Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Ela o deixou. Mesmo ficando devastado, ele tinha que respeitar o modo como ela assumiu o controle da própria vida.
Você ainda precisa de tempo para se encontrar. Não precisa que eu te espere. Você precisa ser completamente livre.
Ser jovem hoje é diferente. A pressão é desoladora. Não há tempo para pensar. Tem sempre algo na tela.
Tu és a luz do meu ser
A razão do meu viver
Por muito tempo me perguntei o por que da minha existência
E então achei você como minha residência
Meu amor por ti é um marco eterno
E por isso não será supérfluo
Por favor, que seja recíproco
Para que o meu amor esteja contigo
Não sei se somos como mar e vento
E eu ainda não entendo seu encantamento
Por que faz tanto efeito assim?
Por que jogaste justo em mim?
Tenho um caminhão de pensamentos dentro da minha cabeça
E isso dói à beça
Não consigo dormir sem acordar na madrugada
Apenas aguardo por sua “chegada”
Estás fazendo um teste em minha pessoa?
Minha cabeça “voa”
Por que dói tanto quando você some pela névoa?
Você disse que me amava
No final, não era verdade o que você afirmava
Na imensa escuridão da noite chuvosa
Eu fico mais e mais ansiosa
Talvez eu esteja apaixonada por alguém que eu mesma criei, não sei
Mas nunca esquecerei quem eu amei
lembrarei por toda eternidade
Mesmo que eu tenha de usar minha criatividade
Lembrarei de sua personalidade
Já que eu nunca parei de te amar
Eu não sou o mar
E não é por isso que vou parar de me declarar
Suas juras são aquelas que eu não consigo encarar
Preciso te esquecer
Para continuar a “viver” ou sobreviver
“Eu te amo”
A chuva que eu derramo
Desceu até o chão e então acabou
Junto do coração que você roubou
Na ânsia pelo porvir, vagueamos por entre os dias, tentando antecipar o presente. Estamos, mas nunca inteiros. Zumbimos no agora acreditando em um amanhã que nunca chegará. Precisamos estar atentos às chegadas e despedidas, pois o futuro é criado com pedaços de agora.
Não culpe os ventos; são eles que possibilitam a contínua dança das flores. A chuva, além de lavar o ar e reviver o chão, é água que conta história. O escoamento das águas, sempre ignorado, é como o leito de um rio que sonha. E o luar, esse é o poeta dos mares, que escreve versos nas marés e determina suas próprias beiras e bordas. A natureza é fúria e afeto, início e fim. Importante para nós é aprender a viver em harmonia com os segredos das árvores e das pedras, pois quando o assunto é o meio ambiente, a única opção além de coexistir é desaparecer.
Estudar teologia é nos achegarmos o mais próximo possível daquilo que podemos conhecer e entender limitadamente a cerca de Deus, haja vista que jamais nenhuma teologia irá explicar Deus e seus desígnios completamente.
Só poderemos amar genuinamente ao "próximo" quando formos capazes de enxergar o mais perto, de fato, entre nós!
Pois vemos com os olhos e enxergamos com o coração.
Uma coisa é certa nessa era informatizada, o que mais se tem é informação, porém o que menos se vê é conteúdo!
Trocar alguém que você mais ama na vida por outros prazeres momentâneos da vida; será o mesmo que dizer:
"Ai se eu pudesse voltar no tempo, eu faria diferente!"
A leitura torna as posições e conversas mais claras e saborosas! A falta dela torna as pessoas mais confusas e insípidas!
Depressão é uma das doenças mais conhecidas do século atual, mas na minha época nunca se ouviu falar dela e se tínhamos éramos curados através das responsabilidades (im)postas ou mesmo com uma pisa bem dada! Contudo, nunca tivemos tempo de tê-la!
Sabe por que tem gente na família que cria situações para não falar mais com você?
Porque eles são incapazes de ficar na sua frente e expor o que sentem e depois te ouvir. Como são irredutíveis e idiotas (só acham que só eles estão certos e o resto que dane-se) eles não conseguem se controlar, pois a ignorância reina e o descontrole emocional poderá tomar conta, já que o orgulho e a incapacidade de reconhecer que existe a outra versão ofuscará o outro e a outra versão. Enfim, não perca tempo com esse tipo de pessoa; lamente, siga em frente, pois o futuro dirá e mostrará quem é quem!
O erro mais grave de um homem não é destruir outros;
é convencer a si mesmo de que não havia escolha
Inspirei-me no Universo
E escrevi êste verso:
Muito mais do que ser brasileiro
Pertenço ao Universo inteiro!
III {a noite...} [íntegra]
A lua nova fez-me a noite ficar mais longa. Eu encabulado por querer e não ser, por buscar e não achar, desenhei um castelo onde imperava aquela rainha que me faria por toda a vida conhecer a sua paz. Num delicado copo depositei o que eram esperanças, para encontrar no prato não só o deleite do meu apetite, mas a alegria de ficar à mesa, de comungar do que não é simplesmente carnal, humano e limitado, mas totalmente transcendente e vivente, imortal e incontável. Ela como que aos poucos foi se mostrando, enquanto eu ainda acordava meus sonhos por coisas imensas. Sim quão belo foi encontrá-la, assim sorrateiramente, à porta de minha tenda, vê-la estender sobre mim seus braços abertos, e eu querendo a imitar para sermos só um outra vez.
Nas sombras do passado apareciam grandes feras que intentavam contra nossa união, ela ria de mim como que caçoando, porque eu tolo como sempre me arrazoava com aquilo que já não existia a não ser na memória e no tempo sem regresso. Assim ficamos, e ela brincava comigo e me dizia insistentemente que olhasse para ela com paixão de agora, enquanto eu preso com insatisfação do ontem me acusava toda hora de não ser digno dela, de nunca poder conhecê-la.
E nós nos conhecemos, quem diria que não? Quem negaria que ela veio quando tudo se passou contrário ao que lhe traria? Ela veio e me ajudou a amar meu passado sem que me desfizesse dele, ela me encantou tão gravemente que fiquei doente crônico por suas graças. Ela me fez caminhar, não só pelas sombras, mas por tudo o que dava medo até no sol do meio dia. Quão agradável se mostrou me fazendo irromper para além das minhas mazelas, me levando para os campos de trigo maduros que se apoiam na força do vento para bailar sem receios. Me conduziu por estradas de chão, por caminhos tão sinuosos que me fazem ver outras belezas no caminho, que se vão para trás um passo a cada passo que dou para frente. Me fez aperceber que ater-se ao passado é parar durante o percurso para olhar o que se tem deixado sem continuar andando, ao passo que o horizonte me convida a novas razões para ir.
Eu não quero deixa-la jamais, mesmo que me cortem todos os membros, não quero perdê-la, pois sei o que me custou, e não só por isso, porque mesmo que nada custasse somente a queria sem porquês.
