Quando Sorrimos
Sabe quando alguém me magoava me deixava de lado eu me lembrava de você
e começava a ficar bem a rir do nada
pois sabia que pelo menos nesse céu cheio de nuvens teria uma estrela pequena
mais que fazia o meu céu brilhando e lindo
e feliz.
Quando conversares comigo, evite falar mau dos meus amigos. Você poderá não notar, mas perderei algo em você, que muitos sofrem em busca disso em si. A confiança.
Por várias vezes, ouvi pessoas falarem que eu nunca iria conquistar algo na vida. Bem, hoje quando falo com elas, as mesmas pessoas ficam todas quietas. Não só fiz ficarem em silêncio perante mim, mas eu fiz e ainda faço todas elas se lembrarem de que um dia me aplaudiram pelo meu talento.
E quando pensares no amor, pense no meu como sendo único e verdadeiro, pois somente a ti amei e amarei enquanto respirar.
Quando saímos, tornei a falar com os olhos fixados nos dele. E naquele momento, uma lágrima solitária escorreu naquele rosto macio. Deixou a mostra uma alma frágil e um corpo medroso.
É como se aquele último olhar, traduzisse semanas de história. A nossa história!
E a frase que não pude falar, vai continuar em silêncio. Mistério? Não... Mas, ficará assim a cumplicidade gerada e mantida entre nós.
Pudera uma despedida, mas não a fizemos. E depois, longe daqui nos encontraremos para um último abraço. O mais demorado e sem dúvida, o mais sincero!
Esse sentimento que temos quando somos posto em uma posição de encarar de frente o impossível é tão grande quanto a certeza que temos quando acreditamos em um Deus que pode todas as coisas e a mistura desse sentimento com a grandiosidade é o que faz isso fantástico.
E nas pedras que tenho catado do mar, sonho em construir um castelo; e quando enfim encontrar meu príncipe, em suas mãos entregarei tal sonho e direi que em minha história sempre existiu um conto de fadas, só me faltava encontrar a verdadeira razão de vivê-la.
E mesmo quando tudo parece está dando errado, a minha alma se alegra em ti, ó Senhor. E
as lágrimas já não podem mais me afogar em tristeza alguma.
A porta e o buquê
Eu queira alguém que tocasse a campainha da minha casa, e quando eu perguntasse quem é, esse alguém ficasse em silêncio só esperando eu ceder e abrir a porta. E quando eu abrisse a porta o rosto desse alguém tivesse coberto com um lindo buquê de rosas. E quando esse alguém baixasse o buquê, fosse você.
Você me olhando com os olhos brilhando dizendo que me ama. Com um sorriso no rosto esperando um beijo meu. Com os braços trêmulos esperando um abraço. O abraço que pararia o mundo e nada mais interessaria além de nós. E depois de tudo isso, você pegasse o violão e cantasse a nossa música, aquela do primeiro tudo - olhar, abraço, beijo - e depois de cantar, você me olhasse mais uma vez e não parasse de me olhar por um longo período de tempo e que depois você sorrisse e bem depois me abraçasse e fechasse os olhos e depois me beijasse. E quando eu abrisse os olhos olhasse ao redor e visse que tudo era real e não mais um dos meus delirantes sonhos.
A verdade é uma realidade mais escoregadia que existe que quando a encontramos ela escorrega e nunca a temos.
