Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
No dia em que a humanidade conseguir criar a imortalidade comprovará o quanto somos egoistas. Não morrer é o auge do egocentrismo.
"No final, quando você não poder mas fazer, você é que não presta. Não importa o quanto você tenha feito."
"A decepção não mata mas nos ensina uma lição. O quanto nos enganamos com as pessoas à nossa volta."
"Não procure ver o sem antes observar,
e saber o quanto se rala para obter,
e enxergar a peleja para alcançar o máximo potencial."
A solidão do espaço não assusta tanto quanto o ônus da escolha entre salvar o mundo e abandonar quem se ama.
Amigos são tão bons,quanto são raros, difícil desfrutar quanto é difícil encontrar
Quem encontrou valorize!!!
TEMPO
Este doutor
Doutorado em TUDO,
Mas, um péssimo maquiador,
Quanto se trata da obra prima do CRIADOR,
Ele amassa, enruga e tatua
Com sua
Caneta malvada...
*
Espero encarecidamente o dia
Que ele será benigno com os seres humanos...🌷😊💭
***
(FLS)
A Vó, o quanto sou privilegiada
Pra nós fica a lembrança
Do tanto que fomos felizes
E amados, na nossa infancia.
Daquela casinha lotada,
dos bons abraços, da mesa farta
Dos amigos secretos,do inimigo da hora, ah como fui privilegiada
Privilegiada de dizer bença vó e receber um Deus te abençoe minha filha,
De beijar em sua testa e de mexer em suas peinhas.
de comer doce a pulso só pra beber água, de ouvir histórias antigas, piadas e poesias contadas.
Saudade dos cochilos da tarde
Dos biscoitos com água de escutar os seus passos na madrugada.
Ah vó o quanto fui privilegiada.
privilegiada de ver de pertinho um exemplo de mulher, q me ensinou o q é família, a ser alegre e a ñ perder a fé.
Saudade, daquela que lia antes de mim todos os livros que eu ganhava, gênia da matemática muitos se admirava, eu ainda lembro de quando as atividades da escola me ensinava, A vó eu não canso de disser o quanto fui privilegiada.
Privilegiada a ser ensinada a brincar de berlinda, a comer pirão,
A colocar pão no café
E comer banana no feijão
Ah vó como eu fui privilegiada
De ter ouvido o grito cala boca
Enquanto havia zoada
De ter presenciado de perto
A hora do atacar
do sorvete depois do almoço e da famosa colher babada
Ah vó Graças a senhora eu tenho tanta história tenho pra contar.
Daquela que fazia caretas na hora das fotos
Que estava feliz a todo instante e em quanto pode esteve sempre ali pra ajudar.
sou privilegiada, por sempre está a recordar
Daquela que perguntava já almoçou
Ou quer alguma coisinha pra comer¿
Ela sempre estava disposta a nos cuidar.
Serva, mãe, avó, bisavó, tataravó, amiga, verdadeira matriarca,
e eu não estou triste mesmo com olhos cheios de lágrimas,
pois sei vó o quanto sou privilegiada.
E depois de tanto tempo tentando escrever,
Está aqui a minha primeira poesia
Inteira feita pela minha autoria
Que mostra o privilégio que eu tive entre parágrafos e linhas
De ser uma das muitas de suas netinhas.
Dedicatória para: Judith Aquino muito mais que uma vó
Sendo real a dor, deixa de ser abstrata quando se sabe porque dói. Tão tocante quanto convulsivo, tão chocante quanto impulsivo...
Não me falem do tempo...
Não quero saber quão passou e quanto ainda virá
Só sei que continuo caminhando na busca
De um anjo de olhar profundo
Que se perdeu de mim em tardes ardentes
Num passado ainda tão presente...
Que de tanto vou derramar um pouco desse amor infindo
Pelo Mar...
Conluio
Quanto sinto o que sei, digo o que não sei
O que há de melhor nesta vez?
Busco o que tenho e entrego o que não possuo
Penso no ego e concluo
Grito, nego, Confúcio
Que será de mim?
Quem será assim?
Capaz de desenvolver, um plano para resolver
Este dilema autodidata
No qual as respostas ficam cada vez mais claras
E as vontades cada vez mais escassas
Escassez em terra fértil
Afogada nesse manancial de soluções
Afinal qual a ordem que de fato respira.
O quanto realmente exercemos a nossa empatia?
Quando estamos bem, surge alguém que encontra algum defeito no nosso modo de vestir, dançar, fazer comida, se expressar, rir e descansar. Se o modo de autodefesa não estiver ativo, somos derrubados facilmente pelas críticas construtivas de nossos colegas.
E, na verdade, o que eles querem é que nos tornemos "melhores" para que ELES se sintam bem na nossa presença.
Quando estamos mal, poucos conseguem tolerar a aura pesada no qual estamos inseridos. Ficam a todo momento tentando reverter a energia através do famoso "fica bem" e de verdades prontas ou absolutas, sem sequer ouvir ou sentir o que temos a dizer.
E, na verdade, o que eles querem é que fiquemos "melhores" para que ELES se sintam bem na nossa presença.
Então não importa de fato o outro, se estamos ajudando o outro a ser e a estar melhor, mas sim o quanto esse outro ser me incomoda. A ajuda então se torna um ato egocêntrico, desvirtuado de qualquer valor empático.
O termômetro dessa ajuda é o quanto é tolerável estar na presença de alguém que nos desagrada.
O que vale mais é ser o detentor da verdade do que de fato pô-la em prática.
Pessoas como essas são os pais controladores, amigos por conveniência, religiosos/ativistas cheios de verdades absolutistas, o parceiro abusivo.
Fujam desse tipo de relação. A única diferença entre elas e uma parede é que a parede nos apoia.
LEMBRETE: A melhor ajuda é aquela que é solicitada.
Cada palavra tem o poder imensurável tanto para o bem quanto para o mal
Há palavras que pode alegrar e entristecer
Palavras que edificam e destroem.
Palavras que motiva e também desanima.
Outras unem e separam.
Palavras que irão curar ou ferir, nos fazer caminhar e também cair.
Palavras que fortificam a alma ou dissipam até o espírito.
Palavras que absolvem e condenam.
Deus em sua soberania ,deixou em palavras,
as que salvam e as que fazem perecer.
Só é preciso saber como e quando usar tal poder.
Pois só sai da boca o que está repleto no coração
Jesus era amor e da sua boca foi transmitido o que em seu coração tranbordava.
Palavras podem ser usadas inúmeras vezes pra o bem ou para o mal, basta apenas que transborde através de palavras tudo que foi colocado em seu peito.
A última palavra é da mulher...
O homem pode resmungar
O quanto ele quiser,
Mas no final das contas a última
Voz sempre é da mulher!
(Autor: Edvan Pereira)
"O Poeta"
