Quando menos Esperava Voce Aparece
Desculpe-me,
Não sei como é ser mais ou menos!
Não conheço esses meios sentimentos, meias opiniões, meios termos...
Ficar em cima do muro não é meu lugar favorito!
Se estiver triste, sou toda melancolia!
Se estiver feliz, sou inteiramente alegria!
Sou intensa nos gestos, na fala e no toque!
Se você gosta de gente mais ou menos, de gente morna... Se afaste!
Sou completamente quente!
O sofrimento de quem ama ao ver um viciado e lutar para que ele ao menos tente parar e entenda que é para seu bem e do bem de todos.
Tudo na vida passa!
- Menos uma mulher rancorosa que não deixa a vida seguir seu rumo, tentando transferir seu encalhamento para todos nós.
Se um dia magoar-lhe uma mulher se sentira menos homem, o que te fará cair em pranto e isso não será bom.
Pode sim deixar a porta fechada pro vento não entrar. mais o ideal é deixar pelo menos a janela a berta, pois ninguém sabe o que o vento nos traz. ao renega-lo você pode estar evitando que a felicidade entrar em sua vida...J.S
Sou um tolerante que não se esquece de ser calmo, muito menos de ser diligente, mesmo que recuar preciso seja.
(josé valdir pereira)
Nas turbulências do dia dia,o amor prossegue,
na dura realidade de que feliz é o que menos
poderemos ser. Se os corpos não se tronarem
uma só pele e as almas serem cúmplice
"Não tenho porquê ser vencido pela tristeza. Muito menos importar com aquilo que é passageiro; e tudo passa; até os momentos que deviam ser eternos: o instante da alegria, o momento do amor, passam. Por que não os demais? São tão efêmeros quanto a vida!"(josé valdir pereira)
Todo homem apaixonado
acha que sua amada é a mulher mais linda que existe,
e, ao menos para ele, isto sempre será verdade.
Falar dela é como escrever poesia.Tão difícil de começar, as vezes horas engolidas sem ao menos um letra rabiscar, mas quando a caneta começa a ser movida não nada que possa parar, pois o combustível é amor e este é infinito .
Índios
Quem me dera, ao menos uma vez,
Ter de volta todo o ouro que entreguei
A quem conseguiu me convencer
Que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Explicar o que ninguém consegue entender:
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez,
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês -
É só maldade então, deixar um Deus tão triste.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda - assim pude trazer você de volta prá mim,
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do inicio ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Como a mais bela tribo, dos mais belos índios,
Não ser atacado por ser inocente.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda - assim pude trazer você de volta pra mim,
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.
"Eu até gostaria que fosse menos, mas o fato é que já faz seis anos. Na época, eu cursava jornalismo na UCPel, e tinha um mundo inteiro para descobrir (sempre se tem, não é mesmo?). Minha vontade era clara: queria trabalhar com jornalismo escrito e fugia do assunto quando me diziam que eu tinha que ir para a televisão, como âncora de algum telejornal. Sempre gostei das palavras e de como elas informam com liberdade. Acho que ler para saber é sempre mais livre e rico do que ouvir ou do que ver. E talvez essa ideia venha desde o tempo da escola, quando a professora chegava, escrevia um fatídico primeiro parágrafo no quadro e terminava com insuportáveis reticências. E a turma ainda tinha que ouvir: - “Sejam o mais criativos possível!”. Eu sentia uma frustração terrível quando percebia que a minha criação só começava depois dos três pontinhos. Hoje escolho as palavras com a cerimônia de quem escolhe feijões na mesa da cozinha. Liberdade caça jeito, já dizia o poeta.
Mas agora é totalmente diferente. Não estou na faculdade, muito menos na escola, estou pedindo licença para retornar, para retomar o que eu deixei quando parti de Pelotas.
Enquanto cursava a faculdade, mandava textos para este jornal e, para a minha surpresa, depois de um tempo insistindo, eles foram publicados. E era uma felicidade imensa poder "me ler" no jornal da cidade. Era uma sensação de ganhar outros que compartilhassem ideias, um anonimato da imagem. Ser esmiuçada em palavras sempre me envaideceu mais do que comprar um vestido de festa.
Na adolescência, tive a oportunidade de deixar o Sul para desbravar outras fronteiras. E como nessa época, geralmente, a gente acredita que precisa sair do lugar para ir mais longe, eu aceitei.
Fui me despedindo aos poucos de cada pessoa que era importante para mim. Quando partimos, nunca sabemos quando (e se) um dia voltaremos. Faz parte da poesia de ir embora, fantasiar um voo sem trégua.
E nunca esqueço quando o jornalista Clayr Rochefort, então diretor de redação deste periódico, me desejando tudo de melhor, mas quase como quem exige uma promessa, recomendou: “Só não deixe de escrever!”
Noite dessas, no meio de um aniversário, recebo a ligação da minha mãe. Achei um canto onde eu pudesse ouvi-la e ela disse que seria breve. Queria apenas me contar que, reformando a casa, teve que desmontar um armário e, numa caixinha, encontrou meus primeiros brinquedos de infância, a roupinha que eu usei com apenas 24 horas de vida, ao sair do hospital, o primeiro lençol da minha cama de “adulto”. Quando minha voz falhou, coloquei a culpa na telefonia. Não seria fácil justificar algumas lágrimas de saudade numa noite de festa. Mais difícil ainda seria conseguir estancá-las. Saudade das origens é um tipo que não tem cura.
Mesmo que algum tempo tenha passado, eu continuei a escrever e hoje, com grande alegria, anuncio a minha frequência a ser debulhada nessas páginas tão familiares.
É que mesmo que a gente voe pelo mundo, encontre outras línguas, outras culturas, outros cheiros e amores, sempre fica num armário guardado, na cidade que nos embalou a meninice, bastante do que fomos. E, principalmente, aqueles que continuam nos vendo com os mesmos olhos de antes. Raízes, rio que sempre corre, mesmo quando a chuva estia, obrigada por terem me deixado ir e, sobretudo, por terem me lembrado de voltar."
Publicado pelo Diário Popular de Pelotas.
Não concebi nenhum ser, mas nem por isso sou menos mãe. Sou mãe-estepe, mãe de gato, mãe de cachorro, mãe de amigo, mãe de quem precisa. Não carreguei nenhum em meu ventre, mas carrego todos em meu colo e em meu coração! Mãe de verdade é aquela que faz com que seu amor irradie a todos que estão ao seu redor!
De uma coisa eu tenho certeza: enquanto houver um sorriso, nem que seja ele ao menos de leve em meu semblante, ainda haverá esperança.
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