Quando mais Precisei de Ti
Síndrome do desespero
A verdade doi mais que a mentira.
Quando nao se acredita nas verdade
Torna se objeto num objetivo num caminho sem rumo.
Portanto todo caminho tem ter responsabilidade de um rumo mesmo para o abismo.
A felicidade de estar caindo num precipício de emoção.
Pode ser entender melhor como felicidade.
Paradoxo de existência tornasse uma parabula nas lafacias de um loucutor.
Tristeza e alegrias ao mesmo tempo são parte do paradoxo do infinito ate o caos absoluto.
Talvez uma das formas mais bonitas do cuidado de Deus seja essa: mesmo quando algo em nós se quebra diante do que não foi, Ele ainda faz nascer caminho no que é.
A comunicação mais poderosa nasce quando você para de tentar parecer extraordinário… e volta a ser verdadeiro.
O Combate ao Machismo se torna muito mais árduo quando é preciso combatê-lo também em Mulheres.
Há constatações que incomodam porque encostam numa verdade pouco elegante.
Esta é uma delas.
Durante muito tempo, acostumamos a tratar o machismo como um problema exclusivamente masculino, como se ele fosse apenas uma coleção de atitudes praticadas por homens contra mulheres.
Mas o machismo é muito mais perverso, muito mais antigo e muito mais profundo do que isso.
Ele não mora apenas em indivíduos, mora em estruturas, em costumes, em frases herdadas, em medos ensinados e em papéis distribuídos antes mesmo que alguém aprenda a escolher.
Por isso, não deveria causar espanto que muitas mulheres também reproduzam lógicas machistas.
O sistema que oprime não pede autorização moral para se perpetuar; ele apenas se infiltra.
Ele ensina meninas a competir entre si pela validação masculina, a desconfiar da liberdade de outras mulheres, a julgar com mais severidade aquela que rompe padrões, a naturalizar a sobrecarga, o silêncio, a culpa e a submissão como se fossem virtudes.
O machismo, quando bem-sucedido, faz a própria vítima acreditar que está defendendo a ordem, a decência, a família ou o “certo”, quando na verdade está ajudando a manter de pé a mesma engrenagem que a diminui.
E é justamente aí que o combate se torna mais complexo.
Porque enfrentar o machismo em homens costuma parecer, ao menos à primeira vista, um confronto mais visível: há um agressor identificável, um privilégio mais explícito, uma postura mais fácil de nomear.
Já quando ele aparece no discurso, no comportamento ou no julgamento de mulheres, tudo ganha zonas mais cinzentas.
Surge a tentação de relativizar, de poupar, de fingir que não é a mesma lógica em ação.
Mas é.
Com outra voz, às vezes com outro tom, mas é.
Isso exige uma maturidade rara: compreender que pertencer a um grupo oprimido não imuniza ninguém contra a reprodução dos desvalores do opressor.
Sofrer uma estrutura não impede que se participe dela.
Aliás, muitas vezes é justamente a necessidade de sobreviver dentro dela que faz com que se internalizem seus códigos.
Não por maldade pura, nem sempre por convicção consciente, mas por adaptação.
Há mulheres que aprenderam a condenar outras mulheres porque foram ensinadas a acreditar que este era o preço da respeitabilidade.
Há mulheres que policiam corpos, roupas, desejos e ambições femininas porque foram treinadas para ver perigo em toda liberdade que elas mesmas não puderam viver.
Isso, porém, não deve levar à caricatura fácil nem ao cinismo barato de dizer que “as mulheres são as piores inimigas das próprias mulheres”.
Essa frase, embora sedutora para quem quer simplificar tudo, presta um enorme favor ao próprio machismo.
Ela desloca o centro do problema e transforma uma engrenagem estrutural em disputa pessoal.
O foco não deve ser acusar mulheres como origem do machismo, mas reconhecer que a dominação é tão eficiente que consegue recrutar até mesmo aquelas que prejudica.
O verdadeiro enfrentamento, então, cobra muito mais do que indignação: cobra discernimento.
É preciso denunciar sem desumanizar, corrigir sem humilhar, conscientizar sem transformar toda divergência em guerra palavrosa.
Porque nem toda reprodução de machismo nasce da perversidade; muitas nascem da herança.
E heranças culturais não se desmontam apenas com raiva, mas com lucidez, firmeza e trabalho paciente de revisão.
Combater o Machismo nas Mulheres é, no fundo, uma das provas mais duras de que essa luta nunca foi apenas contra homens.
Ela é contra uma mentalidade civilizatória que organizou afetos, poderes e expectativas por séculos.
E talvez a parte mais dolorosa dessa batalha seja admitir que o inimigo, muitas vezes, não aparece com a face clássica do dominador, mas com a familiaridade de quem aprendeu errado e, sem perceber, passou a propagar o erro adiante.
Desfazer isso dá mais trabalho porque obriga a luta a sair do conforto das caricaturas.
Obriga a reconhecer que a mudança real não acontece apenas quando se enfrenta quem oprime de cima, mas também ao interromper a reprodução cotidiana da opressão entre iguais.
E isso é muito mais difícil, muito mais delicado e muito mais demorado.
Mas também é muito mais honesto.
Porque nenhuma transformação profunda acontece de verdade enquanto se combate o machismo apenas onde ele é mais barulhento, e não também onde ele é mais íntimo.
Talvez eu até consiga ajudá-los a Romantizar a Separação, quando eu não tiver mais que lutar para normalizar o Direito das Mulheres continuarem Vivas depois dela.
