será?

Inserida por marco_antonio_arawak

Saudades pra sempre

Sorte minha,
Um sonho bom,
O coração tateando quase cego,
Luz;
3 dias

Brincadeira,
Um bom dia,
Coisa séria,
A falta certa,
Cheiro;
3 dias

Um beijo sem até logo,
Doído;
Aperto;
Falta o ar;
Gratidão;
3 dias com você.

‌Saudades pra sempre.

Inserida por AmirAbuid

⁠Nós fomos um quase tão lindo!

Inserida por Mulotiua

⁠O dia que te encontrei

Que alegria foi te encontrar assim por acaso,meu coração quase saiu do peito em ritmo frenético .Perguntas tilintaram em minha cabeça. Quem és tu?me conheces por acaso? Já nos falamos? Eu vi a sua face? Tinha olhos escuros? Seus lábios eram carnudos como se pedisse um beijo demorado? Tinha um sorriso cativante? Quem és tu que me deixa cheia de alegria e coração trêmulo com suas doces palavras que fundo me tocaram ?.Como és galante e deliciosamente cativante.!
Wilsinho sp,espero encontrá-lo novamente e que eu possa revelar_te que suas doces palavras inebriaram meu ser e a mente imaginativa se acendeu como fogos de artifícios.
Inebriadamente,
Sua doce linda Mari mulher.

Marilene lira

Inserida por lira2010

Os quase sempre Irreais, porem fatais problemas de um relacionamento, começam quando damos inicio ao nosso patético Ritual de exibição do que se foi alcançado.

Neste momento começamos a agregar em nosso conceito as visões e opiniões de varias outras pessoas, que por sua vez quase sempre estão erradas.

Inserida por nillgoterra