Quando te Vejo
ANA, essa mulher indecifrável
Quando te vejo pela porta entreaberta , por uma fresta apenas, e te vendo em poucas mas adoráveis partes, lembrando um quebra-cabeça dificil de se montar, tenho um ímpeto de entrar no intuito de te decifrar. Mas, como simples mortal me contento em te amar, pois é o que é possivel, já que, você mulher, nem Freud conseguiu decifrar.
Qualquer um pode contornar minha vida, mas você é incontestável.
Quando te vejo meu coração vem à boca,
um calafrio no corpo me faz suar frio,
tento reprimir o desejo que exalta,
influenciando a mente que fica a mil.
Tudo é migalha diante de ti,
não sossego, fico impaciente,
e pra nada encontro graça.
Tua falta me lancina,
chega a ser persistente,
é como um filme que passa e repassa,
e me apinhá-la ironicamente.
Já levei flores a você,
se podes-se teria levado o céu,
e não o meu amor,
que tanto o vilipendiou,
tornando minha vida insípida.
Por que não se sujeitou ao meu amor?
que lhe dediquei com tanto entusiasmo,
e mesmo que o achasse pouco,
não merecia tanta humilhação.
Só necessito respirar,
sem que me sujeite a sentir tua respiração.
E triste rasgar as cartas,
que com tanto amor as escrevi,
queimar as fotos, cujo a fumaça só vão me trazer as cinzas.
Sou ciente que o escrúpulo está no coração,
e não há como evitar, nem esconder a falta que faz pra mim
se trago você exposto no olhar,
nem que eu quisesse esconder
sou tua de qualquer jeito
é que sempre aceito os horários,
os dias e as noites que tira pra vir me ver ou então minha dor me fará órfão
prefiro assim, aceitar em silêncio
do que me escravizar na opção de te esquecer.
Quando eu vejo uma ciclovia com os absurdos dizeres: "prioridade do pedestre"; eu fico imaginando uma calçada com os dizeres: "prioridade do ciclista".
O labirinto fragmentado tão escuro caminho sobre os raios de luz quando os vejo em gotas de fótos...
O vento balança acortina e o sons lá fora tão fabricado incendiado o silencio rígido...
Nas as das borboletas bailando ar saltando nas asas dos ventos...
Meus diademas sobre a aureola das sombras consumindo os sentidos me comprimidos a voar meus desejos sendo comido pelo desespero a minha verdade em um amor que você tanto queria endossado na lua e extinto sacrificado por ti
Os ventos em revolta em uma revoada de dragões e libélulas... meus sentidos em um pouso foçado, minha mente esgalhando os pensamentos criando novos caminhos, vivendo o mesmos tempo consumindo me...
Estou perdido dentro de mim quando a vejo linda mulher, meu corpo transpira se está perto de mim querendo teus beijos quentes molhados acariciando meu rosto, degusto teu sabor teu cheiro cheirosa invadi meus pulmões em manancial delirante por você.
Te amo de verdade,não há como esconder,fico triste quando te vejo passar por mim, pois este sentimento, você não consegue perceber!
Vou devorando a minha vida
É tarde de outono e eu queria tanto andar na chuva
Quando eu vejo, o sol tá no horizonte
O dia tá desfeito em mar de fantasia
Às vezes quase eu durmo
De tanto querer que o sono venha
Há tantas vidas, difícil é ter outra a ter tantos quereres
No início é ter que costumar as vistas
É como estar em um pomar
E ver que o fruto e as folhas são da mesma cor
Vou fazendo de conta que conto pitangas no ar
Outono é tarde, estou noutra estação
Outro trem vai vir, há de passar
A noite chega em mim
A noite chega e se lastima assim
A dizer que o trem que vai passar não leva ao fim da linha
Eu digo à noite que a vida é uma lista
Eu peço à vida que seja da noite esse olhar pessimista
Apago da lista esse triste desejo
De chegar nessa manhã que tem jeito de tarde
Eu só escolho querer, numa vontade que não é minha
Tarde que andava na linha, rumo à próxima estação
Eu queria era andar, andar sem rumo e nem direção
Andar na chuva
Colhendo as pitangas que flutuavam
Pitangas amarelas, iguais àquelas
Que existiram nos fundos de algum quintal da minha infância
Onde eu ia devorando a vida
Um lugar, uma estação
Um trem que passava e tinha a companhia sempre lá
De alguém que te acompanha e leva pro infinito
E apanha frutos no ar, igual ao que a gente fazia
Quando o dia era desfeito em mar de fantasia
A gente sabe e cansa de saber que esse infinito acaba
E mesmo assim desata a rir
Num riso que não tem fim.
Nem precisa acabar.
Edson Ricardo Paiva.
" Quando te vejo é puro desejo...desejo te amar...beijar...abraçar...acariciar...desejo que simplesmente esteja ao meu lado e que possa ser desejada na mesma proporção que te desejo...pura tentação...desejo do meu coração. "💞
Quando não vejo luz no fim do túnel, escolho esperar… porque sei que, mais cedo ou mais tarde, Jesus atravessará por ele, vindo ao meu encontro.
Um pouco de atenção...
Quando te vejo
Eu não consigo disfarçar
O que sinto por você
Está escrito no meu olhar
Quem olhar pra mim vai perceber
Que gosto de você.
Não tem mistério, só uma solução.
Olhe com os olhos do seu coração
Dê-me um pouco de atenção
Beije a minha boca, pegue a minha mão,
Pare de frescura vamos viver essa paixão
Se você me quer então não deixe o meu peito
Sangrar e chorar em vão.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Quando me vejo sem a chance de ser como te agrada, mas com a leveza que acalma de um silêncio esperando o amanhã para que me traga um sorriso de acalento;
Obrigado por acreditar em mim, até quando pareça perdido e me sinta confuso sem ver saída para me encontrar no meu próprio caminho;
Não mais me desdenharei para que possa ter certeza das afirmações que faço entrelinhas da imaginação;
Eu me desconheço quando me vejo em meu silêncio, pelo o meu desfavorável que me desprende no mínimo desapego;
Tento vivenciar minhas alegrias, me esbaldar com os meus momentos em versos que acalentam minhas ansiedades do exemplo que move todos os sentimentos;
Mudaram os meus caminhos sem que me perguntassem se não incomodaria, mas quando eu vejo minha superação percebo que tudo não passa de uma grande bobagem;
Nada mudou e nem mudará, mas alguma coisa se diferenciou em meu coração, fazendo o além das diferenças;
Quando não vejo os teus sorrisos a minha coragem se perde e o meu coração fica carente de ternuras verdadeiras;
Mas eu ainda não sei o que fazer para poupá-lo das imensas frustrações que podem me atingir e até mesmo me afligir;
Gostaria de ser amado sem saber em noite insinuante que me traga surpresas incandescente e que me prove que o amor ainda exista;
Odeio quando me vejo assim, sem saber se estou no meio termo. Não sei se insisto ou desisto, não sei se amo intensamente ou só fico admirando;
E se não valer a pena? Ou se eu me frustrar? Será que eu devo viver e arriscar esse amor mesmo que seja um absurdo?
Sei que devo decidir o melhor caminho a seguir e encontrar o meu raio de sol;
Não sei o do por que eu enlouqueço quando lhe vejo, sentindo o teu cheiro me surge uma vontade imensa de beijá-la até que você queira tirar toda a roupa;
