Quando Morremos Sorrimos
Quando deixamos insignificâncias de lado, entendemos que a vida não pode se reduzir ao pouco, e que a felicidade está em buscar aquilo que faz bem para a nossa alma e para o nosso coração
..."Quando caminhar é preciso, desistir é um ato de continuar na mesma trilha, mas em direções diferentes."... Ricardo Fischer
Procure me amar quando eu menos merecer. Quando estiver no mais profundo estado vazio da compaixão e da dignidade, me enxergue. Neste momento serei digna de um amor puro que me faça subir das profundezas da inercia ao mais alto pedestal que impera a pureza de um coração.
Amar é quando os nossos hormônios nos dão prazer, quando ajudamos o outro, mesmo que isso envolva sacrifícios. Amor é amar mais que somos amados, é ficar no prejuízo que dá felicidade.
Quando seu celular vem com um defeito,você liga pra assistência e resolve. Mas e quando sua vida vem com defeito, liga pra quem?
Precisamos de pouco para ser feliz, mas só vemos quando a senilidade chega. Ou talvez aprendamos cedo que viver é não querer tudo que o mundo oferece, mas sim aquilo que te supre
AMO ❤
Amo tudo em ti
Quando me perco em ti
E vejo nos teus olhos
O brilho intenso
Que me deixa louca
Numa nudez sem fim
Nesse teu abraço apertado
Nesse teu malandro sorriso
Enquanto mergulho em ti
Vou-me perdendo de mim
Sinto a tua boca, os teus lábios
Com os meus, sedentos de amor
Quando tentamos atingir alguém de uma maneira errada, nos ferimos mais do que imaginamos.
Ferida essa que muitas vezes não cicatriza.
"Quando os anciãos se reuniram era por que algo estava por vir. Mas poderiam lá, nessa reunião decidir sobre o futuro de toda uma população."
BOLINHOS DE ARROZ
Quando criança e xereta comilão, pedia para minha mãe fazer uns bolinhos de arroz, adorava, degustava como um crocodilo mastiga sua presa. Com o passar dos tempos, nos distanciamos, sempre sentia aquela falta: Dos bolinhos de arroz. Entra ano, sai ano; os tempos eram outros, mas não podia me reencontrar com minha mãe, já com outras idades, que o "bolinho de arroz" vinha à tona; fartava-me só em pensa-los. Não é que, vai um dia, família reunida, para nos gladiarmos, surge minha "brilhante' ideia, tentando amenizar as vias de fato. Por que não façamos um "bolinho de arroz", elaborado, lógico, por mamãe. Num é que ela se aventura? Mão na massa, ovos, farinha, fermento, etc e tal. E sai o tal do bolinho, foi aquela festança entre nós; vamos come-los, não deu certo. Agora num sei, idade, o ponto, a altitude, longitude, frigideira, óleo, etc. Mas ficou, o bolinho tão duro, tão duro, que, discretamente todos deram, um chega pra lá. Tadinho; ia passando, no local do crime, um amarrotado cachorrinho de rua, vulgo 'vira latas". Eu, com minha vontade de ajudar e disfarçar aquele horrendo fiasco, tive a brilhante ideia. Vou jogar um bolinho pro cachorrinho, pensei, cachorro roe osso, então que seja. Não é que na hora de jogar acertei na cabeça do cãozinho? Acho que deu fratura exposta, o bicho saiu num pinote, que nem o maior maratonista chegava perto. Até hoje não se sabe mais a história do bichinho, e eu também, nunca mais pedi pra mama fazer um bolinho, nem que seja de "pensamentos".
