Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Temos que desenvolver nossas próprias metodologias de ensino e não ficar adeptos somente aos grandes pensadores, afinal em cada escola temos uma realidade diferente da outra.
Com o uso das ferramentas multimeios ludo pedagógica, o aluno tem a oportunidade de buscar novos conhecimentos e, sendo assim, pode passar da aprendizagem mecânica onde o conhecimento é armazenado de forma arbitrária para aprendizagem significativa facilitando ao aluno uma melhor assimilação e consequentemente uma aprendizagem mais permanente.
Sempre achei que o segredo da existência era saber se a vida precisava ter um significado para viver plenamente, mas nitidamente a vida não precisa ter significado para ser vivida, aliás, é bem melhor assim.
Ao longo de minha jornada construí muitas amizades, enfrentei e chorei derrotas doloridas, venci e sorri obstáculos inimagináveis.
E enquanto eu tiver respirando ao acordar, baterei na porta da vida e direi.
Não tenho medo de vivê-la.
Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.
R&F Perazza.'.
Não se muda o passado para reconstruir o presente, mas se constrói o presente para mudar o futuro.
Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.
R&F Perazza.'.
Maldito e o homem que deixa a sua paz depender de outro ser....
Paz, Felicidade, harmonia não deve depender de nada muito menos ninguém a não ser de seu próprio eu...
Perazza.'.
As pessoas contemplaram Jesus como homem em Gadara, mas o endemoninhado gadareno contemplou Jesus como rei da Glória (o que quer de mim, Jesus filho do Deus altíssimo?).
A idéia de que a lei da atração é capaz de anular o carma é absolutamente inepta, tendo em vista que são regidas por leis diferentes de causa e efeito.
Quanto a lei da atração, você continua criando sua realidade.
Quanto ao carma, não há como desfazer o que já foi feito.
Não há fuga do aprendizado. Ou você aprende ou repete a lição. Como fazer? Basta buscar aprender através do amor e entendimento.
A luz que nega a sombra é frágil — mas a luz que a integra, a conhece e a acolhe, essa sim, é curadora.
A acídia é uma rebelião interna contra a tirania da liberdade sem direção. Diante de um mundo onde “tudo é possível”, o ser humano experimenta o vazio de não saber o que vale a pena, e isso o esgota espiritualmente.
Há uma ligação direta entre acídia e o paradoxo da escolha. A alma contemporânea, esmagada por opções e desconectada de raízes profundas, perde a alegria do bem, o gosto pelo essencial e o sentido da vida interior.
O TEMPO É VALIOSO DEMAIS
O tempo é valioso demais
para eu gastar torcendo por vitórias que não mudam minha jornada,
em festas ruidosas que abafam o silêncio da alma cansada.
É valioso demais para discussões vazias,
para correr atrás de aplausos em plateias frias.
Não vale a pena perder horas com inveja ou rancor,
com medo de errar ou fingindo ser o que não sou. Por favor...
Não vale chorar por orgulho ferido,
nem esperar que o mundo me faça sentido.
Não vale a pena alimentar vaidade,
nem fingir alegria em meio à falsidade.
O tempo não deve ser jogado fora em amores mornos,
em promessas rasas, em sonhos sem adornos.
Mas vale — oh, como vale —
sentar ao lado de quem te escuta com o coração inteiro,
abraçar o silêncio de um fim de tarde verdadeiro.
Vale rir até a barriga doer,
vale amar mesmo com medo de sofrer.
Vale escrever, criar, construir,
ver a vida brotar, sem medo de partir.
Vale sentir o vento, andar descalço na areia,
valem os cafés lentos, as conversas sem peleia.
Vale lutar pelo que aquece a alma,
perdoar para manter a calma.
Vale servir, aprender, crescer,
e estar presente no que se escolhe viver.
O tempo é valioso demais
Não para contar os dias que passam,
mas para viver os dias que ficam.
Quem age com convicção pode mudar de ideia com sabedoria; quem age por teimosia resiste até contra a verdade.
A convicção verdadeira não teme a revisão, não se afasta da escuta e se ancora em princípios — ela é forte justamente porque é flexível e consciente.
A teimosia, ao contrário, é a rigidez de quem teme parecer fraco ou perder controle, confundindo força com obstinação cega.
A máscara se ajusta tão bem ao rosto que começa a parecer pele. Mas, no fundo, há um ruído.
Uma fricção entre o que mostramos e o que sentimos. Um cansaço. Uma sensação de estar sempre atuando, sem saber exatamente onde termina o personagem e começa o eu.
