Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Conto de Enfado (Perdido)
Não há placas na floresta
Que me apontem uma trilha
Já nem sei quanto me resta
Alguns metros ou uma milha
No meu barco há uma fresta
Estou preso numa ilha
O que antes era festa
Revelou-se armadilha
Ora o meu ser protesta
Ou se engaja na guerrilha
Se o pavor se manifesta
Não me escondo na escotilha
Que fortuna indigesta!
A lanterna está sem pilha!
Se tem uma, me empresta
Luz que é luz se compartilha
O meu coração detesta
Freio que perde a pastilha
Gente séria e modesta
Não se exalta, nem se humilha
Toda árvore no apogeu
sempre aponta para o alto
Não há rastro de pneu,
Nem sinais ou mesmo asfalto
Paraquedas de ateu
Não me servem neste salto
A ferida me doeu
Inútil é gritar bem alto
Do meu grito ouço o eco
Pois sou gente, não boneco
Se acerto ou se peco
Minha paz que hipoteco
Extraíram meu sorriso
Do molar até o siso
Me deixaram duro e liso
Deixaram o chão, levaram o piso
Só me acho, se perdido
Minha alma não se espanta
Não me poupo, fui ferido
Pela mão que me acalanta
Já não caio neste conto
Nem no canto da sereia
Que diante do confronto
Sem ter pernas, esperneia
Pois o raio nunca cai
duas vezes na areia
Presa fácil, nunca mais
Eu rompi com sua teia
Hoje volto a sorrir,
Mesmo que quase banguela
Meu caminho vou seguir
Pra tristeza não dou trela
Restam os dentes da frente
os caninos e os incisivos
Só caminho com gente decente
Mais que fichas em arquivos
Confiança quando se quebra,
De uma vez se esfacela
Nem tudo se celebra
É meia-noite, Cinderela!
Quando você percebe que o meio do trajeto não está tão bom quanto o começo, e que talvez algo valioso tenha sido perdido pelo caminho, é uma boa hora para desobstruir o canal da esperança, tirar o lixo das decepções e buscar as verdades simples que lhe impulsionaram a começar, e então, recomece. Ainda há tempo de tornar o final bem melhor.
Meditar em ti, fez-me ver o quanto és importante na minha vida e o quanto amo-te. E a persculaçao faz-me duvidar do quanto em tão pouco tempo consegui que fosses importante na minha vida, nos meus pensamentos, nas minhas ideias e em tudo que faço.
Todo mundo diz pra você ... Siga em Frente ...
Mas,ninguém sabe o quanto você se esforçou pra levantar a sua cabeça ...
Não importa o quanto você escolha cuidadosamente as palavras ou atitudes, as pessoas irão sempre entender do jeito delas.
Conto tantos números e os números são tantos quanto o infinito, o infinito bate a porta e não consegue entrar na casa e nem na cidade''
"Heróis em desgraça"
Quanto custa no mercado uma pontinha de alegria?
Nas desordens desas leis entre o sangue e a agonia,
Não existe guerra por paz, vivemos no passado agora, onde Mesmo sabendo agente esquece, até mesmo o que mais queria Ter.
As sombras do passado não trazem esperança ainda mais Nesse abismo criado numa imensidão de ignorância,
Não procure fantasmas no quarto e nem coma no prato de Ninguém, seremos sempre "heróis" em desgraça fechando os Olhos também.
Drogas e virtudes companheiros da liberdade e essa Brincadeira de estatua já mais trara o dom igualdade muito Menos muda o curso da maldade
À noite quando me deito.
O céu ouve-me.
Ouve-me, o quanto sinto-me perdida.
Perdida sem uma causa.
As tempestades de inverno vieram.
E escureceram o meu sol.
O meu chão.
Perco a minha respiração.
Os meus pensamentos procuram uma porta aberta.
Aberta para levarem-me para longe.
Longe...
Longe desta batalha que é viver.
Onde eu possa ser forte.
Como a chuva que cai no telhado.
Trazendo a esperança.
Deixo-a cair sobre mim.
Para que ela leve consigo todas as dores.
Sofridas
Vividas
Amadas
Não tenho medo, nem das chuvas tempestivas.
Nem da solidão.
Que ronda a minha alma.
Talvez o meu coração!
ME DÓI MUITO, NÃO SABER QUANDO E ONDE IREMOS NOS ENCONTRAR NOVAMENTE.NEM IMAGINA O QUANTO SUA COMPANHIA E O SEU CARINHO ME FAZEM FALTA. ESPERO-TE SEM ESPERANÇA MAIS COM A CERTEZA DE QUE MAIS CEDO OU MAIS TARDE NOS ENCONTRAREMOS.
O Sol
Eu observo o pôr do sol
Enquanto ele se esconde atrás das montanhas
Tão volátil quanto um álcool
E que o sumiço faz doer-me as entranhas
A escuridão começa a surgir
Tudo começa a tremer
O medo me começa a emergir
E nada sobra, além de gemer
Então busco a luz
Sem saber onde encontrar
Então o resto se reduz
A me esconder com o medo de findar
Os segundo são incontáveis
Me desejo começa a me enlouquecer
Pensamentos que me tornam incontrolável
E em fim o sono me faz adormecer
E então começo a acordar
E vejo a luz batendo em minha face
E com um leve acorde de alaúde a soar
Um sorriso começa a brotar
Agradeço pelos meus desejos concedidos
Então parto em busca do Sol
E com meus pobres pés a me fustigar, doloridos
Tentarei encontra-lo e assim completar meu caminho sem fim
E por fim fazer meu desejo
De o nome dele conseguir
Para a nunca mais a escuridão se tornar o pesadelo
De minha pobre vida a esvair
