Quanto Vale um Abraco
Pensei no lirismo; quis ser poeta. No vale do Mucuri, um menino se inspira e a literatura agradece.
Quando Você Terminar Um Relacionamento, Você Colocar 100% Que Ama Essa Pessoa, e Cada Dia Que Se Passar Você diminuir 1% . E Quando Você chegar 0% Você Vai Perceber Que está na Hora de colocar seu sentimento psicológico Carregar, por que gastou sua energia com quem nunca valeu a pena..💔🔋
Círculo
Quando pesa a escuridão n'alma
um rampante de centelha divina surge
quase que completamente apagada,
a esperança de continuidade fulge. Percebo que continua aflita, dos instintos ainda não abdicastes, suas mãos a miúde me tocam, trêmulas, um desvio de conduta, já sabes que não é mar e sim vale em uníssono o desejo crepita, o vício eclode, tudo desde a semente, do abismo, está lá, contínuas sofrendo na memória, lembre-se que agora são só estórias, agora sente, ama, chora, se envergonha, erubesce-se, estremece, o torvelinho que vai e te move, você esquece, mas sabe que no fim, tudo isso sempre volta.
Sou do Vale do Mucuri. Ando cercado de sabedoria e trago a tiracolo a honradez de um povo de bom coração
Antes era apenas um prospecto de projeto, hoje uma realidade que brotou no Vale do Mucuri e alvoroça muita gente que duvidava do talento de quem nasceu para brilhar.
Aprendi facilmente no Vale do Mucuri que a primeira coisa que faz um homem feliz é certeza do sentimento do dever cumprido.
A LIBERDADE E A ESSÊNCIA DO AMOR
Nos portais do Vale do Mucuri
Nasce um menino
Assustado com tiros de fuzis
Riscando o firmamento
Era época de exceção
Na Praça Tiradentes
Esperança de dias melhores
Amante dos ideais de liberdade
De Espírito republicado
De amor jorrando liberdade
Senso e ética comunitários
Do Mucuri para o Bela Vista
Dos sonhos de Novo Cruzeiro
Dos desafios da Figueira do Rio Doce
Da proteção do Ibituruna e do Rio Doce
Do Fonte Grande da bela Contagem
Da encantadora Praça da Jabuticaba
Do Belo Horizonte da Pampulha
Do traçado de Burle Marx
Hoje na Casa da Justiça
No bairro cabuloso
Uma história se desenha
Com letras indeléveis
Que a semente floresça
E que a Justiça impere na sociedade
Porque a indústria do ódio
Há de ceder lugar para o amor verdadeiro
Onde se prosperam néctar
E êxtase do AMOR
Cúmplice de um resgate
Hoje é dia de glória e festa
O amor venceu o escárnio
A paz voltou a reinar
No âmago dilacerado
As incongruências ficaram
Lá atrás, bem distantes
O risco de visitas indesejáveis
Não existem mais
A segregação não existe mais
O aviltamento está sepultado
Novas ondas renovatórias
Apareceram no novo cenário
Manhã de colorido transparente
Como aurora cósmica
Novos tempos, novos rumos
A arrogância ficou nas trincheiras
Do descaso e no berço
Do desdém
Os olhos não enxergam mais
Hipocrisia e arrogância
Cilada desprezível
Tudo agora se traduz como
Néctar de prazeres
O cabotinismo ficou estancado
Nas mazelas do passado
Outrora de percalços e indiferença
Um novo dia se irradia
Com bons fluídos e bons sonhos
Novas estradas, novos caminhos
Novas veredas se apresentam
Na autoestrada dos valores
Da solidariedade e do amor
Único e verdadeiro
Podações que emergem do ego
Ferido e ameaçado
Libertação da opressão
Dos dissabores diários
Teófilo Otoni de encantos mil
A princesa do Vale do Mucuri
Razão de minha existência
Vida de história abundante
Liberdade com ideais revolucionários
Retorno da paz ao coração
De um cúmplice
De um resgate
Um Vale de Encantos
Avante Vale do Mucuri
Sua riqueza cultural me fascina
Belas cachoeiras, serras e montanhas
Lindos campos, belas pedras
Brava gente guerreira!
