Quando Sorrimos
A pior guerra é quando você está em paz, quando você não revida ofensa, quando não faz nada com ninguém e mesmo assim, é perturbado por aqueles que não tem paz, a troco de sabe lá Deus o quê? Não dá pra entender uma perturbação sem motivo!
Eu só quero paz, eu só quero o que é meu, as minhas coisas, isso não é pedir muito.
Seria tão bom se cada um buscasse ter paz e buscasse as suas coisas ao invés de contender com quem não está fazendo nada e querendo tirar o que é do outro, a felicidade do outro, a paz do outro.
Não me deixa solta; eu tenho alma de pipa.
Aprendi a passarinhar quando a vida me tirou as gaiolas, mas gosto de entender qual ninho me espera de volta; qual colo tem para descansar. Minhas asas são grandes e meus sonhos maiores: espero que isso encante ao invés de assustar.
Vivo no lá e no cá; percorrendo histórias que me cabem ser.
Entendi minhas migrações como necessárias para viver. Sei de onde vim e onde quero chegar; sei os caminhos que não quero voltar e quais ainda vibram intensos.
Precisei ser forte e encarei tempestades que me forçaram crescer.
Amadureci na marra; na garra; na urgência. Vi meus medos agigantarem diante dos meus olhos...
Nunca fui tão menina.
Quando estando em qualquer relacionamento e nasce uma ruptura, pressupõe-se uma perda! Daí vem os desapontamentos. Mas nunca houve perda por não sermos seres siameses, tudo foi apenas empréstimo para nos aprimorarmos, porém entendemos como traição em relações conjugais e falsidade em relacionamentos sociais.
Tudo ocorre como brincadeira um joguete do tabuleiro de xadrez da vida pra elaborar quem mais evolui e solta pra vivenciar outras partidas.
Vem cá e me diz quais são os porquês que te paralisam os sonhos.
Quando foi que você deixou de sonhar tão grande?
Em qual gaveta você se escondeu? Em qual gaveta você se esqueceu?
Quem foi que deixou você rotular “improvável” naquilo que era possível?
Quem te fez acreditar nas desculpas que você inventa?
Quanto mais você vai deixar para lá aquilo que antes era motivo de riso?
Vem cá e me diz,
Quais são os porquês
Que te fizeram crer
Para te deixar de lado?
Quando o desespero bate em minha porta, ando por estradas incertas e me deparo com encruzilhadas duvidosas, meu único alento é comer e dormir, comendo me sinto vivo, e dormindo não tenho consciência de que vivo.
Levei eu um tiro
Pois quando fui abrir a porta
Não havia ninguém atrás
E eu com tal esperança
Só encontrei o nada
Às vezes
É o que basta
Queria eu ter aberto o silêncio
Como um envelope fechado
O rasgaria com cuidado
E assim teria achado
Um canto para minha voz pertencer
Diria comigo mesma como e o porquê
De não haver nada atrás daquela bendita porta
Que fizeram os meus joelhos estremecer
Nada.
Algumas pessoas trancavam as portas de seu coração quando perdiam alguém. Outras mantinham as portas e janelas abertas, deixando a memória e o amor passarem livres. E talvez fosse assim que tinha de ser, pensou Harold.
"Eu amo quando um cliente indica um novo cliente!
É como se fosse uma recompensa extra por todo esforço, dedicação e amor pelo meu trabalho."
Eu me afastei de tudo e de todos que eu achei que me machucavam, quando na realidade o verdadeiro problema era eu
"As partes de nós que mais repreendemos, quando acolhidas com amor e aceitação, muitas vezes florescem e se tornam grandes ativos transformadores, nos conduzindo a uma versão mais aprimorada de nós mesmos."
- Flávia Filgueiras
"Somente quando você "tira o foco" de si mesmo e lembra-se de que faz parte de uma consciência maior unificada, você permite que seu corpo, mente e alma possam experimentar uma interconexão total, centrada no espírito, e a verdadeira integração com o Todo.
- Flávia Filgueiras
Não se desespere quando o desespero bater na sua porta;
Dessa maneira vc o convida a entrar.
Quando o desespero bater na sua porta, acalme-se;
Assim vc escuta-ra com atenção e claridade oque ele tem a lhe falar.
