Quando menos Esperava Voce Aparece

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Às vezes, as palavras...
podem machucar ou ferir você.
Mas quando elas têm poder...
costumam te manipular.
Basta prestar atenção!
Rita Simões

Quando você é uma pessoa boa você não perde pessoas, elas é que perdem você.

Se sou louco? Imagina quando você ver o que ainda está guardado na minha mente.


Tenho um universo de ideias e projetos arquivados no papel, mas vivos no meu coração.


Sei que tudo tem seu tempo de maturação. Cada plano cultivado aqui dentro não nasceu por acaso veio de algo maior, do Altíssimo, de concentração e meditação diária.


A promessa é uma só, nenhum desses projetos existe para inflar o meu ego, mas sim para transformar, impactar e evoluir a vida de muitas pessoas.


O tempo de colocar em prática está chegando.


By Evans Araújo

A juventude é apenas ansiedade. Igualmente quando você não consegue esperar um açúcar derreter no café.

“O sentido da vida não é deixar algo para quando você partir… é viver tão profundamente que nada precise permanecer.”

Tem batalha que liberta.
É quando você diz não pra quem te diminui.
É quando você corta o que te prende.
É quando você escolhe sua paz ao invés da aprovação dos outros.
Essa dói no começo, mas cura pra sempre.

É fácil dizer para alguém não ter apego material quando você tem tudo!
É fácil dizer para alguém que é só uma fase ruim quando você nunca passou por ela!
É fácil criticar e julgar alguém apenas por ser sincero quando na verdade o seu desejo era dizer o mesmo mas por covardia, status ou interesse você se cala e aceita que defequem sobre seus ouvidos!

⁠Quando Você Não Valoriza a Sua Vida. A vida Não te da uma Segunda Chance

Não se preocupe Com sua parte Física Se Preocupe com sua parte emocional

Quando Voçê se preocupa Com sua parte ⁠Emocional Voçê Também está Se preocupando Com a sua parte Física

catching lightning


Eles não avisam quando vem.


Você pode passar uma vida inteira olhando para o céu e nunca estar no lugar certo, na hora certa, com os olhos voltados para cima. Pode ouvir trovões de longe, assistir tempestades pela janela, ver o céu se partir em luz durante alguns segundos e ainda assim nunca tocar naquilo. Porque ser atingido por um raio não é apenas difícil. É quase absurdo.


E talvez seja por isso que algumas pessoas parecem tempestades.


Elas chegam sem pedir licença, iluminam alguma coisa dentro da gente que estava há muito tempo no escuro e, quando a gente percebe, já não sabe mais se estava procurando por elas ou se apenas teve a sorte improvável de estar olhando para o céu no instante certo.


Foi assim que algumas histórias começaram.


Não com grandes promessas. Não com a certeza de que durariam para sempre. Às vezes começaram apenas com dois desconhecidos em uma festa aleatória, numa química absurda descobrindo que conseguiam conversar por horas, rir das mesmas coisas, encontrar abrigo um no outro e, sem perceber, transformar dias comuns em lembranças que o tempo teria dificuldade de apagar.


E então veio a parte que ninguém conta nas histórias de amor.


O futuro.


Porque amar alguém enquanto tudo está dando certo é quase fácil. Difícil é continuar acreditando quando a vida começa a colocar quilômetros, silêncio, mudanças e versões diferentes de vocês mesmos no caminho.


É aí que a dança começa.


Não aquela dança perfeita dos filmes, em que ninguém erra o passo e os dois sabem exatamente para onde ir.


A verdadeira.


Aquela em que um avança enquanto o outro hesita.


Em que às vezes alguém pisa no pé.


Em que uma mão se solta por alguns segundos e, ainda assim, existe alguma coisa dentro dos dois procurando o caminho de volta.


Então te pergunto


“Can I have this dance?”


Nunca foi apenas sobre uma dança.


É quase como perguntar


Você ainda segura minha mão mesmo sem saber onde isso termina?


Você ainda confia em mim quando a música muda?


Se eu tropeçar, você fica?


E talvez a resposta mais bonita não seja uma promessa de eternidade.


Talvez seja simplesmente:


eu não sei.


Mas ainda quero dançar.


Porque ninguém sabe.


