Quantas vezes você
Quantas tempestades vencidas
aliviaram a nossa alma
sorrisos de alegria
ao derrotar nossos demônios
companheiros de viagem desconfortáveis,
vencendo todo medo
para nos encontrar novamente
e entender o valor
da nossa vida.
Quantas poesias lhe dediquei, quantas saudades encravadas no peito de onde se ver o sangue jorrar lentamente, quase imperceptível, que teu silêncio seja a minha oração e a minha absolvição em uma confissão sem fim.
Erra-se, sabe, quase continuamente, esperando de
Não se fazer nunca tanto mal mas quantas vezes se cai
A vida, sabe, é um fio em equilíbrio e antes ou depois
Nos encontramos distantes em frente a uma encruzilhada
“Não importa o que irão falar por todas às vezes que você cair; recomece quantas vezes for necessário, Deus o levantará."
13. Não importa quantas decepções amorosas você já teve, tenha fé que uma hora você encontrará seu amor verdadeiro e viverá uma história de amor incrível.
Não importa quantas vezes você diga que não serve pra mim, outras infinitas vezes eu direi que se não for você não será mais ninguém.
Quantas vezes nos sujeitamos a ser usados por uma pessoa não por ser quem é, mas por estar ligada a uma outra que nos é cara , e que tememos ter que perder. A angústia ainda é maior quando quem nos importa desconhece o que ocorre, e somos colocados entre revelar a verdade (e enfrentar o resultado), sujeitar-se ao abuso (para não sofrer a perda), ou punir a ambos com um afastamento respeitoso, mas extremamente dolorido.
Luiz Roberto Bodstein
Mil dores por curar
Já acumulei mil dores
De mil feridas por curar,
Tantas quantas as cores
Das que estão por fechar!
Quais as curas ou remédios,
Pra curar os mil tédios
Que me fazem escrever
Mil poemas sem querer?
Mil perdões por pedir,
Mil sorrisos por sorrir,
Mil dores por curar
E mil espinhos por aceitar
Porque sou ser sem dono,
Rei sem trono
De uma vida por viver
Sem sequer saber
Qual dos mil destinos,
Qual dos mil violinos
Hei de tocar!
Amor é antítese
Amo-te porque não sei bem porquê!
Talvez este não sei das quantas amor
Nos veja como quem não sei como vê
Em nós, um vaso a casar c’uma flor!
Amo-te sei lá de que maneira e como,
Se as noites em que te quero amante
São dias em que não sei se nos tomo
Por coisa sólida ou por alarmante!
Amo-te assim e não sei por que raio
Te quero desta invulgar maneira,
Em que não sei se do amor ensaio
O hastear d'alguma bandeira!
Amor é antítese. O amor é assim:
Ora diz que não! Ora diz que sim!
