Quando Sorrimos
E, quando pensa em alguém em algum momento de solidão, seja para chorar ou para ter algum pensamento mais safado, é em mim que você pensa."
Números 3
A tribo de Levi
1 Esta é a história da descendência de Arão e de Moisés quando o Senhor falou com Moisés no monte Sinai.
2 Os nomes dos filhos de Arão são Nadabe, o mais velho, Abiú, Eleazar e Itamar.
3 São esses os nomes dos filhos de Arão, que foram ungidos para o sacerdócio e que foram ordenados sacerdotes.
4 Nadabe e Abiú, entretanto, caíram mortos perante o Senhor quando lhe trouxeram uma oferta com fogo profano, no deserto do Sinai. Como não tinham filhos, somente Eleazar e Itamar serviram como sacerdotes durante a vida de Arão, seu pai.5 O Senhor disse a Moisés:
6 "Mande chamar a tribo de Levi e apresente-a ao sacerdote Arão para auxiliá-lo.
7 Eles cuidarão das obrigações próprias da Tenda do Encontro, fazendo o serviço do tabernáculo para Arão e para toda a comunidade.
8 Tomarão conta de todos os utensílios da Tenda do Encontro, cumprindo as obrigações dos israelitas no serviço do tabernáculo.
9 Dedique os levitas a Arão e a seus filhos; eles serão escolhidos entre os israelitas para serem inteiramente dedicados a Arão.
10 Encarregue Arão e os seus filhos de cuidar do sacerdócio; qualquer pessoa não autorizada que se aproximar do santuário terá que ser executada".
11 Disse também o Senhor a Moisés:
12 "Eu mesmo escolho os levitas entre os israelitas em lugar do primeiro filho de cada mulher israelita. Os levitas são meus,
13 pois todos os primogênitos são meus. Quando feri todos os primogênitos no Egito, separei para mim mesmo todo primogênito de Israel, tanto entre os homens como entre os rebanhos. Serão meus. Eu sou o Senhor".
14 E o Senhor disse ainda a Moisés no deserto do Sinai:
15 "Conte os levitas pelas suas famílias e seus clãs. Serão contados todos os do sexo masculino de um mês de idade para cima".
16 Então Moisés os contou, conforme a ordem que recebera do Senhor.
17 São estes os nomes dos filhos de Levi: Gérson, Coate e Merari.
18 São estes os nomes dos clãs gersonitas: Libni e Simei.
19 São estes os nomes dos clãs coatitas: Anrão, Isar, Hebrom e Uziel.
20 E estes são os nomes dos clãs meraritas: Mali e Musi. Foram esses os líderes dos clãs levitas.
21 A Gérson pertenciam os clãs dos libnitas e dos simeítas; eram esses os clãs gersonitas.
22 O número de todos os que foram contados do sexo masculino, de um mês de idade para cima, foi 7.500.
23 Os clãs gersonitas tinham que acampar a oeste, atrás do tabernáculo.
24 O líder das famílias dos gersonitas era Eliasafe, filho de Lael.
25 Na Tenda do Encontro os gersonitas tinham a responsabilidade de cuidar do tabernáculo, da tenda, da sua cobertura, da cortina da entrada da Tenda do Encontro,
26 das cortinas externas do pátio, da cortina da entrada do pátio que rodeia o tabernáculo e o altar, das cordas, e de tudo o que estava relacionado com esse serviço.
27 A Coate pertenciam os clãs dos anramitas, dos isaritas, dos hebronitas e dos uzielitas; eram esses os clãs coatitas.
28 O número de todos os do sexo masculino, de um mês de idade para cima, foi 8.600. Os coatitas tinham a responsabilidade de cuidar do santuário.
29 Os clãs coatitas tinham que acampar no lado sul do tabernáculo.
30 O líder das famílias dos clãs coatitas era Elisafã, filho de Uziel.
31 Tinham a responsabilidade de cuidar da arca, da mesa, do candelabro, dos altares, dos utensílios do santuário com os quais ministravam, da cortina e de tudo o que estava relacionado com esse serviço.
32 O principal líder dos levitas era Eleazar, filho do sacerdote Arão. Ele tinha a responsabilidade de supervisionar os encarregados de cuidar do santuário.
33 A Merari pertenciam os clãs dos malitas e dos musitas; eram esses os clãs meraritas.
34 O número de todos os que foram contados do sexo masculino, de um mês de idade para cima, foi 6.200.
35 O líder das famílias dos clãs meraritas era Zuriel, filho de Abiail; eles tinham que acampar no lado norte do tabernáculo.
36 Os meraritas tinham a responsabilidade de cuidar das armações do tabernáculo, de seus travessões, das colunas, das bases, de todos os seus utensílios e de tudo o que estava relacionado com esse serviço,
37 bem como das colunas do pátio ao redor, com suas bases, suas estacas e suas cordas.
38 E acamparam a leste do tabernáculo, em frente da Tenda do Encontro, Moisés, Arão e seus filhos. Tinham a responsabilidade de cuidar do santuário em favor dos israelitas. Qualquer pessoa não autorizada que se aproximasse do santuário teria que ser executada.
39 O número total de levitas contados por Moisés e Arão, conforme a ordem do Senhor, segundo os clãs deles, todos os do sexo masculino, de um mês de idade para cima, foi 22.000.
40 E o Senhor disse a Moisés: "Conte todos os primeiros filhos dos israelitas, do sexo masculino, de um mês de idade para cima e faça uma relação de seus nomes.