Ninguém que ama de verdade recebe um mapa mostrando onde aquela história vai terminar. Não existe garantia de que duas pessoas permanecerão iguais enquanto a vida acontece ao redor delas. Não existe contrato contra a distância, contra o tempo, contra os erros ou contra aquilo que cada um ainda precisa aprender sozinho.


Existe apenas a escolha de continuar dando um passo.


Depois outro.


E outro.


Até perceber que, de alguma maneira, os dois já atravessaram uma parte enorme da música.


Talvez por isso encontrar alguém seja tão raro.


Não raro como encontrar alguém bonito.


Não raro como encontrar alguém que goste das mesmas músicas, tenha os mesmos planos ou consiga preencher perfeitamente os espaços vazios.


Raro como um raio.


Porque existem bilhões de pessoas.


Milhares de encontros possíveis.


Centenas de histórias que poderiam ter acontecido.


E, entre todas essas possibilidades, duas pessoas específicas precisam nascer na mesmo época(4 ANOS NÃO É NADA), cruzar os mesmos caminhos, dizer certas palavras, estar disponíveis naquele instante, olhar uma para a outra de determinada maneira e reconhecer alguma coisa que talvez nem saibam explicar.


A probabilidade de ser atingido por um raio é pequena.


Mas menor ainda talvez seja a chance de encontrar alguém que, depois de tudo, ainda consiga fazer você olhar para trás e pensar


“Como é que, entre tanta gente no mundo, foi justamente você?”


E é aí que a história deixa de parecer coincidência.


Não porque o destino tenha garantido um final.


Mas porque algumas pessoas são importantes demais para serem explicadas apenas pela estatística.


Talvez algumas apareçam para ficar.


Talvez outras apareçam para ensinar.


Talvez algumas precisem ir embora para que a gente compreenda o tamanho do espaço que ocupavam.


E talvez existam aquelas histórias que não cabem em nenhuma dessas categorias.


Histórias que terminam sem realmente parecer terminadas.


Que continuam existindo em pequenas coisas: uma música, uma lembrança, uma frase, uma cidade distante, uma noite qualquer em que o passado bate a porta sem avisar, você sabe que eu não mordo, né?


E então a gente entende que o tempo não apaga tudo.


Às vezes ele apenas muda a maneira como carregamos.


Eu não sei onde essa música termina.


Talvez ninguém saiba.


Mas existe alguma beleza em admitir isso.


Porque talvez amar alguém nunca tenha sido sobre saber se chegaremos ao último acorde.


Talvez tenha sido sobre olhar para a pessoa ao lado, estender a mão e perguntar novamente, mesmo depois de tudo:


“Can I have this dance?”


E se ela aceitar, não importa quantos passos já foram errados.


Não importa quantas vezes a música tenha parado.


Não importa quantos quilômetros existam entre um lugar e outro.


A gente começa de novo.


Devagar.


Sem prometer que nunca vamos cair.


Apenas lembrando que, quando duas pessoas realmente querem continuar dançando, elas não precisam conhecer o próximo passo.


Precisam apenas confiar que, quando ele chegar, haverá uma mão esperando pela outra.


E talvez seja isso que torna algumas histórias tão improváveis.


Não o fato de terem acontecido.


Mas o fato de, entre todos os raios que poderiam nunca ter caído, um ter escolhido exatamente aquele pedaço do céu.

A minha vida mudou radicalmente quando você partiu para sempre! É devastador não te ter mais aqui!

É tanto amor por você, que quando te perco de vista penso que se foi para sempre!

Uma coisa eu aprendi. Quando você diz pra alguém que mais tarde fala com ela, eu penso que "mais tarde" pode ser tarde DEMAIS!

Aí você diz para si mesma que não vai mais cometer aquele erro, quando vê já fez novamente. É aprendizado ou é burrice?! As vezes me sinto como o apóstolo Paulo.

Quando você já fez tudo pela pessoa e ela ainda se acha no direito de te desrespeitar como se pissasse em seu pescoço. Faça um favor a si mesmo. Deixe esse titanic no fundo do mar

Quando você vai entender que amor não acaba?

⁠Dói demais perder um grande amor. Ainda mais quando era você que sentia tudo.

Quando tudo se afasta, o encontro entre você e Deus revela que o essencial nunca esteve em falta.

A solidão não é vazio quando o absoluto permanece. É ali, entre você e Deus, que a ideia de insuficiência deixa de existir.

"Você sente paz quando ora ou sente medo?"