É curioso como a sociedade adora transformar dor em poesia quando ela não lhe pertence.
Falam sobre términos como quem fala sobre crescimento pessoal, liberdade, reencontros consigo mesmo.
Publicam frases bonitas e bem embaladas sobre recomeços, maturidade emocional e finais necessários.
Tudo muito elegante — desde que a separação não tenha o rosto de uma mulher ameaçada, perseguida, humilhada ou morta por não aceitar permanecer onde já não existia amor, respeito ou segurança.
Romantizar a separação é um privilégio que muitas mulheres ainda não possuem…
Porque, para elas, terminar não significa apenas reorganizar a vida emocional.
Significa calcular riscos.
Medir palavras.
Avisar amigas.
Compartilhar localização em tempo real.
Trocar fechaduras.
Pedir medida protetiva — ou que finge ser.
Significa descobrir que o momento de maior perigo em uma relação abusiva não é durante o relacionamento, mas justamente quando ela decide partir.
E há algo profundamente cruel em uma cultura que ainda pergunta “mas o que ela fez?” antes de perguntar “por que ele acreditou ter o direito de destruir?”.
Como se a decisão de ir embora ainda precisasse ser justificada.
Como se a Liberdade Feminina fosse uma concessão masculina e não um direito inegociável.
A sociedade ensina homens a lidar com a conquista, mas raramente os ensina a lidar com a rejeição.
Ensina posse disfarçada de amor.
Controle disfarçado de cuidado.
Ciúme tratado como intensidade emocional.
E depois se surpreende quando alguns transformam frustração em violência.
Enquanto isso, mulheres seguem aprendendo estratégias de sobrevivência para exercer um direito básico: o de mudar de ideia, partir, recomeçar.
Talvez um dia seja possível falar sobre separação apenas como um rito humano — triste às vezes, libertador em outras, mas natural.
Talvez um dia os textos sobre términos possam ser apenas sobre cura, autoconhecimento e novos caminhos.
Mas, até lá, ainda existe uma urgência muito maior que a poesia: garantir que Mulheres sobrevivam ao simples ato de dizer “não quero mais”.
Quando uma mulher se encontra com a motivação da exposição da sua curva mais bonita, o sorriso, ela se torna tão poderosa que pode se insinuar para as câmeras ou para o espelho, com a certeza de revelar ou refletir a tradução da beleza.
E quando te decepcionarem, você se levantará do chão. Pois a manhã volta a surgir e é mais um dia de Sol.
Recordo de quando disseste para minha pessoa que nunca irias me deixar mais anos depois uma taça com meu sangue tomou, isso escrevo pois seu coração como labuzando me com seu sangue, que jorras de suas veias, meu coração e tolo minha mente fraca mais meus pesamentos iram mais longe que suas atitudes sabe porque? porque você já esta quase morta nesse chão banhado com nosso sangue.
O que você senti quando lê, diz muito mais sobre você do que sobre o poeta que dedilhou cada palavra lida...
E quando em mim, não exergares mais
nenhuma pequena flama se quer.
Espere...
Entretanto, sempre há de surgir um vento
de ânimo ou uma brisa de renovação.
Pois,o vento que apaga uma vela, é o mesmo
que reacende uma fogueira.
Por que quando eu falo 22
tu entendes 15 mais 7?
Tá errado, tá errado.
Tem alguma coisa muito errada.
Eu só quis dizer 22 mesmo.
Ele veio com aquela malandragem que vem os homens quando quer algo mais do que um beijo na boca.
O que eu não contava, era que a minha malandragem estivesse acordada, e achasse que o samba dele dava rock e que só um beijinho era coisa pouca!
O problema com as garotas é que, quando elas gostam de
um camarada, por mais sacana que seja, dizem que ele tem um complexo de inferioridade, e, se não gostam
dele, por melhor que o cara seja ou por maior que seja o seu complexo de inferioridade, chamam ele logo de
mascarado. Até mesmo as garotas inteligentes fazem isso.
Quando voce se vê perdido em meio a tantos desenos afetivos passa a acreditar que nada vai ter mais o sabor da inocencia. Amor se torna palavra comum na boca deoutros se diz mais "eu te amo" que "bom dia" essa escritora que vos fala tambem ja acreditou or um segundo que tudo esse sentimento não passava de hipocresia, ate conhecer uma pessoa tão incrivel que mudou sua vida, ate que conhecia Andrea Santos a mulher que me fez acreditar novamente não no amor fez muito mais fez querer sentir cada detalhe desse sentimento com a mais intensa vivencia possivel a vivencia de ser casada e compartilhar uma vida inteira, uma cama, ideias e acima de tudo... um coração que agora ja nao é mais meu é nosso. Amo vc!
Quando voce se vê perdido em meio a tantos desenos afetivos passa a acreditar que nada vai ter mais o sabor da inocencia. Amor se torna palavra comum na boca deoutros se diz mais "eu te amo" que "bom dia" essa escritora que vos fala tambem ja acreditou or um segundo que tudo esse sentimento não passava de hipocresia, ate conhecer uma pessoa tão incrivel que mudou sua vida, ate que conhecia Andrea Santos a mulher que me fez acreditar novamente não no amor fez muito mais fez querer sentir cada detalhe desse sentimento com a mais intensa vivencia possivel a vivencia de ser casada e compartilhar uma vida inteira, uma cama, ideias e acima de tudo... um coração que agora ja nao é mais meu é nosso. Amo vc!
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