Liberdade, liberdade, alforria
Belo Vale de fontes luminosas
De praças e Santuários da Fé
Das lindas mudas e flores exuberantes
Da simpática Lajinha
De pedra romântica de boca sensual
Admirações de quem passam por lá
Deixando registros em fotos e poses
Encantos de gente guerreira
Estradas e fazendas de gente
Admirável, a força do agronegócio
Expostos em feiras e mercados centrais
Impulsiona a sua economia
Pedras preciosas colorem a
Retina com seu brilho cintilante
Águas marinhas, Esmeraldas e Turmalina
Topázio branco ou azul
Belas joias e abundância em artesanatos
Um desfile de brilho que reluz
Beleza infinita e encantos
Esporte nos pedais pelas estradas vicinais
Amor fraterno no coração das pessoas
Nosso Vale de riquezas infinitas
Gente humilde e valorosa
Símbolo de grandeza que exalam
Confiança, respeito e humanismo
Às vezes acho que este vale é amaldiçoado. É um lugar lindo e poderoso, mas também está cheio de horror e maldade há séculos.
Mais que um título:
Disseram que quando eu for doutor, tudo vai mudar.
Que vão correr atrás de mim, que o respeito vai se tornar automático,
que o amor virá mais fácil, que eu poderei escolher.
Mas será mesmo?
Será que o mundo só me enxerga quando há um título antes do meu nome?
Meu nome é Marco Antônio.
E me recuso a acreditar que isso sozinho não basta.
Porque enquanto muitos correm atrás de status,
eu prefiro correr atrás de ser um homem de verdade.
Desses que sustentam a palavra, que pedem perdão,
que seguram firme a mão de quem ama quando tudo desaba.
Eu não quero ser só mais um “doutor”.
Quero ser alguém que inspira confiança só pelo olhar,
que não precisa ostentar diploma pra mostrar caráter,
que ama sem cálculo, que permanece mesmo quando seria mais fácil ir embora.
Não me interesso por amores que só veem o crachá,
a roupa que visto, o carro que dirijo ou o cargo que alcancei.
Me interessa quem olha nos meus olhos e diz:
“É você, mesmo sem nada… é você, por tudo o que é.”
É claro que vou lutar pelo meu futuro,
é claro que vou crescer, conquistar, estudar, alcançar.
Mas se for pra alguém me amar apenas depois disso,
então esse alguém não entendeu nada sobre mim.
O verdadeiro status de um homem
não está na moldura do diploma,
mas na grandeza com que ele trata o mundo e as pessoas ao seu redor.
Ser doutor pode abrir portas.
Mas é o coração que decide se vale a pena entrar.
E eu, sinceramente, prefiro ser lembrado não pelo título,
mas pela forma com que amei, respeitei, construí e fui homem
mesmo quando ninguém estava olhando.
Final de tarde e um lugar sem perspectiva, vida inativa eis a questão ir embora ou não! coração ❤️ bate a tristeza invade e uma pergunta grita bem mais cedo que tarde😔Vale a pena viver assim? Valerá a pena esquecer de mim😎 O sol já se foi e a noite🌜 Cai e nossos sonhos não esperam mais ... Tudo que minha alma espera é um momento de paz
Ao passarem pelo vale de Baca, fazem dele um lugar de fontes; as chuvas de outono também o enchem de cisternas.
Sl 84.6
Palavra que ouvi hoje...
Vale de baca significa vale de lágrimas...
Então pesquisei e descobri que nestes vales crescem as balsameiras, plantas que destilam, gotejam ou "choram” o bálsamo, uma resina de odor tão agradável que a palavra "bálsamo” veio a significar, figurativamente, "alívio”, "conforto”, "lenitivo”, que ou o que suaviza, acalma.
