Quando Suspiro meus Tristes Ais

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Não se engane; quando você der aquele suspiro como quem vai dar um profundo mergulho é hora de rever tudo outra vez, pois, na volta tudo mudou.

Quando sentir saudades
Lembre-se do suspiro do oceâno
Do forte abraço que te abrigou
Da dor e das marcas que te fizeram o que és
E do amor que caminhara com você eternamente

E quando morrer ao menos deixarei o rastro de coragem de quem lutou do primeiro ao último suspiro de vida

Quero estar com você
Mesmo que isso custe a mim
o último suspiro...
Que tirem de mim todo ar
Quero estar com você...
Não sei mais das minhas palavras..
Algumas coisas indesejadas acontecem
É normal...
Mais quero estar perto de você
Quando algo for mal...
No fundo eu só queria ter certeza que
O amor vai ser a nossa proteção contra
todo o resto..
É normal esse medo de amar...
Eu sei o que eu quero
Só não sei se eu sento aqui e espero você voltar
Ou se eu corro atrás de você...agora!

Não tens cheiro, nem nome
nem me dás sossego
na noite imensa de olhos abertos
suspiro sobre teu corpo de estrela...
e me pergunto existes?

Suspiro



O sol toca chão
O canto macula o silencio
E o gosto de seus beijos
E o suspiro de um amor sem dor

Os ladrilhos coloridos da calçada
Em mosaico desenhado
Com tons de verde rosa e azul
Quanto tempo temos antes de voltarem às nuvens


As estrelas e o oceano com uma só
O som de sua voz e nosso riso... Um só riso
O calor de sua mão
E aperto os dedos

O mais belo que podes ser
O quanto mais verdadeiro pode desejar
Tudo que posso quer
Sua alma... Para com a minha estar

A vida do amor é longa e bonita, nasce em um simples suspiro, age trazendo alegria, e talvez um dia morra deixando lembranças.

Antes da realidade de um suspiro profundo.

Dois Povos


Brilho no olhar

Suspiro no ar

Corpus laçado

Calor na alma

Dois povos

Mãos trocadas

Balé dos cisnes

Lago que chora

Pássaros que vi

Crianças que senti

Dois povos

Prisioneira do flash

No metal frio

História de um povo

Dois povos

Um coração

Dois corpus

Um desejo

Duas bocas

Um beijo

Dois povos

Um suspiro

Dois povos

Futuro incerto

Dois povos

Um sorriso

Dois povos

Desejos!

Caminho triste

Surge o vento com um som esbelto
Roça minha garganta um suspiro selvagem
Enquanto a noite passa cortando o silêncio.
Traço alguns desejos que reluzem teus olhos
E então… outro suspiro.

Lenta respiração direcionando a pulsação de um coração triste
Perdido, louco, sereno
Totalmente sem sentido meus passos voltam ao tempo
Sem razão, sem sentido, sem nada.

Surgem todos os galhos que se debruçam no chão
Pelas noites desertas e escuras
D’onde vago também sem direção
Trovoes rasgam e ofuscam a visão
Cegam seus próprios olhos, pois não têm amor
As flores rastejam pelo chão dos jardins
Cheias de dores
Por serem apenas flores