41 Dedique a mim os levitas em lugar de todos os primogênitos dos israelitas e os rebanhos dos levitas em lugar de todas as primeiras crias dos rebanhos dos israelitas. Eu sou o Senhor".
42 E Moisés contou todos os primeiros filhos dos israelitas, conforme o Senhor lhe havia ordenado.
43 O número total dos primeiros filhos do sexo masculino, de um mês de idade para cima, relacionados pelo nome, foi 22.273.
44 Disse também o Senhor a Moisés:
45 "Dedique os levitas em lugar de todos os primogênitos dos israelitas e os rebanhos dos levitas em lugar dos rebanhos dos israelitas. Os levitas serão meus. Eu sou o Senhor.
46 Para o resgate dos primeiros 273 filhos dos israelitas que excedem o número de levitas,
47 recolha sessenta gramas de prata, com base no peso padrão do santuário, que são doze gramas.
48 Entregue a Arão e aos seus filhos a prata para o resgate do número excedente de israelitas".
49 Assim Moisés recolheu a prata para o resgate daqueles que excederam o número dos levitas.
50 Dos primeiros filhos dos israelitas ele recolheu prata no peso de quase dezesseis quilos e meio, com base no peso padrão do santuário.
51 Moisés entregou a Arão e aos filhos dele a prata para o resgate, conforme a ordem que recebera do Senhor.
Quando o presidente de um país que promove duas guerras ao mesmo tempo recebe o Prêmio Nobel da Paz, tremei: isto só pode ser sinal de que o mundo está mesmo muito doente. Num estado crônico.
Os gêmeos brincam no céu
quando a grande luz é vista
anunciando que é hora
daquele que senta ao trono de invertida cruz
silenciar
e fechar os olhos
Quando vejo num caminhão uma placa dizendo: “Inflamável” – então me encho de glória.
Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama…
Então tentei dar uma ordem cronológica aos fatos: primeiro, quando e como nos conhecemos - logo a seguir, a maneira como esse conhecimento se desenrolou até chegar no ponto em que eu queria, e que era o fim, embora até hoje eu me pergunte se foi realmente um fim. Mas não consegui. Não era possível organizar aqueles fatos, assim como não era possível evitar por mais tempo uma onda que crescia, barrando todos os outros gestos e todos os outros pensamentos.
Setenta e dois espíritos tocarão suas trombetas
Anunciando que A Morte virá no vigésimo dia
Quando a grande serpente de fogo virá dos céus
Para destruir e renovar
Moscou, Denver, Califórnia, Culiacanm, León, XXVI
12/08/2011
Tudo o que mais valia exatamente ela não podia contar. Só falava tolices com as pessoas. Quando dizia a Rute, por exemplo, alguns segredos, ficava depois com raiva de Rute. O melhor era mesmo calar.
E sofrerás muito quando resolveres dizer só aquilo que pensas e fazer só aquilo que gostas. Aí sim, todos te virarão as costas e te acharão mal por não quereres entrar na ciranda deles, compreendes?
Somente quem tem plena convicção de sua verdade silencia quando deveria falar. Mas atentai que o homem não é uma ilha, por isto se comunica, e a perda e o isolamento são geralmente o preço do melhor dos silêncios.
Quando uma mulher desperta o amor no coração de um homem
este amor é capaz de transformar toda a sua vida...
Não quero rosas, desde que haja rosas.
Quero-as só quando não as possa haver.
Que hei-de fazer das coisas
Que qualquer mão pode colher?
Não quero a noite senão quando a aurora
A fez em ouro e azul se diluir.
O que a minha alma ignora
É isso que quero possuir.
Para quê?... Se o soubesse, não faria
Versos para dizer que inda o não sei.
Tenho a alma pobre e fria...
Ah, com que esmola a aquecerei?...
E quando você estiver sonhando, convide Deus para sonhar junto a você e verá que tudo passará a acontecer se for da vontade Dele.
E foi então que eu descobri uma coisa fantástica, talvez a mais fantástica de todas: quando a gente para de procurar desesperadamente por um amor, a gente percebe que pode amar qualquer coisa. Eu posso amar meu computador, minha rua, minhas fotos, minha empregada, o nhoque da minha mãe. Ou até mesmo uma tarde qualquer e sem grandes emoções como tantas.
Quando comecei a escrever, que desejava eu atingir? Queria escrever alguma coisa que fosse tranquila e sem modas, alguma coisa como a lembrança de um alto monumento que parece mais alto porque é lembrança. Mas queria, de passagem, ter realmente tocado no monumento. Sinceramente não sei o que simbolizava para mim a palavra monumento. E terminei escrevendo coisas inteiramente diferentes.
(Crônica Mistério)
Não sei mais escrever, perdi o jeito. Mas já vi muita coisa no mundo. Uma delas, e não das menos dolorosas, é ter visto bocas se abrirem para dizer ou talvez apenas balbuciar, e simplesmente não conseguirem. Então eu quereria às vezes dizer o que elas não puderam falar. Não sei mais escrever, porém o fato literário tornou-se aos poucos tão desimportante para mim que não saber escrever talvez seja exatamente o que me salvará da literatura.
O que é que se tornou importante para mim? No entanto, o que quer que seja, é através da literatura que poderá talvez se manifestar.
(Crônica Ainda sem resposta)
Até hoje eu por assim dizer não sabia que se pode não escrever. Gradualmente, gradualmente até que de repente a descoberta tímida: quem sabe, também eu já poderia não escrever. Como é infinitamente mais ambicioso. É quase inalcançável.
(Crônica Um degrau acima: o silêncio)
