Quando as Pessoas Deixa de Amar assim
Algumas pessoas falam mal dos outros com a intenção de afastar você, enquanto tentam se aproximar cada vez mais buscando exclusividade nas amizades.
Fatos banais e irrelevantes tornam-se relevantes para as pessoas apenas por terem sido noticiados pelas mídias e redes sociais.
É estranho ouvir algumas pessoas oriundas de comunidades pobres falarem que são contra as políticas afirmativas no Brasil, argumentando que, se conseguiram vencer na vida sem utilizar cotas, todos podem também.
Como se essas conquistas pessoais desobrigassem o Estado brasileiro de reparar as desigualdades sociais e todos os danos causados pelo processo de escravidão ao longo da nossa história.
O uso de imagens de pessoas consideradas "exóticas" com a intenção de provocar risos, zombarias e escárnio é cada vez mais comum na sociedade pós-moderna.
Acho normal que, no ringue da vida, as pessoas lutem para conquistar e manter o “cinturão dos privilégios”. Afinal, ninguém entra numa luta para perder.
Entretanto, por uma questão de justiça e equidade, precisamos oferecer as mesmas condições e oportunidades a todos os competidores antes de subirem no tablado. Independentemente de raça, cor, gênero, língua, opinião política, origem nacional ou social, propriedade, nascimento, status...
O gigolô do estado, pessoas que escolhem ficar de boa por opção.
Sabemos que o Brasil é um país extremamente desigual. Por isso, louvo aquelas pessoas que deixam de lado a vitimização e vão à luta por um lugar ao sol.
Essas pessoas precisam carregar uma cruz muito maior e mais pesada do que a grande maioria, passando por portas extremamente fechadas e cheias de obstáculos por anos e anos de suas vidas.
Talvez essa lógica cruel faça muitos desistirem de pagar esse preço. Assim, acredito que alguns, de forma consciente, e muitos, inconscientemente, optam por usufruir da política do "pão e circo".
As pessoas devem ter a liberdade de escolher papéis sociais de acordo com suas preferências e circunstâncias, respeitando as diferenças biológicas, mesmo quando consideramos a importância da diversidade e da inclusão?
É crucial estar atento às referências que estão moldando as preferências das pessoas, especialmente nas redes sociais.
O amor romântico tem sido evitado devido às dificuldades que as pessoas enfrentam ao expressar ou nutrir emoções, bem como ao lidar com os desafios que surgem na convivência a dois.
O compartilhamento excessivo de figurinhas de pessoas com deformidades, de negros, de mulheres e gays em situações jocosas nos grupos de whatsapps.
Demonstram que nossa população continua extremamente racista, machista, homofóbica e preconceituosa.
Existem pessoas que insistem em continuar perguntando, mesmo quando respondemos de forma objetiva e clara.
Parece que desejam esmiuçar até descobrir o que há por trás de cada resposta.
Ou seja, querem saber a subjetividade mesmo na objetividade de uma resposta.
Seja nos encontros familiares ou entre amigos é muito comum as pessoas lembrarem de ti quando os smartphones descarregam.
As pessoas não gostam de mim porque falo a verdade. Mas, essa é a sua verdade.
Cada pessoa tem uma verdade que nem sempre coincide com a dos outros.
Eis a verdade!
Numa sociedade extremamente movida por interesses as pessoas acabam se tornando "invisíveis" com o passar dos anos.
Vejo na sociedade em geral muitas pessoas com Síndrome de Gabriela:
"Eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim... Gabriela..."
Normalmente são pessoas que não fazem autoreflexão.
Pensam que vivem fora da sociedade.
Falamos tanto o mundo dá voltas, que o mundo é redondo ....
Mas, continuamos olhando para o próprio umbigo, achando que nunca vamos precisar dos outros.
Achando que: "O mundo todo está errado e eu estou certo".
Não existe uma manual da vida feliz.
Cada vida é uma vida.
Cada cabeça é um universo.
Cada relacionamento é um relacionamento.
Cada família é um família.
Existem alguns parâmetros que podem ser seguido uma vez que já foram testados por nossos antepassados.
Porém nem sempre vai garantir o resultado desejado.
Algumas pessoas chegam a mencionar se não gostar do meu jeito problema seu.
Outros gostam de proferir "suas verdades" e não aceitam ouvir "as verdades do outro".
Pasmem !
Ouvi numa fila de baco um pessoa afirmar que prefere o debate pela rede social, mesmo compartilhando do mesmo espaço físico, por medo de ficar cara a cara.
Penso que debate pelo face é fundamental para casos de distância geográfica, falta de tempo ... etc.
Agora na mesma casa, no mesmo trabalho, no mesmo bairro... é estranho para mim.
Seria melhor frente a frente, de preferência na mesa de um bar. rsrsrs
Enfim, as relações humanas não mudam.
De um lado: Pessoas fingindo sofrimentos, fardos e doenças para chamar atenção.
Do outro: Pessoas aproveitando desse momento para chamar atenção via ajuda, generosidade e compaixão excessiva.
Numa mesma situação temos a presença duas expressões populares:
"Se fazer de doente para ser visitado"
"Me engane que eu gosto"
De fato, o mundo inteiro é um palco (Shakespeare).
O escárnio de pessoas consideradas "exóticas" nas redes sociais demostram nosso grau de insensibilidade e mau caratismo.
A excessiva fragmentação da vida tem levado muitas pessoas a sofrerem de depressão.
Fragmentamos tudo, família, trabalho, ensino, lazeres, livros, músicas, artes...
Estamos virando pedaços de vida desprovidos de sentido.
A depressão é o grande desafio do nosso tempo, pois a falta de interesse pelo mundo e pelas pessoas é uma das piores experiências que podemos enfrentar.
