Quando Morre Alguém que Amamos
O dia em que morri...
Não que morri um pouquinho mais (porque todo dia a gente morre um pouquinho), mas que morri definitivamente....
Você acha estranho eu escrever sobre o dia em que morri... se já estou morta? Não, não ache estranho... pra mim, a coisa mais natural do mundo é escrever sobre esse dia... e se você é um bom leitor vai lembrar de Memórias Póstumas, de Brás Cubas, o defunto mortinho da Silva contou sua história... e, se ele contou toda a sua história, posso contar pelo menos o que aconteceu em um dia de minha morte: o dia em que morri.
Sabe o que foi mais difícil pra mim nesse dia? Abandonar meu projeto de vida. Cara, vou te contar... foi uma dificuldade imensa... porque eu tinha tantos projetos, mas tantos projetos pro meu futuro, que nunca me fixei no meu presente... eu vivi um presente sempre ausente... porque o que eu queria mesmo ainda estava por vir. E me desapegar de algo tão valioso - pra mim - foi supermegahiperdifícil.
No dia em que eu morri... o problema maior não foi a minha morte... foi sim a morte de tudo o que eu havia planejado, sonhado, projetado. E o meu pobre coração bateu forte dentro de mim... completamente desolado, descontrolado... quando se deu conta de que era realmente o fim... de que não haveria mais esperança de bater feliz por mim.
Porque eu morrer... isso era coisa certa, não foi nenhuma surpresa - dado que todo ser que respira um dia deixa de respirar... não é bem assim?
Mas ver morrerem junto comigo meus sonhos, meus 'farei isso, e farei isso, e farei isso... amanhã, e amanhã, e amanhã'... meu, vou te contar, doeu... doeu por demais da conta ver a morte de tantos amanhãs que não chegariam jamais.
Morri... morri e tirei uma grande lição: ninguém garante a existência do amanhã, ninguém.
Ainda bem que acordei - foi um sonho, viu... isso do dia em que morri...
Alguns diriam: um pesadelo isso sim.... mas eu digo: um sonho sim... a melhor lição da vida nele aprendi.
Sei que o post é sobre a morte... mas só encontrei figuras macabras sobre a morte... então)
Hoje morre
Em mim
A esperança
Daquilo
Que só eu e vc
Sabíamos
Hoje sou
Livre pra
Buscar um
Novo Horizonte
Um dia as lágrimas secam, sua leveza morre e tudo que resta são espinhos a lhe rasgar a alma. Nesse momento, a única forma de se resguardar é matar também os sentimentos e transformar o coração em uma pedra de gelo.
Eterna
A poesia não morre
Está na orquestra do vento
Está no canto do pássaro
No silêncio ao relento
Está na letra da música
Está no céu estrelado
Está no jardim florido
No olhar encantado
Está no começo e fim
Dividindo o mesmo arrebol
Vivendo da mesma saudade
Na espera de um lugar ao sol
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 14/02/2022 às 22:00
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
Crescer é SER diminuta, despercebida, a cada dia, sem almejar sobressair, SER grande antes de morrer.
Um homem sem fé, é uma casca vazia que anda pela vida. Sem fé, a esperança morre. Por isso, tenha fé e acredite de todo coração no que você faz
Saudade é assim, no primeiro momento, você quase morre. Depois, o tempo tenta amenizar o impossível...
Quando morre um cônjuge fica uma ferida cicatrizada que não dói, mas deixa saudade, porém o divórcio é uma ferida aberta que machuca todas as vezes que é tocada e tem sempre uma mágoa guardada.
Morre um pouco de nós em cada ser que morre. E não é somente de tristeza que choramos diante de um corpo inerte e frio; choramos, sobretudo, de egoísmo por ficarmos órfãos do sopro de vida que habitava em nós através daquele corpo.
Uma vida sem mentoria é como cair no mar.
Ou você aprende sozinha no momento a nadar, ou morre afogada, ou talvez esteja no raso e conseguirá viver na base da sorte.
sempre busque o concerto, e jamais a murmuração, quem vive de rinhas morre por um escândalo mais quem vive de união viverá de bem aventuranças
VIDA VEGETAL
O fruto da vida da gente
tem lei de vegetação,
nasce-se e morre-se sempre
e se lança semente no chão.
Ton Jófer.
O AMOR
O amor, mesmo quando acaba,
não morre.
O amor corre por estradas desconhecidas
e dá reviravoltas suicidas.
O amor não desaparece
mesmo quando a gente se esquece
que amou um dia.
O amor nos atropela
do outro lado da rodovia.
O amor teima, e surge, e salta
de algum lugar do passado.
O amor passa do nosso lado
e a gente nem vê.
O amor é programado
como um programa de tv.
O amor, coitado,
é uma criança que não sabe de nada.
Se machuca, é sem saber.
Se assusta, é quase sem querer.
É insistente, o amor,
e sempre se esquece
que um dia morreu.
E aparece, faceiro,
nos corredores infinitos do eu!
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