Quando duas Pessoas se Amam
Jamais use pessoas de trampolim para subir na vida mais rápido de elevador. Subir de escadas é desafiador mais é enobrecedor.
Psicopatas são pessoas adultas que podem ser muito sedutoras, podendo apresentar o ego inflado e um grau de insensibilidade altíssimo. Logo, podem agir com frieza e armar presepadas e premeditar com perversidade os crimes mais brutais e cruéis.
As pessoas que só levam sim na vida possuem o ego muito inflado. Por isso, o não também é importante para o nosso crescimento e pode ajudar a nos fortalecer. Na vida é preciso aprender a lidar com as vitórias e as derrotas. Psicopatas narcisistas são sedutores e têm amor-próprio em exagero. Logo ,se ame sem exageros.Mantenha a cabeça erguida e seja paciente, que o sim virá naturalmente por distração.
As pessoas mais fortes não são aquelas que vivem em meio às multidões buscando a aceitação de todos. São as que aprendem a conviver com a solidão e a viajar e mergulhar para dentro de suas próprias almas.
As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…
De tanto morrer a prestação.
Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.
A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…
E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.
Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.
Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.
Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.
Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.
Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…
Ou até na seara Religiosa.
Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.
Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.
E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.
Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.
Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.
Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.
Foi-se o tempo das vocações…
Elas ainda existem, é verdade!
Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.
Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.
Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.
Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.
E, infelizmente, para pior.
Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.
Só temo pela molecada…
E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!
Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.
Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.
Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.
Não se preocupe. Só há duas espécies de pessoas no final: os que dizem a Deus, “Seja feita a tua vontade”, e aqueles a quem Deus diz: A tua vontade seja feita.
Arminianismo Brasil
A decepção não é o veneno; é o antibiótico que nos ensina a viver. Em um mundo de pessoas falhas, omissas e interesseiras, o segredo é valorizar quem nos aplaudiu na simplicidade.
Porque no extraordinário até quem não te conhece irá ter orgulho de você.
As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.
Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.
Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.
Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.
Mas a sensibilidade exige pausa.
Exige escuta.
Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.
Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.
Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.
E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.
Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.
Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.
E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.
Uma das coisas mais pavorosas num mundo habitado por mais de 8 bilhões de pessoas é tropeçar numa que ainda acredita ser dona da única opinião legítima.
Não pelo incômodo da discordância — essa, quando honesta, é o que ainda sustenta qualquer possibilidade de convivência minimamente civilizada —, mas pela recusa absoluta em admitir que o mundo é muito maior do que o próprio ponto de vista.
Há algo de profundamente inquietante em quem transforma convicção em dogma e experiência pessoal em medida universal.
A pluralidade humana não é um detalhe estatístico; é a condição fundamental da nossa existência coletiva.
Cada indivíduo é atravessado por histórias, dores, referências e limites que não cabem em fórmulas únicas.
Ainda assim, há quem caminhe como se tivesse decifrado o enigma completo da realidade, reduzindo o outro a erro, ignorância ou má-fé.
Esse tipo de postura não nasce apenas da arrogância — embora ela esteja quase sempre presente.
Muitas vezes, brota do medo…
O medo de reconhecer a complexidade, de lidar com a incerteza, de aceitar que talvez não haja respostas definitivas para tudo.
É mais confortável erguer certezas inabaláveis do que navegar em um mar de ambiguidades.
O problema é que, ao fazer isso, não se empobrece apenas o debate; empobrece-se a própria experiência de viver.
Porque viver, no sentido mais pleno, exige abertura.
Exige o desconforto de ouvir, a coragem de rever, a humildade de não saber.
Aquele que se crê dono da única opinião legítima não apenas fecha portas para o outro — fecha também as janelas por onde poderia enxergar novos horizontes.
E, no fim, acaba encarcerado num mundo pequeno e insignificante demais para a vastidão que insiste em negar.
Precisamos de inspirações, pessoas proativas e positivas, fique longe de reclamações reativas e negativas.
A maldade e o ódio destilados por certas pessoas jamais me impedirão de tratar bem as crianças delas!
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