Quase Morto
Fagulhas fraternas, que surgem no mundo contemporâneo, são manifestações da centelha divina quase sempre provenientes do atrito entre corações de pedra
Ao plantar a semente do amor quase sempre estamos a chorar, para muito em breve ao colhermos seus frutos voltarmos a sorrir
Não era só uma janela
Era uma janela com ela
Quase sem roupa, quase sem alma,
Quase suplicando
Vem...
Vem...
Vem...
Família, a maior benção que uma pessoa pode ter. Para alguns vem fácil para outros quase impossível.
QUASE
Quase nada é esse vazio,
Esse fenecer, esse desfalecer,
Quase nada é esse Quasímodo
Emergindo do lago,
Qualquer que seja o motivo,
Quase, não chega a ser imperativo,
Quase não é um quasar,
Um buraco negro, um negro no buraco
Um jaguar, qualquer jacaré
Quase um beijo,
Não é uma história de amor ...
Um percevejo,
Quase que eu não percebo... quase.
Esse vazio é um cadafalso,
Quase um falso, em cada palavra
E a corda aperta o pescoço...
Até que eu flutuo
Insustentavelmente leve, quase brisa...
ESTIO
Curvo me sob a penumbra,
Tateando á luz da lamparina,
Este quase prazer literário
De ser só, este quase desejo de sofrer,
Confeccionando da tristeza a rima...
Meus desejos murmuram sob a tumba,
Jaz inerte e plácido no ataúde,
Um soneto lúgubre de agonia,
Morcegos a debater-se nesta treva,
A corroer o inimaginável rei das trovas...
Este desencanto com a vida,
Este dessentir-se extraordinário,
Este estio, árido, literário,
Que me faz ruir à cova...
Sad, sad, sad, sad, sad, sad, quase um anjo,
Chapa, chapada diamantina
Diamante rima com eternamente,
Meu olhar ausente, uma caverna
A guardar o sol e a dor eterna
Das luzes que na tarde
Arde a cair nos canyons;
Quase anjo, sad, sad, sad. sad, sad
Quem há de mudar o imutável
A não ser o tempo
O tempo de recolher as pedras,
De reconhecer as perdas
O tempo de colher as pedras preciosas
O tempo de descer a mina
De guardar o horizonte
Na silhueta feminina
A caçar mamutes como borboletas
Com a leveza e o romantismo de libélulas
A se espelhar no lago
Triste triste triste quase existe
A impossibilidade de poder
Buscar no tempo o olhar de ternura
No momento que por um instante de loucura
Aquele olhar me fez acreditar em anjos.
Eu sempre quis de ti o que era fugidia
O que era fugaz, o que era quase ou por um triz
A loucura da procura, a aventura da caça;
Eu sou um predador...
O difícil de querer me seduzia,
Mas quando eu via e pegava,
Desacelerava, morria o interesse da caçada;
O prazer se reduzia a quase nada...
Acho que amo os desencantos
Eu não queria ser assim...
Se algum dia eu sonhar com algo que não for poesia,
Se algum dia os desencantos não me encantarem,
Talvez eu esteja preso
Entre tuas pernas e os teus braços
No abraço do poema do prazer,
Como se a vida fosse alguns gemidos de paixão ou de amor
Mas a vida é uma selva e eu sou um predador
Crescer é quase tão difícil que perder alguem.
Dois extremos, um mais facil do que o outro para algumas pessoas.
Viver é difícil, conviver com outra pessoas é difícil, e nosso único refúgio é estar com nossa própria companhia. Não se sente fútil, não tem que se arrepender dos seus próprios atos quando se esta com si mesmo, porque você se entende, sabe seus motivos e se perdoa.
Eu sei que sou importante, nem sempre para outras pessoas, nem sempre faço diferença. Mas para mim faço diferença, as vezes queria ter uma amizade que fosse como eu sou para mim, sei me controlar, sei das sensações mais sombrias que com frequencias se manifestam na minha alma, entendo minhas razões e até mesmo minhas confusões. Nem sempre estou bem comigo mesma, mas sei que sou a melhor amiga que terei.
Vivi aventuras inesquecíveis, paixões enlouquecedoras. Já passei por quase tudo nessa vida, quebrei a cara algumas vezes, reinventei-me, superei. Agora, amor de verdade, só um, você 🫶
Hoje, não preciso mais incrementar a minha coragem, já que, quase não percebo meus medos , por força da minha fé que é imensa!
Não insista com o descontentamento. Tome qualquer iniciativa, mesmo que esteja quase completamente certo de dar errado.
Na verdade, na história da humanidade, quase todos os famosos ‘amigos do povo’ foram ligados aos grandes exploradores.