O ULTIMO SUSPIRO DE UM GUERREIRO

Sonhos violentos me acordaram toda essa noite
O vento frio entrava pela fresta da porta e espalhava a terra do meu piso
Tento apreciar aquela que pode ser minha ultima noite
Abraço o calor da minha companhia que dorme e se desváia em lagrimas
Beijo aqueles que futuramente honrarão o meu nome
Nunca temi tanto o nascer do sol, mas ele é inevitável por hoje
Mas temo ainda mais a presença de estrangeiros sobre Minha terra que eis de defender
Sinto que o corpo esta pesado, assim como a minha cabeça
Pelas brechas das palhas um fio do sol me abençoa e me chama
Ergo-me com a obrigação de deitalos
Olho para aquele elmo que prende o livre arbítrio de muitas mentes
Visto aquela malha que cobre o coração de muitos reis
Sei que posso confiar no fio de minha espada e na resistência de meu escudo
A morte é certa assim queremos fazer da vida
A despedida e despeça
Fria...
Me junto aos milhões de compatriotas em uma grande marcha silenciosa
Um caminho cheio de rosas, mas que passam despercebidas
Esbarro meu escudo em uma lança tremula do meu companheiro de posição
Olhos lubrificados pelo medo
Os experientes se remediam
Os iniciantes vibram sem saber o que os aguardam
Chega à vista a ultima montanha
Sei que após ela terá outra, mas que no centro terá o pivô dos nossos medos
Chego ao cume e paro atrapalhando os irmãos que vem de trás
Eis que vejo o maior exercito de toda minha vida
Uma infantaria que poderia ela só nos devorar
Acompanhada de escudos impenetráveis, e infantaria leve e pesada
Ótima nação militar, péssima negociante
Paramos diante da aberração gananciosa dos homens que deseja o que não os pertences
Vejo que nenhum acordo foi tomado a não ser a rendição. Mas não a conhecemos
O silencio antes do gritos e de estourar os tímpanos
Ergo a cabeça e olho para a bandeira do meu país que tanto amo
O sol se esconde e da lugar para um chuva de flechas que dizima metade da nossa frente
O avanço é constante...
O sangue se mistura com lagrimas e gritos, o pedido de misericórdia não se ouve
Cavalos e homens disputam espaços violentamente, enquanto em um vestígio de luz observo as baixas da campanha e o avanço do inimigo
vi gigantes cair sobre mim e diante de mim
Sangue toma o lugar da água
Lanças tomam os das aves
Empadas o do abraço
Sinto-me leve e noto que já não tenho elmo e nem a malha intacta
Deito e sou pisoteado pelo cansaço e pela extinção da vida
Olho para o sol e observo que ele sorrir e me aplaude
Olho para meus irmãos avançando, e com a visão pela metade
Sigo olhando ate que paro diante da segunda montanha
Vejo a bandeira de meu país rasgada, mas erguida
Vitoria...
Vejo que a batalha valeu à pena
Livre
Posso da o ultimo sorriso e o ultimo suspiro...

Mas sem precipitações, ataques de desespero ou exageros, dar um passo de cada vez, um suspiro depois outro, não pular etapas, fazer valer a pena. Digo: não pensa no fim, te entrega pro começo.

Nada vive, que fosse digno de tuas emoções, e a Terra não merece um só suspiro. Dor e tédio é o nosso ser e o mundo é lodo - nada mais. Aquieta-te

A cada dia é um encanto, um suspiro roubado e um olhar apaixonado.

Talvez é melhor que não aconteça
Que o suspiro da paixão desapareça
Que a solidão amadureça
E que se transforme uma nova canção...
...viver a nova e encantadora vida

Ame a si, aprenda a conviver consigo mesmo
Não espere pelas felicidades externas
A fonte jorra dentro de ti
O caminho é você que escolhe.

Não culpe ninguém, reflita, adentre pra dentro de si
e vera um mundo novo a ser descoberto.

A solidão não se condiz em estar só...

Não se alimente de frases de destruição
Se afaste de pessoas que te minem as energias
Dê um suspiro e um passo e verá
O quanto é bom poder viver nessa estrada

Quem te ama te quer bem e não espera de ti nada em troca

cada passo um sentimento
cada movimento um suspiro
cada pulsar uma emoção

Se cada suspiro descrevesse meu pensamento hoje, eu abriria uma biblioteca.

“...A calma do gesto e a intensidade do olhar, o toque que arrepia, e o suspiro que faz a mente não pensar, toda uma energia girando e dançando entre os corpos, Fazendo o solo considerado árido e seco, se revolver e se envolver em meio aos sentimentos, tornando ele fértil mais uma vez, trazendo novamente as flores que imaginei que nunca mais voltaria a ver...”

Coisas Mudam...

Suspiro, profundo.
Outrora, imundo?
Ora, no mundo...

Nada está perdido até o último suspiro.