Quase

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Eu fui aos céus com você, e ao inferno também. Depois de ir as nuvens quase caímos no chão.

Quase não existiriam problemas se escutar conselhos fosse tão fácil quanto dá-los.

Sinto meu rosto derreter envolto a notas de piano
Minhas mãos tremulam e escreve quase sem força o colírio dos meus pensamentos
O lugar do meu coração parece vazio, como um céu sem nuvens
Minha alma parece querer pular pra fora enquanto a luz da lâmpada me observa
Meus olhos estão cansados, minha garganta seca
Os livros e meus chinelos jogados são minhas únicas companhias
Perdi o calor dos meus desejos
Esqueci meu nome
Escondi-me das palavras que rodeavam minha mente
Onde é o final do horizonte.

⁠Você é culpado por todas as palavras que saem de sua boca, sendo que o silêncio quase sempre é uma opção. Entretanto, a culpa por como as outras pessoas entendem o que foi dito é delas.

@fer_machado_escritor

Pensar, Pesar...

E, novo, suspiro...
E, de novo, respiro.
Senão, quase piro.

“Na Natureza Selvagem”

Todos os seres humanos são motivados a fazer coisas inusitadas, quase, senão sempre tem que haver um motivo racional. Na história real de Christopher McCandless, protagonista do drama interpretado por Emile Hirsch em “Na Natureza Selvagem”, suas motivações vão além de um livro que o possa influenciar, como por exemplo: “O apanhador no campo de centeio” (1951) de J.D. Salinger que conta a história de um adolescente que ao ser expulso da escola pega o trem para Nova York antes que seus pais fiquem sabendo da notícia; ou do lendário “Pé na estrada” de Jack Kerouac (1951) que influenciou uma juventude inconformada a sair de casa em busca cada qual de um novo significado para a vida da forma que cada um bem entende.
Com Christopher pode-se dizer que foi um pouco diferente, sobretudo no que se refere às motivações que o levaram a ser um “extremista” como ele mesmo se declara. Antes de se lançar em um ambiente inóspito ao homem solitário, sua sabedoria e revolução espiritual estavam bastante avançadas como é mostrada nessa obra cinematográfica que Sean Penn adaptou do livro de Jonh Krakauer que, aliás, leva o mesmo título.
Após concluir seu ensino superior em 1990 aos 21 anos, Christopher doa toda sua poupança (24 mil dólares) para um instituto de caridade. Parte então para uma aventura vivendo à margem desta sociedade de faz de conta considerada civilizada. Pegando caronas ou viajando clandestinamente em trens de carga. Christopher renega todos os “valores” sociais consumistas, abandona a superficialidade da ideia de estar sempre se ocupando em ter cada vez mais movidos pela ganância. Seus valores familiares também não são mais acessados, o pai, a mãe e a irmã nunca mais o viria novamente.
Na medida em que se relaciona com as pessoas em seu caminho sua perspectiva de mundo vai se configurando e, sendo esta uma via de mão dupla, as pessoas também vão se modificando e principalmente revendo seus valores.
Ansioso por liberdade total, desapegado à regras o jovem adota para si outro nome, agora seu nome é Alexander Supertramp (super-andarilho). Apesar de viver sem rumo, sem dinheiro, apenas sua mochila com diários, livros e algumas roupas, vivendo do que se encontra pela frente, Christopher tem um objetivo: chegar ao Alasca e quando lá chegar, viver o mais intensamente possível sendo, ele mesmo, total parte da natureza selvagem.
Portanto, depois de 2 anos se aventurando e indo ao norte dos Estados Unidos, Christopher chega ao Alasca e pretende viver da terra por um tempo. Compra um livro sobre a fauna local para se orientar. Encontra um ônibus abandonado, provavelmente por uma equipe de biólogos pesquisadores, este é o já lendário “Ônibus Mágico”.
A paixão pela vida selvagem caiu como uma luva para justificar sua fuga de uma sociedade que para ele é mais hostil do que viver como mendigo. Em sua mochila, além dos diários, as obras literárias de Jack London, Leon Tolstoy e Henry David Thoreau que carregavam, tiveram grande influência sobre McCandless. Não se tratava de uma nobre missão, apenas de viver sozinho no Alasca, reconfortado com o que a natureza pudesse lhe proporcionar.
Contudo, perto do centésimo dia no ônibus mágico a fome passa a ser latente e cruel. Os desdobramentos dessa história real nos levam a reflexão sobre a condição humana da vida ativa. A ação do homem e o suprimento de suas necessidades de fato mora na relação com outros homens, outros seres humanos ou é possível viver solitário? Finalmente ele próprio conclui sabiamente que “a felicidade só é real se compartilhada”.

