Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
"A estrada foi tortuosa, sim, mas hoje entendo: o caminho mais difícil é o que mais ensina. Olho para o meu eu e vejo que a 'boazinha demais' sempre foi o atalho para ser a 'coitada'
No fundo do poço, a luz rarefeita é cruel, mas verdadeira. É ali, na solidão, que consigo contar nos dedos quem realmente me ampara. O silêncio de alguns fala mais alto que mil promessas.
E o estranho não é estar sozinha; o estranho era não ter percebido que eu sempre estive sozinha, disfarçada de ingênua que via bondade onde só havia conveniência.
Hoje, aquela menina se desfaz para dar lugar a quem sabe: não há ninguém. E é exatamente por isso que eu sou tudo o que eu preciso."
“Estejamos atentos. Mesmo os dias mais ordinários revelam as leis que regem o universo. O que percebemos, porém, depende do lugar de onde observamos e daquilo que somos capazes de compreender.” — Leonardo Azevedo. A reflexão nos convida a reconhecer que o extraordinário não está apenas nos grandes acontecimentos, mas também naquilo que se repete silenciosamente diante de nós. O movimento das sombras, a sucessão dos dias e das noites, as estações e tantos outros fenômenos cotidianos são manifestações das mesmas leis que organizam o universo em escalas muito maiores. Entretanto, observar um fenômeno não significa necessariamente compreendê-lo, pois toda percepção parte de um ponto de referência e encontra os limites do conhecimento de quem observa. A frase aproxima, assim, ciência e filosofia ao sugerir que a realidade possui uma ordem independente de nós, enquanto nossa interpretação permanece condicionada pela perspectiva, pela experiência e pela capacidade de compreender. Estar atento significa mais do que simplesmente olhar; significa interrogar o aparentemente comum, reconhecer os próprios limites e perceber que, muitas vezes, aquilo que chamamos de ordinário é apenas o extraordinário tornado familiar pela repetição.
“Estejamos atentos. Mesmo os dias mais ordinários revelam as leis que regem o universo. O que percebemos, porém, depende do lugar de onde observamos e daquilo que somos capazes de compreender.” — Leonardo Azevedo.
O Bolsa Família é mais que um auxílio; é o motor que move o Brasil. O dinheiro vai direto para o comércio local, gerando empregos e aquecendo a economia. Exige frequência escolar, reduz o abandono e transforma o amanhã. É investimento social com retorno real para toda a nação.Deveria nos fazer refletir: enquanto alguns criticam o prato de comida alheio, o programa faz o país crescer. A ignorância de quem é contra só prova que a falta de empatia também é uma miséria profunda — mas essa, infelizmente, não tem benefício que cure.
Negar a si mesmo é o mais árduo dos combates; pois é nesse confronto que o homem descobre que seu maior inimigo sempre foi ele mesmo.
- Ketty Williams
O homem que se julga conhecedor de todas as coisas é o mais cego entre os homens, pois adora o ídolo do próprio eu.
- Ketty Williams
Deus fará o impossível quando nossas intervenções naturais não atenderem mais às nossas necessidades, frustrando as nossas expectativas.
quando o acaso decidir
Talvez o mais estranho entre duas pessoas não seja aquilo que aconteceu.
É aquilo que continua acontecendo depois.
Uma foto qualquer pode carregar uma história inteira. Uma pessoa pode aparecer ao lado de outra, sorrindo, sem intenção nenhuma além daquele instante, e ainda assim atravessar uma tela e parar justamente onde não deveria. Em algum lugar, alguém vê. Reconhece. Sente alguma coisa que talvez nem queira admitir. E responde de um jeito pequeno, quase casual, como quem tenta esconder o tamanho daquilo numa frase.
Engraçado como algumas pessoas ainda conseguem fazer isso.
Mesmo longe.
Mesmo depois de tudo.
Mesmo quando já não existe mais motivo para prestar atenção.
Talvez porque certas histórias nunca tenham aprendido a terminar direito.
Elas só mudam de lugar.
Saem das conversas e vão parar nas músicas. Saem dos encontros e aparecem numa foto. Saem da rotina e, de vez em quando, voltam pela boca de alguém que nem fazia parte da história.
E talvez seja por isso que algumas pessoas parecem tão familiares mesmo quando estão vivendo uma vida completamente diferente da nossa.
Como se existisse uma versão do mundo em que as coisas tivessem acontecido um pouco diferente.
Um segundo a mais.
Uma escolha a menos.
Um medo que não tivesse vencido.
Uma mensagem enviada na hora certa.