Que bom saber que mesmo quando passamos pelo vale de baca,Deus nos providencia o conforto necessário.
Dez/2020
" A única certeza de sermos brindados com mais um lindo dia
para viver só começa com a magia de um novo alvorecer "
E assim descobrimos que a vida vale a pena ser vivida, e sempre exige um esforço especial,
pois a luta pela vida começa quando nascemos, e só termina após o último suspiro.
Osculos e amplexos,
Marcial
A VIDA VALE A PENA SER VIVIDA
Marcial Salaverry
Só é preciso entender que a vida vale a pena ser vivida, e é bom explicar que para bem viver a vida é válido todo e qualquer esforço nesse sentido, assim sendo, é interessante entender que a partir de um lindo pensamento de Lamartine, meu sábio amigo e guru L'Inconnu, traçou uma de suas obras primas, que transcrevo e comento abaixo. Parabenizo L'Inconnu pela beleza de trabalho.
Vejam só:
"Justo quando a lagarta achava que o mundo tinha acabado, ela virou uma borboleta" Lamartine
"Resista sempre, nunca desista..."
Enquanto tivermos forças, devemos resistir à idéia de derrota, e sempre procurar uma maneira de atingir nossos objetivos. Os gaúchos tem uma expressão que revela bem essa disposição: "Não está morto quem peleja..."
"Resista um pouco mais... mesmo que as feridas latejem e que a sua coragem esteja cochilando."
Muitas vezes chegamos perto do limite de nossa resistência,. E bate aquela vontade de mandar tudo pro espaço e entregar os pontos. É chegado o momento de buscar lá no fundo do poço aquela reservazinha de vontade que o Amigão sempre deixa para todos... O negócio é saber retirar lá do fundo e iniciar a reação. Só há uma circunstância que nos impede de reagir. É a morte.
"Resista mais um minuto e será fácil resistir aos demais."
É aquele restinho de forças que ainda temos, esse minuto que pode ser fatal ou vital, dependendo de nossa atitude, se entregamos os pontos, ou se reagimos...
"Resista mais um instante, mesmo que a derrota seja um ímã... mesmo que a desilusão caminhe em sua direção."
Quando estivermos mesmo no bagaço, no limite do limite, ainda cabe a última pergunta: "Será que não há nada mesmo a fazer?" Ainda estamos respirando? Então sempre há algo a fazer. Pensar na busca de uma saída. E se não der certo, pelo menos tentou-se, ficou o consolo de haver tentado até o último suspiro...
"Resista mais um pouco, mesmo que os invejosos digam para você parar... mesmo que a sua esperança esteja no fim."
Vocês já notaram que, quando a situação está nesse limite perigoso, sempre aparece algum "amigo" para tirar a última azeitona da empadinha? É aquele tal que balança negativamente a cabeça, dizendo: Ferrou-se. Por que será que sempre essas figuras soturnas estão desejando que alguém se dane? Muitas vezes é inveja mesmo. Quem não tem esse sentimento mesquinho, procura ajudar e não empurrar mais para o fundo, tirando o pouco ânimo de que ainda dispomos, e é essa "ajuda" que devemos dispensar...
"Resista mais um momento, mesmo que você não possa ainda avistar a linha de chegada... mesmo que as inseguranças brinquem de roda à sua volta."
Dureza... Estamos no talo mesmo. A coisa parece mesmo estar perdida. Não vemos o fim, mas, talvez esteja depois daquela curva. Ela até que não está longe, com um pouco de esforço chegaremos lá. É aquele algo mais necessário para se começar a reação. Quando o objetivo está longe, e parece inalcançável, vamos por partes (como fazia com muita propriedade, Jack, o Estripador).
"Resista um pouco mais, mesmo que a sua vida esteja sendo pesada como a consciência dos insensatos, e você se sinta indefeso como um pássaro de asas quebradas."