Existe prazer nas matas densas
Existe êxtase na costa deserta
Existe convivência sem que haja
Intromissão no mar profundo e
Música em seu ruído
Ao homem não o amo pouco
Porém, muito a natureza...

Durante aqueles seis anos – quase sete já – em que estivera de volta a Hawkins, aprendera a aceitar o luto e o sofrimento, que aumentavam mais perto das datas comemorativas.

Tenho nojo de quase todos , as pessoas são estranhas , não vejo graça em nenhuma , eu até gostaria de achar pessoas interessantes e legais , mais é tão impossivel , que eu até me acustumei com a ansia que tenho toda vez que olho para elas.

⁠Eram grandes homens, com defeitos imensos, e sabe do que mais... aqueles defeitos quase os tornaram ainda maiores.

Harry Potter
Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Rio de Janeiro: Rocco, 2016.

A gente sabe que nunca deveria criar expectativas, mas quando amamos isso se torna quase que inevitável! Dá vontade de explodir de tanta felicidade, de ficar juntinho o tempo todo, de sorrir por tudo de bom que está acontecendo e sonhar com tudo de lindo que ainda virá! E como nossas expectativas sempre ultrapassam a realidade, vem as decepções ... mas quer saber? quem não sonha não se decepciona, mas também perde uma parte sensacional da vida que é amar sem limites!!!

Como esquecer de você e me livrar desse amor, se ele aquece a minha pele, quase queima a minha roupa e alimenta essa febre, em minha boca...

Voltando do teu carinho

como de um reino encantado,

venho dizendo baixinho,

quase em êxtase, o teu nome

cercando-o de pensamentos

cada qual mais delicado.



E tudo pelo caminho,

que se torna iluminado,

repete em côro o teu nome

pássaros,flores e ventos

por terem adivinhado

que eu venho do teu carinho

como de um reino encantado...

Quando você me falou que não
precisava mais de mim, bem, você
sabe, eu quase desabei e morri...

[...]
e, por um momento, eu quase me esqueci de onde vim,
deixando-me influenciar por um mundo que não é, nunca foi, e nunca será o meu.

Dinheiro não traz felicidade, mas compra o açai, que é quase a mesma coisa

Profundo amor

Foi assim meio sem querer
em uma noite fria sem luar
quase sem estrelas que o meu
olhar crusou com o teu.

Não sabia teu nome mas
teu rosto estava claro na minha
mente eu clamava por um
reencontro.

Foi assim meio sem querer
que descobri teu nome
foi assim meio sem querer
que me apaixonei por você.

Foi assim meio sem querer
que declarei todo meu amor
deixei mais claro que o diamante
foi assim querendo muito
que te digo eu te amo.

Ouvi uma época que quase não se escutava minha voz, era uma observadora nata. Mas hoje as pessoas estão abusando, e por isso minha língua não cabe mais dentro da boca, ela incha de indgnação e só me resta cuspir o veneno.

Quando eu era pequeno, ver a minha mãe sofrer, sem poder ajudá-la, me levava ao desespero e quase à loucura. Meus desenhos da época — eu desenhava dia e noite — tinham um tema recorrente: um homem maduro e forte, com uma barba muito preta, socorria um bebê, um cachorro, uma velhinha em apuros. Eu queria ser esse homem, é claro. Mas, na ocasião, tudo o que eu podia fazer pela minha mãe — ou por quem quer que fosse — eram micagens para fazê-la rir por uns momentos. Até hoje tento aliviar os sofrimentos das pessoas por meio de piadas. Às vezes consigo.

Tudo era tão difícil
Quase que impossível
E eu não entendia nada
Num dia de tristeza,com papel e uma caneta
Eu dei sentido as palavras

Vou amar para sempre, mesmo que a dor do amor quase me mate!