Quanto Vale um Abraco
" 'Dê-me um limão e eu ensino você a fazer uma limonada', disse alguém. Mas, se o interesse é pela laranjada, só mesmo um 'milagreiro'! "
Frase Minha 0038, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Rotular a dor do outro como "drama" é um reflexo direto da falta de empatia e da incapacidade de compreender a subjetividade das emoções alheias.
P.G
Você não está errado por ser bom; o mundo é que muitas vezes é um lugar complexo e difícil de lidar. Cuide do seu coração para que o comportamento alheio não apague a sua luz. P.G
Mesmo um pouco distante do Natal, dia 25 de Outubro tenho que acreditar, no bom presente dado para todo o povo brasileiro, enviado pelo Papai Noel.
"Em um passado não muito distante, a seca era o Tifão do sertão. Hoje, o Tifão maior do Sertão Nordestino é a droga."
CRISE
Aos poucos o silêncio da madrugada se despede e a cidade acorda para mais um dia. O barulho gerado por pessoas e veículos, gradativamente, vai aumentando.Tudo agora é vida.Vida se movimentando em todos os sentidos e em todas as direções. Tudo parece está dentro da normalidade, mas andando pelas ruas da cidade dá para perceber como o povo anda triste. Placas e mais placas com o nome aluga-se, vende-se ou esta unidade fechou, espalham-se ao longo de toda urbe.
As únicas classes que não sentem tanto o efeito da crise é a do rico e a do pobre. O rico tem o suficiente para inibir qualquer crise e o pobre também não sente tanto , pois toda sua vida já está calejada das agruras desse viver.
O tempo passa rápido e logo as luzes dos carros e da cidade anunciam o final de mais um dia e em poucas horas, quando a alta escuridão chegar, todos esquecerão, momentaneamente, dessa terrível crise financeira ,tendo como maior remédio o sono que leva para longe os problemas e as amarguras de cada ser.
MILAGRES ACONTECEM
Em um dos anos da década de 80, houve mais uma seca que assolou todo o solo do sertão simpliciomendense. Os açudes, barragens, rios e riachos secaram. A terra rachada tomou conta desses espaços. Nesse tempo, não havia cisternas e nem essas caixas-d'água vendidas nas lojas de materiais de construção. Aqueles que tinham uma condição melhor faziam uma caixa de tijolos; depois, essa caixa era toda cimentada e servia para armazenar a água para o consumo humano. Aposentado rural era raridade e não existiam esses programas sociais de hoje como, por exemplo, o Bolsa Família. O povo da roça, geralmente, tinha que tirar o seu sustento da própria roça.
Foi nesse cenário de seca que ocorreu um fato intrigante com Ana Cecília de Araújo, minha avó por parte de mãe. Ela era uma pessoa muito devotada à religião católica e, nas muitas noites antes de as pessoas da casa irem dormir, era frequente a reza do terço em sua residência na localidade Juá.
Em um desses dias de estiagem, por volta do meio-dia, um sol escaldante estava a queimar sem piedade. Naquele momento, poucas nuvens eram vistas no céu. Mirando o olhar para bem longe no horizonte, se via que devia estar a chover lá para as bandas do município de Picos. Nesse ambiente de silêncio sepulcral, dava-se para escutar, vagamente, o eco tênue do ribombar dos trovões que vinham dessa região distante. Já no Juá, com tanto calor que estava a fazer, tudo que era vivo estava a se proteger do sol.
Foi nesse ambiente que Ana Cecília de Araújo acordou do seu cochilo habitual do meio-dia sentindo um forte cheiro de mato queimado e, naturalmente, levantou-se e foi olhar o que estava acontecendo. Quando saiu para fora da casa, se deparou com um enorme fogo que vinha da roça onde ficava o curral da propriedade. Ela se desesperou, pois pouco podia fazer para apagar aquele incêndio. Além do mais, estava sozinha. Instintivamente, começou a chorar e a rezar pedindo para que, salvo engano, Nossa Senhora apagasse aquele fogo que vinha a destruir tudo à sua frente.
Para o ateu é difícil acreditar e até mesmo para o religioso, pois o panorama de sol quente e poucas nuvens no céu, desfavoreciam o que veio a ocorrer a seguir: o tempo mudou e caiu uma chuvinha que apagou todo aquele fogareú.
GRAVIDEZ
Um dia, chega ao comércio de Antônio de Quincas, comerciante de Simplício Mendes, um freguês seu que dizia estar em uma difícil situação:
— O que aconteceu? — indaga Antônio.
— É que minha esposa vai ter um filho e isto me pegou desprevenido financeiramente. Eu queria que o senhor me emprestasse esse dinheiro.
Antônio responde:
— Meu amigo, se você que é o pai foi pego desprevenido, imagina eu!
AUGUSTÃO
Augustão, foi um comerciante de Simplício Mendes. Ele era proprietário de um bar e de uma farmácia, mas gostava de ficar mesmo era no bar. Tinha uma alma tão pura que muitas vezes beirava a ingenuidade, assemelhando-se a um Dom Quixote da vida.