Meu amigo L'Inconnu é jogo duro mesmo. A coisa está abaixo, bem, do cachorro. Não existe nada mais indefeso do que um pássaro de asas quebradas, a não ser um peixe fora d'água. Mas este ainda pode dar um último salto e voltar para a água. E é isso o que podemos e devemos fazer, tentar o último salto, que nos permita recomeçar a viver. Agora o pássaro de asas quebradas, e se houver um gato nas vizinhanças, então, a saída é ser um peixe fora d'água, ao invés do passarinho do L'Inconnu...
"Resista, porque o último instante da madrugada é sempre aquele que puxa a manhã pelo braço e essa manhã bonita, ensolarada, sem algemas, em breve nascerá para você, desde que você resista."
Linda imagem esta... Visualizem o nascer do sol... Um dos mais belos espetáculos da Terra. É o renascer da vida. É o renascer do amor. É o prêmio para quem não desistiu, e conseguiu seu objetivo. Quer prêmio melhor do que este? Eu não conheço...
"Resista, porque eu estou sentado, na arquibancada do tempo, torcendo ansioso para que você vença e ganhe o troféu que você merece: A FELICIDADE..."
Sem mais comentários. Só quem resistiu e chegou lá, é que pode entender.
Então crianças, resistam sempre aos pensamentos negativos, podendo assim fazer de cada dia, sempre
UM LINDO DIA, entendendo que sempre vale a pena um esforço especial em benefício daquilo que temos de melhor, ou seja, A VIDA...
AMOR DESATENTO
(O Alecrim e a Estrelinha)
"Pintei um céu
Para nós dois
Um quadro azul
Em tom pastel.
Morreu meu sonho
Quando amanheceu
Você, indiferente,
Nem me notou
No vale ficou
Sem olhar para o céu.
Acenei meu amor
Como flor te beijei,
E a noite era instante
Gravura em papel
Mas um beijo de amor
Não foi o bastante
Veio o sol e encontrou
Teu olhar infiel
Perdido no vale
Espreitando outros beijos
Sem olhar para o céu.
Por te amar insisti
E jurando que vinhas
Esculpi o teu nome
Na luz das estrelas
Com doce cinzel...
Mas olhei para baixo
E chorei a verdade:
Você tão cruel
No vale bailava
Junto às borboletas
Sem olhar para o céu."
Lori Damm, 02/03/2022
Se pudesse fazer uma autodescrição diria ser um sonhador do Vale do Mucuri, apaixonado pela vida e amante do lirismo exuberante.
DESENCONTRO
Pintei um céu
Para nós dois
Um quadro azul
Em tom pastel.
Morreu meu sonho
quando amanheceu
Você, indiferente,
Não me reconheceu
E no vale ficou
Sem olhar para o céu.
Eu te acenei amor
Amorosa te beijei,
E o dia era instante
Sereno, constante,
Gravura em papel
Mas um beijo de amor
Não foi o bastante.
Despedaçada,
Abandonei os teus olhos
Perdidos no vale
Sondando ilusões
Sem olhar para o céu.
Enveredei nas alturas
Carregando teu nome
Um punhado de estrelas
E um doce pincel.
Estava certa que vinhas
Porque tinha que ser
Mas olhei para baixo
E chorei a verdade:
Você tão cruel
No vale voejava
Junto às borboletas
Sem olhar para o céu.
Sonhos de menino
Quando criança, no Vale do Mucuri
sonhei ser um extraordinário poeta.