Uma porta que alguém tivesse decidido não fechar.
Nesse mundo, talvez fosse simples.
Talvez vocês se encontrassem sem precisar fingir que não estavam procurando um ao outro.
Talvez não existisse esse cuidado exagerado com o que sentir, com quem vê, com quem sabe, com quem aparece numa foto ao lado de quem.
Mas aqui é diferente.
Aqui vocês aprenderam a conviver com a estranha habilidade de ainda significarem alguma coisa sem precisar dizer exatamente o quê.
E talvez você nunca descubra se aquela reação foi ciúme, saudade, curiosidade ou apenas aquele pequeno incômodo que aparece quando alguém percebe que a pessoa que um dia ocupou um lugar importante continua existindo muito bem sem pedir licença.
Talvez nem ela saiba.
E tudo bem.
Porque existem sentimentos que não precisam de nome para serem verdadeiros.
Às vezes basta uma foto.
Uma amiga em comum.
Uma mensagem atravessada.
Um “não” disfarçado de brincadeira.
E pronto.
O passado abre os olhos por alguns segundos.
Depois volta a dormir.
Eu gosto de pensar que, se realmente existe outra vida, talvez ela não seja uma segunda chance.
Talvez seja apenas um lugar onde certas pessoas conseguem se encontrar sem carregar tudo aquilo que carregaram nessa.
Sem orgulho.
Sem medo.
Sem a necessidade de parecer indiferente.
Sem precisar transformar sentimento em silêncio só porque ninguém sabe muito bem o que fazer com ele.
E talvez, nessa outra vida, quando alguém mandar uma foto dizendo “olha com quem eu estou”, a outra pessoa não precise fingir que não se importou.
Talvez ela apenas sorria.
Porque, no fundo, algumas pessoas não desaparecem.
Elas só deixam de ser presença e passam a ser possibilidade.
E existe uma diferença enorme entre esquecer alguém e aprender a viver sem essa pessoa.
Acho que é isso que ainda me intriga em nós.
Não saber se foi uma história que terminou…
ou apenas uma história que chegou cedo demais.
Talvez em outra vida a gente descubra.
Ou talvez não.
Mas, se algum dia você ler isso e sentir que tem alguma coisa familiar demais nessas palavras, talvez seja porque certas histórias têm esse problema:
mesmo quando ninguém fala o nome,
elas sabem exatamente de quem estão falando.
Mais maravilhoso que o orvalho que desce sobre a terra é o Espírito Santo que desce dando vida à igreja
Aquele que com os olhos abertos não vê o que está bem nítido não precisa de mais nada, se não lavar os próprios olhos para ver.
A lembrança mais antiga que eu tenho de mim mesma me faz entender que, durante toda a minha existência, eu já passei por muitos processos transformacionais. Olhando para trás, eu vejo que aprendi bem a mascarar a dor, a mascarar quem sou. Eu não sei se isso foi bom ou ruim. Enfim, olhando para a frente, estou aprendendo a ser quem sou, infinitamente, sempre querendo ser eu e mais ninguém.
Nildinha Freitas
Santa Catarina tem raízes alemãs, italianas e açorianas, mas usar isso para se achar "mais europeu que brasileiro" é pura xenofobia barata. Quem exclui outros brasileiros não valoriza sua cultura, apenas envergonha o estado.
Benê Morais
O silêncio de um sábio é muito mais enlouquente do que todas as suas pronúncias juntas porque quando ele se cala não é bom pra ninguém e todos perdem sem exceção.
Muitas pessoas não vencem na vida porque estão mais preocupadas com o eco das negativas que com os aplausos das suas conquistas.
A parábola da Borboleta
Digamos que, rodeada por feras selvagens, muito mais fortes, vorazes, bravas e truculentas, uma frágil Borboleta, sinta-se vulneravelmente ameaçada. Mas de forma quase que inexplicável, todas as feras que a ameaçam ou lhe imponham perigo, comecem a sentir medo, não da Borboleta em si, mas do que ela significa para O Universo INTEIRO! Então, ainda que não saibam explicar, todos os outros Animais ferozes começam a perceber que essa frágil Borboleta, simplesmente, é PROTEGIDA pelo vastíssimo Cosmos. E que absolutamente tudo o que há nEle, a protege de maneira extraordinária. Então, receosos de tal represália, eles se afastam; temerosos do que pode lhes acontecer, caso ousem tentar algum mal, contra aquela "frágil" Borboleta:
Existem indivíduos que são como a Borboleta do Universo!!!
Por: Fábio Silva
Às 05:34 in 10.08.2026