Pois bem, em um certo dia, ele estava em seu bar e as horas passavam sem que entrasse um único freguês no estabelecimento. Entediado com aquilo e já com umas duas na cabeça, resolveu, então, vender a bebida para si mesmo. Batia no balcão com as mãos e pedia uma dose. Depois rodeava o balcão, colocava a bebida no copo, em seguida retornava ao lugar de atendimento para cliente, bebia a dose e pagava. Depois de várias vendas e de vários recebimentos, ele , meteu a mão no bolso, puxou o dinheiro, contou e então disse:
— Não dá para entender. Eu vendo e vendo, e esse dinheiro não aumenta!
Em outra situação, ele estava em uma localidade do interior que pertencia à sua família. Nesse dia, o padre da cidade iria rezar uma missa numa pequena capela existente naquele lugar. O padre, sabendo que Augustão estava lá e sabendo, também, que havia uma casinha que vendia bebida, tentou evitar que o comerciante e outras pessoas do lugar bebessem na hora da missa. Então, o pároco foi até esse bar e derramou toda a bebida.
Quando Augustão chegou ao barzinho, contaram-lhe o acontecido. Ele correu para a capela chamando pelo padre. Quando entrou no santuário, o religioso estava confessando algumas pessoas. Augustão recuou envergonhado, pois pensava que o sacerdote estava sozinho. O padre saiu e perguntou o que era. Então, Augustão falou:
— Seu padre, proibir até que o senhor pode, mas derramar a bebida o senhor não pode não!
PASSEIO
Nos finais de tardes de um tempo já bem distante, era comum ver o Padre da cidade passear em seu cavalo marchador pelas ruas do centro da cidade de Simplício Mendes.
Em uma destas tardes, o Augustão estava em seu bar a beber algumas cervejas. O clérigo, montado em seu cavalo de marcha, já tinha passado umas três vezes em frente ao estabelecimento do Augustão.
Na quarta passagem do sacerdote, o Augustão foi para o meio da rua, levantou os braços e foi gritando:
— Para, para! O senhor já andou demais no cavalo. Agora é a minha vez de andar.
O religioso notou a situação de embriaguez do Augustão e falou:
— Não, seu Augusto, o cavalo já está bastante cansado. Estou levando agora mesmo para a roça. Amanhã o senhor anda nele.
O Augustão, depois de alguma insistência, terminou concordando e ficando a esperar pelo dia seguinte, para poder passear montado em cima do equino.
Inacinho do Saco
Inacinho era um agricultor do interior do município de Simplício Mendes e também, em algumas ocasiões, era muito afeito a cantorias, principalmente do gênero musical denominado pejorativamente de brega. Era uma pessoa de pequena estatura, mas bastante entroncado. Morava a 3 km da cidade de Simplício Mendes, na localidade “Saco”; entretanto, constantemente estava na cidade, mormente nos finais de semana.
Em um certo dia, foi contratado para cavar alguns buracos onde seriam colocados alguns postes de energia. O cidadão que o contratou falou que os buracos tinham que ser na altura do umbigo de um homem. Inacinho concordou com o serviço.
No outro dia, o contratante foi com Inacinho olhar o serviço. Chegando lá, o rapaz olha para o Inacinho e diz:
--- Meu amigo, esses buraquinhos aí não vão dar para segurar poste não. São tão rasinhos! E eu falei para o senhor que era na fundura de um umbigo de homem.
Inacinho, já com raiva, fala:
— Eu fiz na altura do meu umbigo. Quer dizer que eu não sou homem não?
Geralmente, um buraco na altura do umbigo de um homem de estatura mediana dá 1 metro, mas na altura do umbigo de Inacinho, talvez, desse 50 cm. Para evitar confusão, o rapaz pagou a Inacinho o valor combinado.
Eu me entreguei. Dei o meu melhor. Joguei-me de corpo e alma. Mas você me tratou como um objeto descartável.
Sabe aquela versão amorosa e carinhosa de mim que você conheceu? Ela se foi… Foi embora junto com você.
Estou oficialmente aposentado do amor.
"Pra que Papa e Papado? Ou como perguntou aquele quase Fiel: 'O que faz um Papa?' "
Minha Frase 0067, Criada no Ano 2006
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"Seja sincero (consigo): é melhor lidar com um falso humilde (que vive dissimulando) ou com um soberbo convicto, mas que não tenta enganar ninguém. Hein?"
Frase Minha 0097, Criada em 2006
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"Se um dia Eu morrer, não precisa chorar sobre meu túmulo. Prefiro que nunca se aproxime da viúva!"
Frase Minha 0105, Criada em 2007
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"Eu e aqueles dois 'nascemos há dez mil anos...' Mas somente um de nós é vivo!"
Frase Minha 0119, Criada no Ano 2007
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"Se um cara muito bonito não pode ser narcisista, porque quem não aceita isso não pode ser chamado, por exemplo, de arrivista, invejoso e velhaco? Por exemplo, repito!"
Frase Minha 0126, Criada no Ano 2007
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