Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Quanto tempo faz, que a gente não se ver, depois de tudo que rolou entre nóis dois, não me vem com essa de amor, por que, o tempo passou, e eu mudei, já não sou o mesmo quee conheçeu, na verdade eu te amo, que ainda te quero, só não posso voltar atráz, olha ao redor, não vejo você, uma vida inteira, tentando te esquecer, fica tudo tão estranho, os sentimentos se confudem, se nada faz sentido, no final de tudo isso, como posso te querer, como posso te amar, mesmo depois de tudo o que aconteceu, é que o amor, não tem explicação, e quando menos se espera entra no coração, olho pro céu lembro de você, e enquanto a lua, juro te esquecer.
"resumindo:racismo e a morte intelectual
O racismo é a prova de que o quanto
ainda somos primitivos....
Penso no quanto éramos felizes no meu quartinho do futuro. Tantos planos, tantas coisas boas. Você cantando e eu apenas admirando. É tão grandioso sonhar. Pular de um mundo para o outro. Vi algumas estrelas, você guardou algumas: Eu lembro. Viver fora da realidade é tão mágico e perfeito. Andando de um mundo para outro, intercalando entre o seu e o meu. Antes que acordasse desse sonho bom, guardei aquela estrela que você não me deu...
“Disse o quanto eu tinha sorte por ela gostar de mim, mas que eu não merecia aquele sentimento, que eu não ia conseguir retribuir e que ela também não merecia ficar com alguém assim. Nunca disse que a amava.”
"MERECEDOR"
Não minto em verso e prosa, pois
apenas sei o quanto falar
Aceno com minha mão sem naufragar
Meus lábios sedentos retocam a alegria
O que me destina este exato momento
Não penso, mas sou como o vento
Vagas lembranças tenho de criança
Sou o merecedor do meu pensamento
Não choro em meu eterno tormento,
mas viajo nas águas que agora lamento
Mesmo que o monte se afaste não descansarei
Vejo que as minhas palavras o mundo irá alcançar
Minha fidelidade é real e permanente
Tudo é exatamente assim, mas isso faz parte de mim.
LAMENTO DE AMOR
Pensando no quanto, o lamento da mente
Como um vento fremente que as folhas farfalha
Corrói pensamentos, tal qual navalha
E nenhum argumento que da pena, valha
paixão, saudade, razão ou cuidado
Justifica a dor do amor, deixado de lado
Desprezo indolente que faz descontente
Ausência sentida, medida irreal
Traduzindo vertentes de atenção desigual
Amola a faca, acerta o fio
No frio contido. Dissimulação!
Maltrata o desfecho. Maldade em ação!
Nem Tudo é Espinhos
Nos momentos de crise odiamos o supérfluo e vemos o quanto ele nos afasta do que mais importa.