Queria contar o lirismo em versos e prosa,
sonhava mergulhar na essência de uma pétala,
triunfar no néctar da solidariedade humana,
queria descrever a beleza exuberante das águas
que sobem e descem,
sob acordes de uma bela ária
riscando os ares da Praça Tiradentes,
na minha amada Teófilo Otoni,
acreditar na transcendental força do amor,
mergulhar visceralmente no azul do mar,
desfrutar do belo colorido do arrebol,
da magia da praia de Boa Viagem,
desfilar na estonteante beleza
de Itapuã, Praia da Costa, Ipanema
Senti o calor humano em Nova Viçosa, no belo Prado
A beleza singular de Mucuri e Caravelas
do encanto lunar nas noites primaveris,
queria fazer jorrar o sangue da liberdade,
destilar estilhaços de sentimentos,
com lhaneza, afeto, leveza,
colimava mirar o céu de estrelas,
arrancar pedaços de nuvens,
narrar em poesia as belezas de Floripa,
antes e depois da ponte da Luz,
ser estimulante da promoção da paz,
difundir o humanismo entre os povos
descrever a luxúria da Lagoa da Pampulha,
Sonhava com o Ibituruna e com a Ilha dos Araújos
Sonhava conhecer a incrível Salamanca
O design profuso de Milão
Passear na orla da Lagoa Santa
Apreciar a lindeza de Boa Esperança
queria ter a chave do perdão,
ter fé no homem, fé na vida,
apreciar os meninos correndo sem medo,
nas ruas e avenidas do eterno Bela Vista
amar a inocência dos animais.
Admirar com deleite o Alto do Iracema
O tempo se esvaiu e o menino cresceu
Da grandeza e regozijo de Mucuri
Ao deleite de Topázio, branco, azul, imperial
Amando uma pasárgada imaginária
O sonho passou subitamente
Os versos vieram juncados de amor
Com baunilhas e manacás-da-serra
Sonhou ser poeta, nasceu o poeta
Quimeras de um menino do Vale
Aprendi ao longo da vida no Vale do Mucuri que não existe nenhum discurso 100% inocente; há sempre uma carga ideológica em todo o discurso; com maior ou menor intensidade, sempre vai existir um colorido ideológico velado. O que não se pode conceber é a intensidade dessa carga influenciar nas decisões tomadas; com tristeza, e profunda decepção, o que se percebe hoje são decisões tomadas a luz de militâncias emotivas capazes de contaminar a justiça dessas decisões em quaisquer setores da sociedade. Isenção e imparcialidade são conceitos que se perderam no tempo; são valores que ficaram na ternura de outrora; reminiscências que saem do túnel do tempo, provocando saudades, sofrimentos nostálgicos; na atualidade, o interesse do jogo político passou a ser uma tônica na sociedade de alma politizada, de interesses escusos em detrimento da coletividade. Por certo, como consequência de tudo isso, vivemos numa incruenta guerra de vaidades em meio a canhões deflagrando ódio e desamor; uma sociedade tomada pela indústria de rancores e violências gratuitas. Sonhos e quimeras são combustíveis da vida; alimentam a esperança num futuro improvável, invisível, apenas mantém de pé os desejos de realizações num mundo de fantasias e de sentimentos que brotam do âmago visceral para abastecer o corpo de elementos volitivos e sensações de prazer. Somos projetos inacabados rabiscados do passado; cuidar do passado representa uma perspectiva de dias melhores do futuro; cada dia representa um capítulo deste livro chamado vida; e assim, sonhamos por uma sociedade mais justa e equânime, de essência igualitária. Anseia-se por um mundo mais justo, fraterno, sem guerras, sem derramamento de sangue; por que a paz é mais importante que os conflitos armados; a paz é sinônimo de amor; a guerra é manifestação de desprezo e ódio. Nesse processo evolutivo, da inocência à maturidade, várias páginas são escritas, entre quedas e o ato de levantar, sacudir a poeira e aprender com as derrotas; aprende-se desde logo que na vida é melhor renunciar a cargos e funções, puramente fugazes, a viver subjugado e vinculado à esquemas não ortodoxos que arranham os nossos valores inegociáveis. Viver em paz espiritual é sempre melhor que viver momentos de puro deleite, pois é sempre preferível regozijar-se da paz eterna que andar nos holofotes efêmeros da vida.
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