Quando menos Esperava Voce Aparece
Nada nasce ou aparece sem que antes seja imaginado. Se para construirmos um simples lápis, é preciso diversos processos para tal feito. Mas pense na matéria-prima desse mesmo lápis, onde veio tantas combinações até encontrarmos o necessário para realizarmos esse objeto. Assim, as nossas vidas tão valiosas não surgem por acaso, pois além de milhares e milhares de combinações, feito com inteligência para coordenação de todo corpo, ainda exalamos do infinito, o espírito, algo que somente em nossos pensamentos, temos a sensação de que bem maior é a nossa missão nessa vida, que a cada instante se faz presente para cumprimento do certo e errado... Isso escolhemos e colhemos do fruto dessas escolhas. Porém o mais incrível se perguntar, ou talvez eu esteja delirando, mas quantas vezes já se perguntou o porquê a capacidade que temos em conversarmos conosco, pois nossos pensamentos transitam em dialogarmos com o nosso puro ser espiritual. Um milagre que somos capazes e que estamos em constantes debates com a nossa própria centelha divina.
“Para na mesa ter alguma coisa, primeiro vem um pequeno processo.
Nada aparece do nada — o esforço de hoje é o alimento de amanhã.”
Tem gente lutando por dentro
Enquanto sorri por fora
Tem batalha que não aparece
Mas consome quem a mora
A paciência é esse abrigo
Que não cobra explicação
É entender que cada um
Tem seu ritmo, seu chão
“Nem toda memória aparece como imagem; algumas retornam como medo, tensão, silêncio, dor ou escolha repetida.”
Do livro O Grande Universo das Memórias, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Um dia se começa pra outro terminar, uma oportunidade aparece outra passa, pessoas vão e vem, poderíamos ser as circunstâncias, mas apenas estamos, andando com pernas de ciganos e corações de sonhos, poderíamos sê-los mas estamos caminhando, por vezes queremos agarrar os bons momentos para congelá-los e soltar os maus, porém estamos andando, sem parar.
A Visita Serena que Traz Consigo O Aconchego
Aparece à noite com muita gentileza, aquela sensação edificante de serenidade — a vitalidade de um rico acontecimento, como uma visita muito aguardada durante boa parte da rotina; principalmente por não ficar por muito tempo.
Então, ela começa dando um abraço na alma, a gerar bons sentimentos, a falar o que precisava ser falado, mas nenhuma palavra é necessária; traz conforto, deixando o lar mais aconchegante, naturalmente valoroso.
E o quarto passa a ser mais confortável, semelhante a estar deitado em um campo, com a cabeça apoiada sobre os braços e as pernas cruzadas, enquanto fica observando as estrelas, sem se preocupar com nada.
As vitórias só surgem após as lutas, cada obstáculo que aparece em nossa trajetória deve ser usado como combustível para encontrarmos atalhos de superação e nunca desistir diante deles.
A vontade de desistir é um animal que aparece ferozmente. Eu o observo, ofereço água e digo seu nome. Nomeá-lo enfraquece o monstro e devolve-lhe forma humana. Com isso, a desistência perde parte de seu reino. E eu continuo, passo a passo, com pés que querem aprender.
Água Rasa
Caminho onde o fundo ainda aparece, mas o reflexo mente profundidade.
Teus olhos me chamam sem prometer afogo, eeu entro mesmo sabendo nadar pouco.
O sol toca a pele da água
e tudo parece seguro demais.
Mas há correntes mansas que puxam devagar o que não faz barulho.
Teu nome boia perto da margem,
não sei se âncora ou convite.
Fico com os pés no chão
e o coração já fora do lugar.
Água rasa não grita perigo,
só ensina tarde demais.
E eu, molhado de quase,
aprendo teu silêncio pelo frio.
Talvez o amor comece assim:
nos detalhes pequenos.
Num sorriso que aparece de leve, num olhar tranquilo, nessas coisas que parecem simples para o mundo,
mas que bagunçam completamente alguém por dentro.
Algumas vezes, ele aparece. Não é anunciado, não pede licença. Surge em tardes frias, em noites sombrias, silencioso, mas com a intensidade de um grito interno. Eu o chamo de O Vazio.
