Quando as Coisas Pioram
O Senhor é o único Deus que pode todas as coisas, e há muitos que precisam lhe conhecer, nos ensina a expressar verdadeiramente o Senhor,
Nos ensina a conhecer mais a ti, Senhor e mostrar quem tu és para aqueles que ainda não te conhecem.
Francamente, a simplicidade — tanto das coisas quanto das pessoas verdadeiramente humildes — é o que me alegra e faz toda a diferença para mim. O resto, eu me esforço para conviver, ainda que, às vezes, me cause desconforto. Mesmo assim, procuro amar, porque isso faz bem para minha própria alma.
"Eu sei todas as coisas e sou testemunha", diz o Senhor: Deus vê tudo, conhece cada intenção e não há nada que se esconda dos Seus olhos (Hebreus 4:13).
As coisas deste mundo jamais preencherão o coração de uma mulher que carrega dentro de si o extraordinário de Deus.
Não é algo, é Alguém — é o Santo de Deus,
Que faz nova todas as coisas, até os sonhos teus.
Deixe-O entrar, deixa Ele agir…
O Espírito Santo pode tua história ressurgir.
"Procurar alegria nas pequenas coisas, tem o efeito de uma oração, é uma das formas
de se conectar com Deus
Nesses momentos se esta com
o coração leve e a alma mais pura"
Tem coisas que gostamos mais,
Tem coisas que gostamos menos,
Tem coisas que não gostamos
E ainda gostaremos.
Satirizam a submissão dos cães
Mas ignoram tua lealdade,
Poucas coisas são tão puras
Quanto as tempestades
Falo por experiência própria ou/e por observação, nunca fui apegado a coisas materiais, mas sou extremamente e de maneira avassaladora um formidável egoísta.
Cumulus Omnium
(o acúmulo de todas
as coisas)
Eu sou Mais um Amanhecer,
o Elo Solene,
(Des) rimando.
Sou O último registro da raça humana,
a Áspera Seda.
Sou a Impressão Intensa,
Eu sou CONECTATUM.
A Linha (Tênue)
Rompida,
Piekarzewicz.
Eu sou as Crônicas de um Espelho Meu
E os Fabulosos Contos Perdidos
Do Vale Encontrado.
A Esplêndida Face Magnífica.
Sou o
Delírio Absoluto da Multidão Atônita,
o Pacífico em Brasas
e o
Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas.
Sou eu, o Mestre dos Pretextos.
[Ainda Somos o Fio da Navalha]
Nós ainda somos melhores,
do que todas as coisas ruins
que nos acontecem.
Ainda somos amáveis,
apesar das situações odiosas
que nos acometem.
Nós ainda somos indomáveis,
mesmo com todas as forças
que nos submetem.
Ainda somos furiosos,
embora mergulhados nas letargias
que nos abatem.
Mas ainda somos selvagens,
apesar do severo condicionamento,
mesmo ainda que as rotinas perversas
insistentemente, nos adestrem.
