Quando as Coisas Estao Ruins
Quando foi?
Quando foi que você olhou para seus pés
enquanto caminhava,
e viu exatamente por onde pisava?
Que enxergou uma planta
que sempre esteve na porta da sua casa
mas nunca teve sua atenção?
Quando foi a última vez que
tocou por algumas coisas
enquanto caminhava,
assim como fazia quando era criança?
Que olhou para o céu,
não para saber se estava nublado,
mas, só quis ver o que se passa acima de você?
Que puxou ar prolongado,
não porque estava ofegante,
não porque queria ter mais paciência,
não porque precisava controlar
o que diria em seguida,
mas porque queria sentir a sensação da vida
preencher seus pulmões?
Quando foi que parou
de ensaiar pensamentos no banho,
e apenas deixou a água banhar
suas dores e levar embora suas preocupações?
Parecia que
a vida sorria,
quando eu me via,
quando eu me descobria,
quando eu me permitia.
A vida sorria,
quando nela
eu existia.
Somos um fenômeno
Pode parecer clichê, mas, quando se fala de amor, pensamos na "outra metade" — mas já somos completos. Não existe outra metade, existe o nós: a versão que está presente em nós mesmos e a versão que está distante do nosso íntimo. Talvez esse seja o desafio e o que buscamos como "amor". Porque amar o próximo é fácil; não conhecemos seus medos, suas vulnerabilidades, suas guerras. E, por mais que tenhamos esse conhecimento, não saberíamos, de fato, o impacto que isso tem naquela pessoa.
Mas, quando se trata de amar a nós mesmos, é necessário que seja um amor genuíno, leve e respeitoso. É impressionante tudo o que a vida e as pessoas fizeram durante todos os anos de nossa existência, permitindo que possamos refletir sobre quem fomos no passado e quem somos agora.
Porém, mesmo assim, isso não define quem somos. Então, o que eu quero dizer sobre o amor é: o ideal é que tenhamos o desejo real de amar a nós mesmos, do jeito que somos. Algo que eu sempre digo é que o ser humano é um fenômeno, e você (eu) não é diferente disso. Somos todos um fenômeno único, aprendendo todos os dias como é se amar, até finalmente partilhar desse amor com o resto do mundo.
Não pertencemos
nem mesmo a nós,
quem dirá
ao tempo,
que só se faz presente,
quando estamos
com pressa.
Quando somos crianças
nosso psicológico
nos protege do mundo.
Quando crescemos,
protegemos nosso psicológico
do mundo.
A morte e a vida andam sempre juntas, porque quando uma tira a outra retribui. Esse é o equilíbrio.
Sonhe sempre...porque são os nossos sonhos que nos fazem seguir adiante mesmo quando tudo parece perdido!
E quando tudo parecer dar errado,pense:eu sou mais forte e vou conseguir superar as adversidades da vida!