Sentir O Vazio é sentir a morte por dentro — mas não aquela morte física, simples e final. É uma morte diferente, mais sutil, mais antiga, que insiste em me lembrar de algo que eu já fui, de algo que já senti em outros lugares e tempos. É como se minha existência, fragmentada e atravessada por cicatrizes antigas, estivesse sendo revisitadas por sombras que o presente não consegue alcançar.
Quando O Vazio chega, não estou no tempo. Estou fora dele. Não é uma sensação que se possa controlar, ou mesmo compreender completamente. Ele se apresenta segundo suas próprias regras, segundo sua própria vontade. E, quando vem, parece sussurrar que meus passados — não apenas o imediato, mas todos os que deixaram marcas — têm algo a me dizer.
São cicatrizes que ainda latejam. Memórias que não pertencem mais a este instante, mas continuam a pulsar no corpo da alma. Não é daqui. O Vazio me remete a algo distante, quase irreal, perdido no tempo e no espaço, mas que insiste em permanecer. É a prova de que a experiência humana não é linear, e que o que fomos, mesmo quando esquecido, ainda vive dentro de nós, às vezes em silêncio, às vezes com a força de um choque inesperado.
Talvez O Vazio seja um portal para o que ainda não compreendemos de nós mesmos. Talvez seja um aviso, um chamado ou apenas a lembrança de que a alma carrega impressões de lugares e tempos que o corpo jamais atravessará novamente.
No encontro com O Vazio, aprendemos algo essencial: que a vida não se mede apenas pelo que fazemos ou sentimos agora, mas também pelo eco das feridas antigas, pelo rastro dos nossos passados que insistem em conversar conosco.
E, quando ele parte, resta a consciência de que fomos visitados por algo maior do que a dor momentânea: fomos confrontados com a própria eternidade da memória, com o peso do que já fomos e, de certo modo, com a promessa de que ainda somos.
Nem tudo que reluz é ouro. Muitas vezes aparece meu nome ligado a obras dos artistas brasileiros Manoel e Haydea Santiago, por eu ter feito parte de suas biografias publicas, por vários anos como amigo da família e marchand, acompanhando de perto a realização de varias obras originais dos mestres. Sendo assim, muitos oportunistas, geralmente com obras não verdadeiras me citam como referencia sem eu nunca ter visto as mesmas, que de cara condenaria como uma contrafação e uma falsificação grotesca. Nunca comprei e nunca repassei obras que eu não tivesse absolutamente certeza da autoria do meus grandes amigos de honra. o grande mestre Manoel Santiago e sua esposa Haydea Santiago.
O Azul da sua Serenidade
Aparente serenidade que aparece no momento certo; que floresce poeticamente em um tom amável de azul, como se fossem as flores azuis desabrochadas nas suas vestes.
Leveza elegante da sua rara simplicidade; emoção da sua presença atraente; certamente, um fragmento notável da sua verdade, do seu coração resiliente.
Trata-se de um presente divino de muita integridade. A preciosidade de um olhar que não mente; que reflete a intensidade que se faz presente em cada detalhe.
(Cap. IV: Aparece Rubi)
O príncipe, disposto a salvar o seu povo, partiu para o bosque para pedir uma poção a Floral. Todavia, a entrada do local era protegida por Rubi, o monstro rosáceo da bruxa. Os boatos diziam que ele tinha cara de uma fera brutal; outros, porém, afirmavam que não. O príncipe seguiu seu caminho… e eu, Crianças, o autor desta história, também caminharei ao seu lado para descobrir, com vocês, o encanto deste conto de fadas.
Nossa amizade é assim, como o vento frio do inverno, tem época que está forte, em outras aparece mais fraquinho, trazendo só lembranças da estação gostosa, e por mais que outras três estações passem, esse vento leve passa por elas para manter a pureza e o equilíbrio da natureza e quando o inverno novamente volta, o vento fica cada vez mais forte, se renovando a cada três estações. Por mais que novas amizades surjam, outros rumos tomemos, sempre que nos encontramos é aquele abraço que daremos, porque verdadeiras amizades vão muito além do que presença física, e é nesse vento leve que mando em minhas orações o teu nome. Nesse mesmo vento te mando mil beijos e mil abraços para que nunca se sinta só ou com frio.
Te adoro😊❣
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